Em
tempo de confinamento, tempo para retomar algumas estórias
relacionadas com o passado do Casteleiro e das suas gentes.
Em
20 de abril de 1682, faz exactamente hoje 338 anos e, curiosamente,
também era segunda-feira, houve
boda no Casteleiro. Foi o casamento de Manuel Pires do
ribeiro
com Domingas Gonçalves. O pároco João Pinto da Fonseca registou
assim esse facto:
“Aos
vinte dias do mês de Abril de mil seiscentos e oitenta e dois, em
presença de mim João Pinto da Fonseca Pároco deste lugar em face
desta Igreja do Salvador, conforme o Sagrado Concílio Tridentino e
Constituições deste Bispado, celebraram o sacramento do matrimónio
por palavras de presente, Manuel
Pires filho de João Pires e sua mulher Isabel Dias e Domingas
Gonçalves, filha de Manuel Gonçalves e sua mulher Isabel João
todos deste lugar. Foram testemunhas Sebastião Pires da praça,
Álvaro Peixoto e muito mais gente deste povo; de que fiz este termo
dia, mês e era ut supra.”
Fruto
deste casamento, no ano seguinte, a 22 de agosto de 1683 nasceu a
Isabel e, em 27 de dezembro de 1685 nasceu o Tomás. Do Tomás não
foi possível saber mais.
A
Isabel viria
a casar com Filipe Sanches em 17 de abril de 1701 e tiveram dois
filhos: o Manuel que nasceu a 6 de março de 1702 e a Maria nascida a
27 de fevereiro de 1705 mas que
viria
a falecer com menos de um mês de vida, a 18 de março de 1705, no
mesmo dia que a sua mãe Isabel.

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