10/05/2019

FESTA DA CAÇA - Dia 18

Dia 18 a Festa começa com uma Largada.


FESTA DA CAÇA - Dia 19

Integrado no programa da Festa, realiza-se no dia 19 durante a manhã, uma Prova de Santo Huberto. Uma iniciativa da Federação de Caça e Pesca da Beira Interior e apoio do Clube de Caça e Pesca do Casteleiro e Junta de Freguesia.




05/05/2019

FESTA DA CAÇA - Dia 19

Dia 19, domingo, a tarde vai animar
com a já tradicional presença da DESERTUNA -
Tuna Académica da Universidade da Beira Interior
 
 
 

04/05/2019

FESTA DA CAÇA - Dia 19

Domingo à tarde, dia 19 de Maio,
 o Rancho Folclórico da Boidobra
 marca presença na Festa.
 
 
 

22/04/2019

FESTA DA CAÇA - Animação Musical


VI EDIÇÃO DA FESTA DA CAÇA

Nos próximos dias 18 e 19 de Maio, a Junta de Freguesia de Casteleiro leva a efeito a VI edição da Festa da Caça, um evento de âmbito regional este ano sob o signo do Olival. Com um formato renovado, a Festa da Caça deste ano integra a realização de evento inédito no dia 19, às 10h: Um Passeio Canino por entre os Olivais da freguesia com conversas sobre Caça, Natureza e Ambiente, a diversidade dos Cães de Caça e o Olival e a tradição da Caça nas Terras Quentes do concelho do Sabugal. Também, no dia 18 a partir das 09h.30, terá lugar a iniciativa “Pintar Casteleiro” com a presença de algumas dezenas de pintores que vão passar para a tela as cores da Aldeia.
Animação musical, produtos locais e regionais, artesanato, gastronomia e pratos de caça, show cooking de azeite e uma área reservada aos mais novos com cerca de 200m2, são outros dos motivos para reservar já na sua agenda uma ida ao Casteleiro.

FESTA DA CAÇA - "CÃOsteleiro"

Inserido na Festa da Caça que este ano terá lugar nos dias 18 e 19 de Maio, a Junta de Freguesia de Casteleiro promove no domingo, dia 19, às 10h, a primeira edição do “CÃOsteleiro”, um passeio canino sob o signo do Olival num percurso com três paragens onde se falará de Caça, do Azeite, de tradições e de Cães de Caça. Aberto a todos os interessados, com ou sem a sua companhia canina.
 
 

13/02/2019

Queimas de mato


A Junta de Freguesia informa que todas as queimas e queimadas de matos está obrigatoriamente sujeita a comunicação prévia à Câmara Municipal. Deste modo quem tiver intenção de realizar uma queima, fogueira, de sobrantes deverá comunicar o facto ao Gabinete Técnico Florestal ou através do telefone 271751040.



27/01/2019

Quinta do Ameal foi o primeiro nome da Quinta de Santo Amaro


Em 9/7/2013 publiquei neste espaço um documento inédito  do primeiro numeramento do reino, feito entre 1527 e 1532, de todos os lugares do então termo de Sortelha. Lá constava o Casteleiro com 52 fogos e outras quintas e casais. No entanto, a quinta de Santo Amaro não constava….
E não era referida porque tinha outro nome: “Quymtam do Ameall”, com 2 fogos.
 
A Quinta do Ameal foi um prazo da Comenda do Seixo Amarelo da Ordem de São Bento de Avis. Pelo menos em 1396 já pertencia à Ordem, já que D. Afonso IV a escusou de impostos por estar despovoada. Na ocasião estava aforada a Fernão Gomes Góis.
Os caminhos de quando se investiga o passado são sempre imprevisíveis. E eis que é hoje possível saber e tornar público parte da estória de como a família Costa Lobo chega a esta Quinta que até hoje conhecíamos apenas por Quinta de Santo Amaro.
 
 
Gregório Tavares da Costa, filho de Luís Tavares da Costa e Inês de Cáceres, Capitão Mor da Covilhã, Fidalgo da Casa Real, casou primeira vez com Maria de Campos, viúva de António Camelo Botelho que detinha o aforamento da Quinta. Este tinha herdado esse aforamento de seu pai, Nuno Camelo, em 1591, que o tinha herdado de sua mãe D. Constança Afonso de Proença em 1538, que esta recebera em 1530 por morte do marido, Jorge Álvares.
Maria de Campos deixa em 1624, por 3 vidas, o aforamento da Quinta a seu marido Gregório Tavares da Costa. Este é o momento que vai ditar a posse da Quinta do Ameal e mais tarde de Santo Amaro à mesma família por mais de três séculos.
Por morte de Maria de Campos, em julho de 1653, Gregório Tavares da Costa casa com Catarina Pinto Lobo em 15/5/1655, na Covilhã. Catarina Pinto Lobo, filha de Francisco Pinto Lobo, de Seia, e Inês Mendes, da Covilhã, descendente dos Senhores da Quinta de Carragosela de Santa Comba (Seia).
Em 30/11/1678, Gregório Tavares da Costa Lobo (passa a usar o apelido da esposa), obtém o aforamento em seu nome, por mais três vidas. Fica a pagar a renda de 1220 réis, a entregar no dia de Natal. Faleceu em 26/2/1684 e sucedeu-lhe seu filho Luís Tavares da Costa Lobo.
Este é, apenas, o início da estória da posse da Quinta até ao seu último proprietário José Caetano Tavares da Costa Lobo, nascido em 2/11/1876, oitavo neto de Gregório Tavares da Costa Lobo, por todos conhecido pelo “Morgado de Santo Amaro”.
 
Mas, seria mesmo Morgado?
 
 
"Reduto", crónica de António José Marques
 
 

07/01/2019

Passagem de Ano na Casa da Esquila



Ano após ano, a PASSAGEM DE ANO NA CASA DA ESQUILA, no Casteleiro - Sabugal, tem-se vindo a realizar e a afirmar como uma das melhores e mais acolhedoras da região.
Assim, este ano, com lotação esgotada, ultrapassou as nossas expectativas, no embelezamento e aconchego do Salão, onde com música ao vivo, boa disposição e alegria, foram servidos com eficiência e rapidez os tão requintados e apetitosos pratos “gourmets”, de acordo com as ementas, colocadas nas mesas para serem consultadas, assim:

AS ENTRADAS DA ESQUILA, com bebidas à descrição, na Sala do “Gourmet”
NO SALÃO
- Folhado de Camarão com salada de citrinos
- Filete de Robalo com trouxa de tomate e Arroz selvagem
- A delícia do porco criado a bolota numa harmonia com trufas verdadeiras
- Regresso ao Passado, Morango, Chocolate e Baunilha
- Café e Digestivos
- Passas e Espumante
BUFFETS DA NOITE, com bebidas à descrição, na Sala do “Gourmet”

 

Após o Buffets da noite, com um até para o ano e votos dum BOM ANO, para todos aqueles que contribuíram para o excelente e eficiente serviço, na pessoa do seu proprietário e prestigiado Chef Rui Cerveira, os nossos sinceros agradecimentos.
Até para o ano.

Daniel Machado



19/12/2018

Posse dos Órgãos Sociais do Lar de São Salvador




No próximo dia 22, às 15h, tomam posse os novos órgãos sociais do Lar de São Salvador do Casteleiro eleitos para o quadriénio 2019/2022. Ao ato eleitoral realizado no passado dia 8 concorreram duas listas, tendo a lista A, com Jaime Rodrigues candidato a presidente da Direção, obtido 128 votos e a lista B, protagonizada por Cristina Alexandrino, 107 votos.

ÓRGÃOS SOCIAIS EFECTIVOS

DIREÇÃO

Jaime de Jesus Rodrigues – Presidente

Manuel Cameira Esteves – Vice-Presidente

Vítor Manuel Fortuna Soares – Tesoureiro

Beatriz C. Costa Nabais – Secretária

Armando Jorge Valentim Cameira – Vogal
                                                                                 
CONSELHO FISCAL                                                  

Rui Manuel Martins Catana – Presidente

Nelson Francisco Leitão Clara – 1º Vogal

Carolina M. Cardoso Gonçalves – 2º Vogal               
                
ASSEMBLEIA GERAL

Ismael Gonçalves Valentim Martins – Presidente

Vanessa Galante Marques – 1º Secretário

Maria Orlanda Proença Corista – 2º Secretário

O “Viver Casteleiro” saúda todos os elementos que ora terminam as suas funções e deseja a todos os membros dos órgãos sociais eleitos, na pessoa do Presidente da Direção, Jaime Rodrigues, votos de um excelente mandato na concretização de todos os objetivos a que se propõe para esta prestigiada instituição da nossa Freguesia.  



09/12/2018

A população do Casteleiro em 1911


Prosseguimos a divulgação e análise da evolução demográfica do Casteleiro, hoje com referência ao censos realizado em 1 de Dezembro de 1911, um ano mais tarde que o previsto dado os acontecimentos de 1910 com a implantação da República.
Relembramos os dados conhecidos relativos ao Casteleiro: 1527: 52 habitantes; 1758: 527 habitantes; 1801: 462 habitantes e 135 fogos; 1849: 777 habitantes e 201 fogos; 1864: 848 habitantes e 214 fogos; 1900: 1210 habitantes e 307 fogos.
Em 1911 o Casteleiro tinha 1268 habitantes, 619 homens e 649 mulheres. Quanto ao estado civil, 740 eram solteiros (378 homens e 362 mulheres), 439 casados (208 homens e 231 mulheres), 88 viúvos (32 homens e 56 mulheres) e 1 separado judicialmente.
Quanto à instrução, 1133 eram analfabetos (510 homens e 623 mulheres) e sabiam ler apenas 105 pessoas (79 homens e 26 mulheres).
Relativamente à origem da população, 1105 eram da freguesia ou do concelho do sabugal, 15 de outro concelho do distrito e 148 de outra naturalidade. Em 1911 o número de fogos era de 317. Constata-se, assim, que em 11 anos a população aumentou em 58 pessoas e os fogos em 10, mantendo a tendência de crescimento.
Neste censo temos ainda possibilidade de conhecer o número de fogos e população da aldeia e de algumas das anexas. Assim, o Casteleiro aldeia tinha 806 pessoas e 215 fogos, Santo Amaro 183 pessoas e 42 fogos, Valverdinho 187 pessoas e 43 fogos, Quinta das Barrentas 17 pessoas e 4 fogos e dispersos por quintas 75 pessoas e 13 fogos.
Em próxima crónica analisaremos o censos de 1920, onde a “pneumónica”, que atingiu a região de maio a julho de 1918, vai ditar algumas alterações na evolução da população.
 
 
 
 
"Reduto", crónica de António José Marques
 
 
 

03/11/2018

O meu amigo Tó


Há cerca de 45 anos, por meados de junho, vindo de Lisboa, chegava anualmente ao Casteleiro para iniciar as “férias grandes”. Recordo que tinha três visitas que fazia de imediato. Ir a casa da tia Adelaide e Manuel Diogo, ir a casa da tia Ressurreição e Joaquim Diogo e subir o balcão do “tó alfaiate”. O Tó recebia-me sempre com grande carinho. Era um encontro de um jovem adolescente e um adulto com mais de o dobro da minha idade. Encontrava-o no seu trabalho de alfaiate num espaço com pouco mais de quatro metros quadrados, uma grande mesa que ocupava metade e, do lado esquerdo, uma pequena cadeira onde me sentava enquanto ele continuava a marcar os tecidos, a cortar as fazendas quase sempre também ele em cima da mesa. Um ritual que se repetiu durante muitos anos. E aquela sua “oficina”, qual porto de abrigo a qualquer hora do dia ou noite dentro, encerra estórias que, não sendo escritas, permanecem na minha memória e na de muitos e muitos dos seus amigos.
Falar do Tó é fácil. De como ele estimava os seus amigos, do seu amor incondicional ao Casteleiro. Em 1974, logo a seguir ao 25 de Abril, fez parte da Junta de Freguesia com o Sr. Manuel Guerra e o Joaquim Roxo. Sempre disponível, o Tó foi e será uma figura incontornável da Aldeia.
No início dos anos oitenta, num janeiro frio, o tó casou-se. Grande motivo de Festa e de mais uma vinda desde Lisboa para o acompanhar. Lá fomos até à Quarta-Feira, terra da Celeste. E a boda foi forte e duradoura.
O Tó partiu há três dias. Ontem rumei ao Casteleiro. Passei pelo “balcão” e olhei para o pequeno espaço que foi a sua oficina, segui para a Igreja. Ficam as memórias.
O Casteleiro está mais pobre. Eu estou mais pobre!






"Reduto", crónica de António José Marques


 

16/10/2018

"Lucindinha"


Falecida em 17-10-2007, será que a “Lucindinha” morreu?
Não, ela continua e continuará viva e bem viva, para sempre, no nosso pensamento, no nosso coração.
Que Deus a tenha no etéreo descanso, na companhia dos seus familiares falecidos que bem merecem também.

Daniel Machado

 

13/10/2018

A população do Casteleiro em 1900

Continuamos hoje a divulgação e análise dos dados demográficos do Casteleiro. Foram já aqui referidos os dados de 1527: 52 habitantes; 1758: 527 habitantes; 1801: 462 habitantes e 135 fogos; 1849: 777 habitantes e 201 fogos e 1864: 848 habitantes e 214 fogos.
Hoje, analisamos os Censos realizados em 1 de Dezembro de 1900. O Casteleiro continua a crescer em muito o número de habitantes e fogos e, pela primeira vez, temos acesso a dados até aqui desconhecidos, nomeadamente a naturalidade e a instrução, a nível da freguesia, e do concelho do sabugal no que se refere à ocupação profissional e deficiências físicas.
Assim, em 1 de dezembro de 1900, o Casteleiro tinha 1210 habitantes, 631 homens e 579 mulheres. Quanto ao estado civil, 367 homens e 299 mulheres solteiros e 238 homens e 233 mulheres casadas e 73 viúvos (26 homens e 47 mulheres). Quanto a instrução, 1090 eram analfabetos (536 homens e 554 mulheres), uma taxa de 90%, e sabiam ler apenas 120 pessoas (95 homens e 25 mulheres). Relativamente à origem da população, 1036 eram naturais do próprio concelho, 30 de outro concelho do distrito da Guarda, 139 de outro local e 5 “estrangeiros”. O número de fogos era, à data, de 307. Constata-se que, em 36 anos, a população do Casteleiro amentou em 362 pessoas e os fogos em 93.
Relativamente a outros dados recolhidos por estes censos, apenas são referidos a nível de concelho. Assim, o Concelho do Sabugal tinha 32624 habitantes, 26009 dos quais eram trabalhadores agrícolas, 3354 na área da indústria, 955 no comércio, 933 nos trabalhos domésticos e os restantes distribuíam-se por profissões liberais, força pública e ocupação desconhecida. De salientar, em todo o concelho do Sabugal, a existência de 26 cegos de um olho, 47 dos dois; 18 surdos-mudos; 15 “idiotas” e 38 alienados.
Como curiosidade, de referir que uma semana depois deste recenseamento, no dia 9 de dezembro de 1900, nasceu o José, filho de Manuel Antunes e Joaquina Gonçalves, neto paterno de Policarpo Martins e Maria da Assunção e materno de João Inzá e Maria Clara.
Em próxima crónica analisaremos o ponto da situação 10 anos depois, em 1911.
 
 
"Reduto", crónica de António José Marques