09/04/2014
06/04/2014
Faleceu Eugénia Lima
Faleceu Eugénia Lima. O Viver Casteleiro recorda aqui a sua visita ao Casteleiro no passado mês de Agosto, por ocasião dos festejos dos 50 anos de sacerdócio do Padre António Diogo, de quem era amiga. Uma das suas últimas actuações, no Largo de São Francisco!
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Eugénia Lima
02/04/2014
Lar do Casteleiro consolida património
No passado dia 29 de
março, meia centenas de associados do Lar e Centro de Dia de São Salvador do
Casteleiro, reunidos em Assembleia Geral, aprovaram o Relatório e Contas
referentes ao ano de 2013, bem como a proposta de alteração dos Estatutos, aqui
trazida pela Direção. Ambos os documentos foram aprovados por unanimidade.
As explicações
oportunas da Presidente da Direção, Sandra Fortuna, a respeito da execução do
Plano de Atividades foram reforçadas pelo técnico oficial de contas presente,
que demonstrou o bom estado de saúde financeira da instituição.
Por último, Sandra Fortuna
anunciou com elevada satisfação, a aquisição do terreno contíguo ao Lar (a
Norte) – onde se localizam vários pinheiros – recentemente adquirido pelo Eng.º
José Paiva aos herdeiros de João Rosa. Desta forma, a Direção considera ver
concretizado um desejo de consolidação do património do Lar e Centro de Dia De
São Salvador do Casteleiro. Esta notícia foi muito bem recebida pelos
associados presentes.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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27/03/2014
Utentes do Lar visitam Universidade
No passado dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, os utentes das
valências de ERPI (estrutura residencial para pessoas idosas), Centro de Dia e
Serviço de Apoio Domiciliário do Lar S. Salvador do Casteleiro, aceitaram o
convite do Dr. João Luís Batista e rumaram até à Faculdade de Ciências da Saúde
da Universidade da Beira Interior, Covilhã, onde assistiram à sessão de
abertura da Semana Internacional do Cérebro.
Estiveram presentes várias entidades, entre os quais: Dr. Luís Taborda
Barata, Presidente da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI, Dr. Vítor Pereira,
Presidente da Camara Municipal da Covilhã, Rui Costa, Vice-Presidente da
Sociedade Portuguesa de Neurociências e Investigador Principal da Fundação
Champalimaud, Miguel Castelo Branco, Presidente do Conselho de Administração do
Centro Hospitalar Cova da Beira, Maria Assunção Vaz Patto, Neurologista e
Professora da Faculdade de Ciências da Saúde, Rosa Marina Afonso, Professora da
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e Graça Baltazar, Professora da Faculdade de Ciências da Saúde.
A intervenção do investigador Rui Costa, como orador na sessão, proporcionou
aos nossos utentes uma melhor compreensão sobre o que se passa no interior do
cérebro e como este reage perante determinadas situações. De seguida
assistiu-se a um debate sobre a temática do envelhecimento activo:“O desafio de contrariar o envelhecimento cerebral”.
A sessão contou com dois momentos culturais: um espectáculo de dança
contemporânea do Conservatório da Covilhã e a actuação do Coro Intermezzo,
Academia de Música e Dança do Fundão. Seguiu-se um lanche convívio com todos os participantes.
No final foi-nos proporcionada uma visita guiada aos laboratórios da
Faculdade onde os utentes puderam assistir in loco à explicação de como
fazer algumas análises laboratoriais e chegar à obtenção de resultados
científicos.
Os nossos utentes fizeram um balanço positivo de mais uma actividade
cultural, salientando alguns deles que: “Foi preciso chegar a esta idade para
vir a uma Faculdade!”
A Direcção do Lar S. Salvador
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24/03/2014
CORNATCHO
Apesar da seara que o
há-de, se encontrar no seu desenvolvimento natural, ao longo dos seus nove
meses de gestação (de novembro a julho), hoje apeteceu-me trazer à vossa lembrança
e conhecimento, algo estranho - «cornatcho» - procurado nas espigas do centeio,
por alturas da ceifa.
Crianças e adultos, de
olhos bem abertos, percorriam as searas já amadurecidas e, quando encontravam
este fungo do centeio, de forma córnea, explodiam de alegria. O preço a que era
vendido justificava tal busca.
Depois de colhido, era muito bem guardado até que
passavam pelo Casteleiro uns homens munidos com uma “balança de dois braços”
para o comprar e pagar. Normalmente aos domingos – dia de agradecimento ao
Senhor – ouvia-se o já conhecido pregão:
- “QUEM TEM LENTICÃO, SARRO E FERRO VELHO P’RA VENDER?”
Assim diziam em voz alta os homens de saco às costas, vindos do Dominguizo –
terra do concelho da Covilhã.
No tempo em que o
dinheiro não abundava, sempre era uma ajudinha para comprar a roupa e os
sapatos para a festa de Santo António, que seria no mês de Agosto.
Notas:
(1) Lenticão: nome das
excrescências do centeio (no Casteleiro chamadas de «cornatcho»);
(2) Sarro: nome dado ao pó
retirado ao interior das pipas do vinho, aquando da sua preparação para, em
setembro, levarem o vinho novo.
(3) Ferro velho: relhas e
bicos dos arados, já gastos, usados na lavragem da terra; aros de pipas, já
corroídos pelos anos; panelas de ferro consumidas pelas gerações já passadas
(…) entre outros ferros que pudessem ser «reciclados».
APELO: Consciente do espaço mediático e de
comunicação que, hoje em dia, o Faceboock ocupa no dia-a-dia dos cidadãos, não
posso deixar de fazer um apelo a todos os casteleirenses para que, apesar
disso, não deixem de utilizar o nosso blogue VIVER CASTELEIRO.
Considero este meio um
espaço plural onde, cada um, à sua maneira, pode contribuir para um
conhecimento cada vez maior, desta nossa terra.
Desde os documentos
que trazem até nós o conhecimento de figuras e acontecimentos relevantes na
história do nosso povo, passando pelos recortes de vidas e tradições, o VIVER
CASTELEIRO assume-se, ainda, como um espaço de informação sobre os mais
variados aspetos do dia-a-dia do Casteleiro.
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joaquim gouveia
21/03/2014
A busca do ouro em 1724
Investigar a
história e as estórias do Casteleiro revela-se uma tarefa rica de episódios Quadros do quotidiano de uma aldeia rural
recheada de vida e onde tudo parece ter acontecido. Hoje falamos de “embusteiros”.
Corria o ano
de 1724 na aldeia, então com 500 habitantes. Mas a rotina dos primeiros meses
desse ano tinha sido alterada com a chegada de um homem de nome José Bernardo.
Chegou com mapas e prometeu descobrir um tesouro: nada mais nada menos que
treze arrobas e meia de ouro. Fascinados, os nossos antepassados arregaçaram
mangas e toca de cavar em busca do tesouro.
Mas os meses
passavam e nada de tesouro. E o tal de José Bernardo a dar ordens a toda a
gente, vivendo à custa dos casteleirenses. Até ao dia em que a coisa estalou. O
homem era um impostor e como tal merecia uma boa sova: “enfadados de
trabalharem sem proveito lhe deram algumas pancadas e o ameaçaram com mais”.
Dito e feito. E de seguida uma queixa apresentada em Sortelha a um tal Manuel
Mendes Vella, decerto uma autoridade. A estória chega aos nossos dias graças a
essa queixa que daria origem a um inquérito conduzido por Frei Manuel Godinho,
capelão em Castelo Branco.
É o
inquiridor que escreve a 14 de Maio de 1724: “Durante 3 ou 4 meses ter um embusteiro
que se nomeava José Bernardo o qual trazia enganado aquele povo e de alguns
lugares vizinhos prometendo-lhes descobrir
naquele sitio um tesouro de treze arrobas e meia de ouro em contas
preciosas . Durante aquele tempo fez trabalhar aquela simples gente de dia e de
noite cavando, derribando penedos, fazendo-lhes obrigações por escrito, que eu
vi, para o cumprirem. Também fazia algumas curas com palavras que não se lhe
entendiam e experiencias com ferros em brasa.” Entretanto, José Bernardo sumiu
da região.
O que os
casteleirenses de então não sabiam e que hoje nós sabemos, é que o tal José Bernardo era um “embusteiro”
profissional. A 23 de Julho de 1723, era
dado como cirurgião, casado com Ana Mendes e que por “culpas” tinha sido condenado ao degredo pela Inquisição de Coimbra por quatro anos em Castro Marim. Mas, qual
degredo, a 19 de Outubro do mesmo ano é citado pela Misericórdia de Castelo
Branco como homem solteiro a caminho da vila de Múrcia do arciprestado de
Braga.
Pelo
caminho, fez uma paragem no Casteleiro. E pôs toda a gente à procura das
arrobas de ouro.
Casteleiro,
um passado de história e estórias!
"Reduto", crónica de António José Marques
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Estudos
17/03/2014
Assembleia Geral do CACC
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cacc
Sabão em barra
Longe vai o tempo em que o sabão era feito em casa,
à medida da necessidade mas, sobretudo, de acordo com a matéria prima
existente, ou seja das borras que se depositavam nos potes do azeite que
alimentava com muito rigor, as bocas da casa e a candeia que servia de
companhia nas noites longas de inverno.
Lembro que a minha mãe fazia muito bem
este tipo de sabão sim, porque nem todas as mulheres sabiam tal fórmula mágica!
Antes de escrever sobre este assunto,
fiz umas perguntas a várias pessoas ao que me disseram que, em tempos
antigos, quando não havia detergentes, a maioria dos sabões caseiros não faziam
espuma, mas acrescentava-se cinza, para ajudar a tornar o sabão mais
"branqueador" e a gordura utilizada era o resto, borras do fundo, do
pote do azeite. Se houvesse dinheiro, então comprava-se um cartucho de sabão em
pó, igual ao que os barbeiros usavam para ensaboar as barbas dos homens. Assim,
o sabão fazia tal espuma que até parecia de compra.
No Casteleiro, como noutras
aldeias do nosso concelho, só as famílias que tinham muitas oliveiras é que
faziam este tipo de sabão.
Atualmente e por culpa
das gerações presentes, assistimos ao desaparecimento destes saberes fazer,
característicos duma época em que “a necessidade aguçava o engenho.
Para que conste da
memória futura, aqui fica a receita deste sabão tão popular.
Para
fazer este sabão de tipo “caseiro” utiliza-se borra/restos de azeite, soda
cáustica e potassa. Para dar espuma e cheiro, adiciona-se detergente ou sabão
em pó e água.
Faz-se
uma calda ao lume e deixasse apurar até ficar uma pasta pronta para
endurecer. Verte-se, com cuidado, numa base que seja lisa e aguente o
calor. Depois é só deixar arrefecer. Por fim, corta-se o sabão em barras e talha-se
aos bocados, de acordo com a sua utilização futura.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
16/03/2014
Carnaval no Lar de S. Salvador
Serpentinas, chapéus, confetis, trajes da época, cravos
vermelhos, cartazes alusivos ao 25 de Abril...apetrechados com estes símbolos e
indumentárias rumámos ao Sabugal para participar no tradicional desfile de
Carnaval, que teve lugar no passado dia 2 de Março.
Todos os nossos participantes puderam relembrar esta época
tão marcante da nossa sociedade.
O dia foi de festa. A agitação e travessuras tomaram conta
dos nossos utentes.
Salientamos, uma vez mais, a importância de manter os nossos
idosos ligados à comunidade local, promovendo a troca de experiências e de
saberes com os mais novos.
Não poderiamos deixar de concordar com uma citação de Constança Paúl: “A realização de actividades é vital na
estimulação dos mais velhos para o uso das capacidades e competências
cognitivas no caminho da autonomia e da velhice com sucesso”. É esse o caminho que queremos traçar para
os nossos utentes.
A Direcção do Lar S. Salvador
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lar
15/03/2014
"Casa da Esquila" em 1º lugar
A “Casa da
Esquila” restaurante do nosso conterrâneo Rui Cerveira, obteve o 1º lugar no
concurso promovido pela Câmara do Sabugal no âmbito da 7ª edição dos “Roteiros
Gastronómicos” realizados no período do Carnaval.
A Casa da
Esquila prova mais uma vez a qualidade da sua cozinha e que o caminho que
trilha está no rumo certo. Parabéns Rui!
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casa da esquila
06/03/2014
Dia Internacional da Mulher - E do Homem?
Sabendo que esta notícia já foi
divulgada em anos anteriores, tem, no entanto, por finalidade, lembrar uma vez
mais os leitores, em especial, a classe feminina, dar a saber quem não sabe
que, no dia 8 de Março, é o “Dia Internacional da Mulher”, resultante da luta
pela igualdade de direitos, melhores condições de trabalho e salários das
operárias de vestuário e indústria têxtil, em Nova Iorque, e perguntar:
Há ou não há o “Dia Internacional
do Homem?”
Em pesquisas feitas, diz-se que o
“Dia Internacional do Homem” existe e é no dia 3 de Novembro, mas quase ninguém
sabe, por ser muito pouco divulgado.
No Brasil, no entanto, diz-se que
o “Dia Internacional do Homem” é no dia 15 de Julho e que oficialmente mudou
para o dia 19 de Novembro.
Mais concretamente, ainda segundo
pesquisas feitas, diz-se que o “Dia Internacional do Homem” é um evento
internacional, celebrado em 19 de Novembro, cujas comemorações foram iniciadas
em 1999 pelo Dr. Jerome Teelucksingh, em Trinidad e Tobago, apoiadas pela ONU
e, a partir daqui, em Portugal (?!), na Croácia, Hungria, Irlanda, Dinamarca,
Suécia, Noruega, Holanda, Bélgica, Alemanha, Áustria, Finlândia, Espanha,
França, Reino Unido, etc.
Com estas incertezas e certezas,
aqui vai a pergunta para o ar:
Há ou não há, oficialmente, o
“Dia Internacional do Homem” e a ser comemorado em Portugal?
Se há, por que não se comemora?
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daniel machado
05/03/2014
Vedor
Eu não sei
explicar. Mas que os antigos sabiam muitas coisas, não tenho dúvidas. O mais
incrível é que a maioria nem ia à escola! Aprendiam com as leis da natureza.
Pura
sapiência!
Já pensou na
quantidade de poços espalhados pelas várias parcelas de terreno do Casteleiro,
todos eles pesquisados por este método ancestral?!
Não sei se algum
dos leitores deste blog já viu um vedor a trabalhar…É uma coisa impressionante
que desafia a credibilidade, a imaginação e até, por ventura, o simples senso
comum.
Se ainda não
viram não sabem o que perdem.
O homem pega
num raminho, usualmente de salgueiro, tira-lhe as folhas até ficar uma simples varinha, segura-o de
determinada maneira, e começa a andar pelo terreno fora…
Depois, com
um pouco de sorte para o dono do terreno e para si próprio, a vara começa a
torcer-se, forte sinal de que “Há água”!
Eu já
experimentei, mas comigo não dá!
A figura
casteleirense de que tenho vaga recordação: Chamava-se Joaquim, tendo Barbas
como apelido. Morava para os lados do “Ribeirinho”. Seus filhos (Zé Nabais, Tó
Nabais, Carlos Nabais e Maria Nabais) e netos residem no Casteleiro e são
defensores acérrimos desta que os viu nascer.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
04/03/2014
Rastreio
Por iniciativa do Lar de São Salvador, realizou-se no
passado domingo um Rastreio aberto a todos os habitantes do Casteleiro para
controlo da tensão arterial e diabetes. A acção esteve a cargo dos Enfermeiros
Isabel Silva, Carla Clara e António Silva.
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rastreio
02/03/2014
O Galo e o Entrudo
No
Casteleiro a tradição cumpriu-se em domingo de entrudo. No Largo de São
Francisco, os jovens leram o Testamento do Galo perante uma assistência atenta.
No final, como ditam as regras, o animal foi oferecido, este ano à professora
Fernanda Paiva.
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27/02/2014
O Regedor
Figura respeitada, o Regedor, era um subordinado do
Presidente da Câmara, ao serviço do Estado, donde não recebia qualquer ordenado
pelo trabalho que fazia, ocupando-lhe muitas vezes, todo o seu tempo. Para além do policiamento
da freguesia, era chamado a intervir nas situações mais insólitas e até
caricatas, como o roubo de uma galinha, fazer as pazes entre marido e mulher,
em brigas, desacatos, comprovar óbitos…fazer o
registo, anual, da produção de cereais, vinho e azeite, penalizando os
proprietários que não fornecessem corretamente estes dados.
Para o auxiliar em todas as
suas tarefas, tinha às suas ordens e nomeados por este, os chamados Cabos de
Policia, sendo por norma rapazes de boa constituição física, e de preferência,
acabados de chegar da tropa.
Em plena II Guerra Mundial
e com escassez de alimentos, a comida era racionada e a cada família, o Regedor atribuía senhas de racionamento, através das quais era possível levar para
casa um pouco de açúcar, arroz…sempre insuficientes para as necessidades das
crianças e adultos.
Quem se lembra do Ti Américo Fortuna como o último
Regedor do Casteleiro? Morava perto igreja e também da estalagem. Habitava a
casa onde atualmente mora seu filho José Fortuna.
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joaquim gouveia
25/02/2014
Testamento do Galo
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24/02/2014
Três javalis!
No passado domingo dia 23 de Fevereiro, realizou-se mais uma
montaria no Casteleiro, organizada por um grupo caçadores com o aval do Clube
de Caça e Pesca do Casteleiro. Com pontaria certa o resultado da batida
cifrou-se em três javalis. O Casteleiro está activo, em mais uma modalidade e
recomenda-se!
Beatriz Nabais
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caça
20/02/2014
Marcas de um regime...







Salazar
encontrou na educação o terreno
fértil para a proliferação da sua ideologia
A FORMATAÇÃO DE UM POVO
«Ensinai
aos vossos filhos o trabalho, ensinai às vossas filhas a modéstia, ensinai a
todos a virtude da economia. E se não poderdes fazer deles santos, fazei ao
menos deles cristãos», Salazar.
«Instrução
aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o
essencial», Salazar.
«Para cada braço, uma enxada, para cada família o seu
lar, para cada boca o seu pão», Salazar.
«Tudo
pela Nação, nada contra a Nação», Salazar.
«Vós pensais
nos vossos filhos, eu penso nos filhos de todos vós», Salazar.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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16/02/2014
Limpeza de 88 hectares previne incêndios
Teve início esta semana a execução do projecto de
implementação da “rede primária”, uma faixa de redução ou interrupção de
combustíveis com cerca de 125 metros de largura. Este projecto, que a Junta de
Freguesia candidatou ao programa PRODER, tem por objectivo promover a defesa da
floresta contra incêndios, nomeadamente garantindo condições para diminuição da
superfície percorrida por grandes incêndios e, por outro lado, permitindo uma
intervenção directa de combate.
A área é definida pelo plano distrital da defesa da floresta
contra incêndios e, na freguesia de Casteleiro, irá abranger a criação de
faixas num total de 88 hectares.
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projectos
12/02/2014
Licença de trânsito - Bicicleta
Hoje trago à vossa
lembrança a “Licença de Trânsito” que permitia a livre circulação da bicicleta
nas ruas e estradas das nossas aldeias e vilas. Também, esta, uma receita camarária,
que juntamente com outras constituíam parte do magro orçamento destas parcelas
do território português.
Com uma história
riquíssima, a sua evolução, transporta-nos para as famosas “pasteleiras”. Para
os mais novos, desconhecedores desta realidade, este veículo, era pesadíssimo,
utilizando no seu fabrico, não alumínio como atualmente, mas sim ferro: forte e
feio, como se costuma dizer.
Hoje em dia é considerado o
meio de transporte mais utilizado e limpo no mundo.
Registo as vantagens que
tem para a saúde, quando utilizada na prática desportiva, no lazer dos mais
novos ou como veículo de transporte para o trabalho.
Mantenha-se atento!
Prometo trazer aqui mais
uns pedaços de História.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
06/02/2014
Lar implementa "Gabinete de Imagem"
No seguimento do
trabalho desenvolvido e tendo em conta a nossa missão, Visão e Valores, o Lar
S. Salvador no Casteleiro implementou o Gabinete de Imagem com o objectivo de
proporcionar aos nossos utentes uma sensação de bem-estar, de relaxamento e de
elevação de auto- estima.
Para este novo
serviço alcançar os seus objectivos, a Direcção faz um enorme esforço em tempos
difíceis que correm, para continuar a dar aos seus utentes serviços de elevada
qualidade. Portanto, faz todo o sentido a existência de um espaço adequado à
prática deste tipo de cuidados.
Sendo os
cuidados de imagem fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e
auto-estima dos utentes, no Gabinete de Imagem são realizados os seguintes
tratamentos: depilação, manicure, hidratação da pele, massagens localizadas de
relaxamento e serviço de cabeleireira.
A adesão dos
utentes ao Gabinete de Imagem tem sido muito satisfatória, tendo vindo a
aumentar gradual e significativamente, o que leva a concluir que esta iniciativa
seja uma mais-valia não só para a qualidade de vida dos utentes como para a
própria instituição.
A Direcção do Lar S. Salvador
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lar
04/02/2014
Apontamentos sobre a nossa história recente
Não vai assim tão distante na História, o tempo em que, para tudo
e para nada, era necessário uma licença específica quer fosse para, acender o
isqueiro ou, simplesmente, para o carro de bois poder “circular” em caminhos de
lama ou na estrada alcatroada. Para ridículo da questão, as respetivas licenças
tinham que acompanhar, sempre, o verdadeiro utilizador e, no caso do carro de
bois, teria que a exibir em local bem visível às autoridades. Por hoje,
ocupemo-nos, apenas da licença do isqueiro.
A licença do isqueiro foi um dos símbolos das absurdas taxas
aplicadas ao cidadão pelo regime de Salazar. Os portadores dos isqueiros eram
obrigados, no início de cada ano civil, a deslocarem-se às finanças para tirar
a respetiva licença de porte e uso, medida essa que, levava aos cofres do
Estado muitos milhares de escudos, usurpados aos magros bolsos de muitos
portugueses. Quem não cumprisse tal normativo e fosse apanhado a acender, na
via pública, um simples cigarro, candidatava-se ao pagamento de uma coima,
deveras superior ao valor da licença.
É evidente que contra este exagero, havia aqueles que, não
concordando, boicotavam tal medida.
Deste tempo … não temos saudade alguma!
NOTA:
Qualquer semelhança com a realidade dos nossos dias pode ser pura ficção.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
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