03/03/2015

O SERINGADOR faz 150 anos - MARÇO



150 anos é o tempo que nos separa desde a fundação do SERINGADOR até aos nossos dias. Reportório que ainda hoje apresenta o seu formato inicial, impresso a preto sobre a folha de papel A4 branca dobrada ao meio.
Antigamente podia ser comprado nos mercados (Sabugal, Belmonte…) ou comércios onde se vendia um pouco de tudo; refiro-me a título de exemplo “o Depósito – o melhor do comércio local de então”, no Sabugal, local onde atualmente se situa a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo. Hoje podemos encontrar o SERINGADOR em qualquer papelaria ou quiosque de venda de jornais.
Com base neste auxiliar e com ajuda da sabedoria do nosso povo aqui vos deixo alguns conselhos úteis para o mês de MARÇO.

MARÇO – dia 20, chegada da primavera (22h 45min)
Algum frio, pouca chuva e tempo nublado. Tempo variado.
No jardim devem ser podadas as roseiras, devendo ser cortadas na ligação com o pé-mãe e aproveitar as varas cortadas para plantação.
Na adega o vinho deve ser passado a limpo, retirando-o das borras.
No campo plantam-se as batatas e semeiam-se espargos, morangueiros, pepinos, melões, milho, alfaces, cenouras, linho e grãos. Nas terras quentes devem plantar-se as figueiras. Deve-se plantar o cebolo. Enxertam-se damasqueiros e pessegueiros.

Rifões populares do mês de março:
“Páscoa em março, ou fome ou mortaço”
“Quando troveja em março, semeia no alto e no baixo”
“Em março chove cada dia um pedaço”
“março pardo, antes enxuto que molhado”







 "A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia



01/03/2015

FESTA DA CAÇA - 2 e 3 de MAIO de 2015

Iniciamos hoje a apresentação do Programa
 da Festa da Caça do Casteleiro.

DIA 3 de MAIO - 08.30H

PROVA DE SANTO HUBERTO

Está já assegurada a realização de uma prova de Santo Huberto na Festa da Caça do Casteleiro organizada pela Federação de Caça e Pesca da Beira Interior. Uma prova que conta para apuramento do campeonato nacional.
As provas de St Huberto são direccionadas a caçadores com cão de parar que, num determinado percurso definido pelo juiz, são avaliados pelo desempenho de cão e caçador. Neste tipo de prova são aspectos avaliados pelos juízes a forma correcta de abordar o terreno a caçar, o respeito pela natureza, o cumprimento das regras de segurança que devem ser observadas no decorrer do acto venatório, o espírito desportivo, a ética, o sentido ecológico do caçador, a ligação com o seu cão, a forma como este sinaliza a caça (paragem), obedece às ordens, respeita o levante da caça e o tiro, a forma como cobra a peça abatida e a entrega ao dono.





22/02/2015

Faz hoje 300 anos houve boda na Aldeia!



Casteleiro, 22 de Fevereiro de 1715. Faz hoje exactamente 300 anos. Era sexta-feira. Na aldeia, alguns dos cerca de 450 habitantes devem ter interrompido os trabalhos do campo. Havia casamento e, certamente, boda na casa da noiva.
Manuel de Proença, (viúvo de Maria Esteves de Peraboa), filho de Manuel de Proença e Maria da Costa, casou com Luísa Cerveira, do Casteleiro, filha Manuel Luís Agostinho (de Famalicão) e de Maria Cerveira natural do Casteleiro. O padre cura foi António Luís de Brito a as testemunhas outros dois padres residentes na aldeia: Sebastião Pires e Manuel Mendes.
Mas este foi um mês com três bodas. No domingo anterior, 17 de Fevereiro, tinham casado Manuel Fernandes com Isabel Gonçalves. Ele, natural da Capinha e ela do Casteleiro, filha de Francisco Gonçalves e Ana Lourenço. As testemunhas foram António Fernandes Bernardo e Pedro Vicente.
Também no dia 28 de Fevereiro, Pascoal Rodrigues casou com Teresa Lourenço, ambos naturais e residentes no Casteleiro. Ele, filho de António Rodrigues e Maria Pinto e ela filha de Manuel Cerveira e Maria Lourenço. As testemunhas foram o padre Manuel Mendes e Pedro Vicente.
Há 300 anos, três casamentos no espaço de dias. E, assim, crescia a Aldeia!
Onde estão e quem são os descendentes destas famílias?






"Reduto", crónica de António José Marques




Nota: O Reduto do Casteleiro, que dá título a esta crónica, terá sido ponto central da Aldeia. Esse facto será oportunamente demonstrado com evidências. Assim como a existência, essa documentada militarmente como local fortificado, de um outro Reduto no arrabalde da Aldeia.


13/02/2015

Domingo há "Testamento do Galo"


O Centro de Animação Cultural do Casteleiro, em conjunto com os meninos da catequese, vai realizar o tradicional evento do “Testamento do Galo”, no próximo domingo, dia 15, pelas 14.30h, no Largo de São Francisco.

Está convidada toda a população e amigos para vir aplaudir os mascarados e ouvir as dedicatórias do famoso “Testamento ”.


12/02/2015

O SERINGADOR faz 150 anos


Com o seu “Reportório Crítico-jocoso e prognóstico”, o SERINGADOR faz agora 150 anos. É um almanaque que ao longo do tempo tem granjeado muitos leitores, uns para acompanharem as previsões meteorológicas, outros para seguirem os conselhos do calendário agrícola ou ainda para saber quando são os mercados e feiras lá da vila.
Com base neste auxiliar e com ajuda da sabedoria do nosso povo proponho-me deixar aqui, mensalmente, alguns conselhos a nível da meteorologia e dos trabalhos agrícolas.

FEVEREIRO: Bom tempo. Tempo húmido. Tempo frio.
Acabam-se as podas e lá para o fim do mês iniciam-se as enxertias. Planta-se o cebolo.
As terras que irão receber as sementeiras já devem estar lavradas, devendo agora ser revolvida novamente para arejar. Surriba-se a terra para plantar vinhas e pomares. Deve-se estrumar a terra para os batatais. Enxertar macieiras, pereiras e outras árvores semelhantes. Plantar laranjeiras e limoeiros, álamos e loureiros. Semeia-se aveia, rabanetes, couve-flor, brócolos, repolhos, cenouras, cebolas, espinafres, beterrabas para temporão.

Rifão popular do mês de fevereiro:
“Para fevereiro, guarda a lenha no quinteiro”
“Lá vem fevereiro, que leva a ovelha e o carneiro”
“Chuva de fevereiro vale em estrumeiro”

… até ao próximo mês março!







"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia




07/02/2015

Rastreio de visão prossegue todas as semanas
























Prossegue a bom ritmo o rastreio de visão de toda a população do Casteleiro. Agora, todas as quintas-feiras, profissionais da área detectam, encaminham e propõem soluções para as patologias encontradas.


02/02/2015

Nossa Senhora das Candeias



Hoje, dia 2 de fevereiro celebra-se a Nossa Senhora das Candeias. Como diz o povo "se Nossa Senhora das Candeias estiver a rir está o Inverno para vir, se estiver a chorar está o Inverno a passar", ou seja, a presença de um dia solarengo pode ser mau presságio pois tal significa que ainda temos mais uns tempos de invernia.
Esta celebração da Senhora das Candeias está, sobretudo, relacionada com a importância do azeite, quer como elemento fundamental na dieta mediterrânica, quer como produto utilizado na cura de algumas doenças, quer ainda como produto utilizado em práticas religiosas. Por fim, é preciso não esquecer a importância do azeite para alumiar, dar luz, sobretudo num tempo, já longínquo, em que a eletricidade ainda estava distante das nossas aldeias do interior. Assim, em dia de Nossa Senhora das Candeias é tempo de agradecer o azeite conseguido na temporada anterior e pedir um ano cheio de azeite pois este é bem precioso e é preciso agradecer esta dádiva.
Como hoje o tempo está mais para chorar do que para rir, talvez seja um bom sinal para o inverno abalar e preparar a natureza para o “milagre da multiplicação”.






"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia





25/01/2015

Os Largos...

Agosto
Janeiro

 
 

 
 
 
 
 
Este é o Largo que dá nome a esta crónica: Reduto!
Uma foto é do mês de Agosto. Um Largo cheio, onde se adivinha vida! A outra foto é deste mês de Janeiro. Um Largo vazio, triste!
Este poderá ser o ex-libris do Casteleiro. E também de quase todas as aldeias do concelho. Esta é a frieza da realidade. Estes são os factos!
Em 2013 escrevi que é urgente mudar, é urgente assumir rupturas. Hoje, reescrevo com a mágoa da incapacidade de mudança. Esta é uma luta desigual. Pior que a inexistência de receitas milagrosas, é constatar que continua a não existir qualquer receita por parte de quem tem essa missão, essa obrigação.
Mas, em nome de quem construiu as ruas, as calçadas e os largos, do Casteleiro e das aldeias do secular concelho do Sabugal, a palavra desistir tem que ser banida.
E relembro uma frase escrita há 500 anos por Maquiavel: “Onde há uma vontade forte, não pode haver grandes dificuldades”.
 


"Reduto", crónica de António José Marques










Rastreio de visão da população do Casteleiro


No âmbito do projecto em curso no Casteleiro desde há cerca de um ano – “Sistema de Vigilância Demográfica” que acompanha a saúde da população, vai realizar-se nos próximos dias 29 e 30, quinta e sexta-feira da próxima semana, entre as 11 e as 17 horas, no Largo de São Francisco, um rastreio de visão, gratuito e aberto a todos os interessados.
Esta acção, de iniciativa da Junta de Freguesia, conta com o apoio da Unidade Local de Saúde da Guarda, que disponibiliza a sua unidade móvel de oftalmologia, técnicos da Universidade da Beira Interior e a liderança técnica do Centro de Investigação e Desenvolvimento da Beira, entidade responsável por todo o projecto.
Os primeiros resultados do estudo estão a ser analisados e trabalhados pelos investigadores e o problema de visão da população é já uma das evidências. Com este rastreio vai ser possível detectar, em concreto, quais os problemas e encontrar soluções ou encaminhamento para o seu tratamento.
 
 

18/01/2015

Eleições no Lar de São Salvador


A lista A, encabeçada pela actual presidente Sandra Fortuna, venceu as eleições ontem realizadas para os órgãos sociais do Lar de São Salvador do Casteleiro, para o quadriénio 2015/2018. Os associados da instituição reconheceram de forma clara o excelente trabalho realizado nos últimos anos, reconduzindo a equipa directiva com a expressiva votação de 173 votos contra apenas 66 da lista B. Ganhou o Casteleiro!

DIRECÇÃO
Presidente: Sandra Fortuna
Vice-Presidente: Jaime Rodrigues
Tesoureiro: Vítor Fortuna
Secretário: Joaquim Gouveia
Vogal: Isabel Ângelo

Suplentes
António Luzio
Albertino Lopes
Carlos Nabais
Manuel Leal
Albertino dos Reis

CONSELHO FISCAL
Presidente: Ricardo Fortuna
Vogal: Rui Proença
Vogal: Carolina Gonçalves

Suplentes
José João
Fernanda Paiva
José dos Reis

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Joaquim Paiva
1ª Secretária: Cristina Alexandrino
2ª Secretária: Orlanda Corista


16/01/2015

FESTA DA CAÇA - 2 E 3 DE MAIO

O Casteleiro volta a ser palco da Festa da Caça nos dias 2 e 3 de Maio, uma iniciativa da Junta de Freguesia que, anualmente, anima as ruas e largos da aldeia. Uma Festa com actividades diversificadas sob o signo da Caça que durante dois dias “transforma” a aldeia num ponto de encontro de milhares de visitantes.
Como de tradição, esta edição contará com novidades em relação às anteriores. A divulgação do programa terá início muito em breve.


15/01/2015

Hoje é dia de Santo Amaro e não há Feira!


Hoje comemora-se o dia de Santo Amaro e na Quinta de Santo Amaro hoje não há feira. Mas já houve!
Segundo o vigário João dos Santos, de Sortelha, no termo do concelho havia três feiras nos finais do século XVIII: a Feira de São Marcos, na Quinta do Espinhal no dia 25 de Abril e duas na Quinta de Santo Amaro, uma a 15 de Janeiro e outra na segunda oitava da Páscoa. Neste período não consta que existissem feiras nos “lugares” mais próximos: Casteleiro, Sortelha, Bendada, Moita e Santo Estevão.
Mais uma surpresa relevante e que atesta a importância pretérita da “nossa” Quinta de Santo Amaro. Com uma história de muitos e muitos séculos, de reguengo do reino à Quinta do Morgado, hoje, dia de Santo Amaro, era dia de festa e de feira há, pelo menos, 250 anos.


O nome “Santo Amaro” existe desde meados do século XVII -a designação anterior não está ainda confirmada já que existem duas hipóteses em estudo. E terá essa designação, que chegou até aos nossos dias, desde o período em que pertencia à Ordem de São Bento, embora a sua exploração desde meados do século XVI não fosse feita directamente pela Ordem, mas “arrendada”. Santo Amaro terá sido a homenagem que a dita Ordem fez ao Santo que foi o herdeiro espiritual e da obra de São Bento. O nome e uma capela!

História e estórias de uma quinta onde nasceram muitos dos futuros habitantes do Casteleiro.






"Reduto", crónica de António José Marques




07/01/2015

Os Casteleirenses na Primeira Guerra Mundial

A 22 de Julho de 1916 é constituído em Tancos o Corpo Expedicionário Português composto por 30 mil homens. A 7 de Agosto, Portugal aceita entrar na Guerra a convite do governo britânico. A 30 de Janeiro de 1917 partem do Tejo, em três navios, os primeiros soldados portugueses em direcção a Brest. O CEP ficaria estacionado na Flandres francesa. Os portugueses estavam organizados em duas Divisões, cada uma com três Brigadas. Os jovens casteleirenses estavam quase todos na 3ª Brigada da 1ª Divisão pois pertenciam ao Batalhão de Infantaria nº 12 da Guarda. Desde Fevereiro de 1917 até Outubro foram enviados para França perto de 60 mil homens. Em Abril de 1918 o CEP tinha perdido 6 mil soldados. Com a Batalha de La Lys, em 9 de Abril desse ano, em apenas 4 horas o CEP perdeu 7500 homens, entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros. Foi o fim do CEP e a maior derrota do exército português depois de Alcácer Quibir.
Partida do Cais de Santos

O Batalhão de Infantaria da Guarda que partiu para França era composto por 23 oficiais, 48 sargentos e 1028 cabos e soldados. Partiram em 20 de Março de 1917 e regressaram a  4 de Junho de 1919. Entre oficiais e soldados morreram 45. Naturais do Casteleiro participaram pelo menos 25 e todos eles regressaram à nossa aldeia:

José Fernandes Carrilho – Soldado, Batalhão Infantaria Nº 3; José Fernandes – Soldado; Germano Soares - Soldado, RI 12; Jerónimo Ferreira – Soldado, RI 12 (Quinta de Santo Amaro); António Geraldes – Soldado Corneteiro, RI 12; Cassiano Batista Guerra – Soldado; RI 12; Joaquim Machado – Soldado, RI 12; Amândio Valentim – Soldado, RI 12; Joaquim Marques – Soldado, RI 12; António Pinto – Soldado, RI 12; José Canelo – Soldado, RI 12; Álvaro Geraldes – Soldado, RI 12; Manuel Mendes dos Reis – Soldado, RI 12; Cassiano Ferreira – Soldado, RI 12; José Capelo – 1ºCabo, RI 12; Joaquim Gonçalves – Soldado, RI 12; José Mendes Félix – Soldado, RI 12; Mário dos Reis – Soldado, RI 12; Primo Augusto – Soldado, RI 12; Germano Machado – Soldado, RI 12; Januário Ferreira – Soldado, RI 12; Joaquim Coutinho – Soldado, 2º Grupo, Administração Militar/Abastecimentos; José Martins – 1º Cabo, Regimento de Sapadores Mineiros; Firmino Geraldes – 1º Cabo, RI 12 (Valverdinho) e, ainda, Manuel Cavaleiro cuja caderneta não consta.
















Nas fotos, (clique para ampliar), a Caderneta Militar de José Fernandes Carrilho, soldado condutor (de mulas) filho de José Fernandes Carrilho e de Ricarda Maria. Uma vida militar curiosa com muitas baixas médicas, pelo menos cinco prisões, normalmente de 10 dias cada uma, e um julgamento. O motivo era sempre o mesmo: faltar à revista, faltar ao trabalho de fortificação, não cumprir ordens dizendo “palavras obscenas”, etc…

Estórias de Casteleirenses…








 "Reduto", crónica de António José Marques



31/12/2014

Faleceu Natália Bispo


Faleceu Natália Bispo, a “Talinha”.
A Junta de Freguesia de Casteleiro lamenta a partida desta sabugalense de gema, lutadora firme pelo presente e futuro do nosso concelho e das suas Freguesias.
O Casteleiro na "Casa do Castelo"
Falava do Casteleiro com o carinho que lhe era peculiar, seguia e partilhava muitos dos conteúdos do “Viver Casteleiro” e por diversas vezes visitou a nossa aldeia em eventos realizados nos últimos anos. Desde a sua “Casa do Castelo”, a sua jóia, empreendia diariamente uma ligação forte com muitos dos descendentes do Concelho.
O Concelho do Sabugal está mais pobre e o Castelo das Cinco Quinas perdeu a sua mais entusiasta guardiã.
À toda a família aqui fica um profundo voto de pesar.

António José Marques




16/12/2014

Curso "Saúde do Viajante" no Casteleiro

A Universidade da Beira Interior promove nos dias 16 e 17 de Janeiro o "Curso de Saúde do Viajante", destinado maioritariamente a profissionais e estudantes de saúde. O curso decorrerá nas instalações da UBI e também no edifício da Escola Primária do Casteleiro. 

 
 
 

13/12/2014

O Natal no Lar S.Salvador


































À semelhança de anos anteriores e tentando manter viva a tradição e o reviver de costumes, a Associação do Lar e Centro de Dia de São Salvador do Casteleiro envolveu os seus utentes na execução de pequenos trabalhos manuais para a decoração natalícia no interior da instituição.
Com recurso a alguns materiais reciclados os utentes mostraram empenho e criatividade na elaboração do tradicional presépio e da árvore de natal; executaram pequenos adornos, coroas, pinhas e outros motivos que embelezam as salas da instituição e recriam um ambiente festivo desta quadra natalícia.
No próximo dia 14 de Dezembro irá realizar-se a Festa de Natal dos nossos utentes com a presença dos familiares e amigos, onde não faltarão os tradicionais bolos e doces típicos desta época.  Alguns elementos da Banda Filarmónica da Bendada irão animar a tarde de todos os presentes.
No final da festa cada utente será presenteado com uma lembrança oferecida pela Direção da instituição.
Este tipo de atividades permite além do desenvolvimento da motrocidade, o preenchimento dos tempos de lazer com criatividade, dinamismo e espírito de equipa e de entre-ajuda.
A Direção deseja a todos votos de um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!


11/12/2014

Novo livro de Edite Fonseca


A casteleirense e jovem escritora Edite Fonseca acaba de publicar o seu segundo livro, desta vez dedicado aos mais jovens: “Daniela e a Pedra Mágica”. Já no mercado (no Casteleiro é possível adquirir na D. Rosa), aqui fica a sinopse da obra:

“Viviam na aldeia da Magia duas crianças que cultivavam profundos laços de amizade. Sentimentos sinceros, despretensiosos e raros de se observarem.
Daniela e Tomás partilhavam quase tudo o que tinham. Juntos divertiam-se nos campos anexos à aldeia e naqueles lugares davam asas à sua imaginação....
Na companhia um do outro nada lhes metia medo. Até que um dia … um obstáculo teimou em separá-los para sempre.
Mas o carinho, a ternura e os demais sentimentos nobres levaram a que a amizade durasse eternamente e superasse todas as provas de vida e por fim ganhasse a batalha.
A união de ambas as crianças que cresceram e se tornaram cidadãos exemplares não tardou. Daniela e a Pedra Mágica é uma história infantil onde os laços de amizade, a coragem e a dedicação demonstram que vale a pena esperar, lutar e acreditar em melhores dias.”


05/12/2014

PARABÉNS A VOCÊ

 "Notícias do Casteleiro" comemora 20.º Aniversário

Com esta publicação especial, o jornal, “Notícias do Casteleiro”, faz, em Dezembro, 20 anos.
Nascendo e sobrevivendo sob o signo sagitário, desde Dezembro de 1994, graças á perseverança e carolice das Direcções, de pouco mais de meia dúzia de sócios e, em especial, do seu Director, Ismael Martins, o Jornal tem vindo a ser publicado, de três em três meses, até á presente data.
Assim, para comemorarmos este 20º Aniversário, não podemos deixar, ainda que, virtualmente, de acender as vinte velas num bonito e apetitoso bolo de aniversário, cantando-lhe os “PARABÉNS A VOCÊ” e augurando-lhe muitos anos de vida.
Fazendo-se uma retrospectiva e dentro dos limitados horizontes para que foi criado, pretendeu-se que fosse e seja um elo de ligação entre todos os associados casteleirenses, o portador duma mensagem contínua e cada vez mais amiga, de modo a que o Centro de Animação Cultural do Casteleiro fosse e seja uma família no verdadeiro sentido da palavra.
Dentro da sua pequeneza, (os jornais não se medem pelas páginas), o que se pretendeu também, foi que o Jornal fosse e seja cada vez mais divulgado e conhecido por todos os sócios, servindo assim como um veículo das suas notícias, mensagens, da sua amizade e solidariedade, das suas ansiedades, das suas alegrias e tristezas.
Primeira página do número 1 do "Notícias do Casteleiro"

Correndo o risco (sabemos bem) de haver uma interpretação como demasiada pretensão utópica, dizemos que não há nenhuma utopia na pretensão, mas sim a existência de um Jornal com o mínimo de dignidade indispensável para subsistir. Olhando para trás e relendo as suas páginas, veremos que há alguma distância da realidade do programa que foi traçado. E porquê? É que, parte dos associados não querem ou ignoram pura e simplesmente o Jornal; outros olham-no com indiferença; e uns outros que o lêem, é, para depois, não darem o verdadeiro valor aos muito poucos colaboradores que se esforçam por fazerem um Jornal decente, de molde a valorizar e a engrandecer o nosso Centro de Animação Cultural. Isto não é, de maneira alguma, uma crítica, mas sim uma chamada de atenção para a realidade que existe e que constatamos.
O panorama assim, é, por certo, desolador por serem sempre os mesmos a escreverem para o Jornal.
Com isto, o que se pretende? É que tudo se modifique, no sentido de que haja mais colaboração na publicação do Jornal, na certeza de que as suas páginas estão sempre á disposição de todos os sócios.

Aliás, se assim não for, um dia mais cedo ou mais tarde, em vez de se cantar os “PARABÉNS A VOCÊ”, com pena nossa, cantaremos o “REQUIEM AETERNUM”. Contudo, esperamos e desejamos veementemente que tal não aconteça, para bem do Casteleiro, do Centro de Animação Cultural e de todos os seus sócios.







Daniel Machado