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25/11/2017
04/11/2017
15/11/2015
Magusto no Casteleiro
Hoje, o Largo de São Francisco foi palco do Magusto de São
Martinho, uma iniciativa do Lar de São Salvador, com o apoio do Centro de
Animação Cultural e Junta de Freguesia de Casteleiro. A festa foi abrilhantada
pelo Grupo de Cantares Lã e Neve da Covilhã.




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19/11/2013
Feira de S. Martinho e Magusto
Dos mercados
e feiras nos dias 10 de cada mês, no Casteleiro, destaca-se a antiga e
tradicional Feira de S. Martinho que, não sendo no dia litúrgico de S.
Martinho, 11 de Novembro, não é de estranhar, já que “ o S. Martinho são três
dias e um bocadinho.”
Temos visto
e é sabido que, nos dias de mercado, os feirantes e os compradores são poucos,
em contraste com os da Feira de S. Martinho que, numa perfeita simbiose com o
magusto, realizado pela Comissão de Festas no passado dia 10 de Novembro, o
Largo de S. Francisco encheu-se de feirantes e de gente.
Da azáfama
bem cedo dos feirantes, dos visitantes, da Comissão de Festas e dos repórteres
fotográficos que, ao longo do dia de Feira e do magusto, a serem transmitidas
as notícias e imagens fotográficas, em direto, foi uma inovação, não esperada,
a que com agrado, os leitores, de imediato, também comentavam e
agradeciam.
E, enquanto
na Feira, muitos visitantes da terra e circunvizinhos percorriam a Feira, vendo
e comprando o que mais lhes agradavam e precisavam, no Bar da Comissão de
Festas o negócio era outro com a finalidade de angariar dinheiro para a Festa
de Santo António, a realizar-se no princípio do mês de Agosto de 2014.
Com
castanhas assadas, como não podiam deixar de haver, o bar cedo abriu, onde as
mordomas serviam as bebidas, em especial, jeropiga (que boa era) e vinho, para
mais tarde, à hora de almoço, os mordomos se esmeravam a assar,
simultaneamente, mais castanhas, frangos, carne entremeada e febras, para serem
acompanhadas com a boa pinga do Casteleiro e, por fim, até houve uma especial
sangria que soube a pouca.
Parabéns à
Comissão de Festas pelo serviço e bons momentos que nos proporcionaram, com
pena de que, com o dia a chegar ao fim e o frio a vir, a Feira de S. Martinho e
o magusto acabassem assim:
Logo que a Feira terminou,
Os feirantes arrumaram tudo e
foram,Mas o bar a funcionar continuou,
Para vir a fechar,
Quando a noite fria chegou.
Daniel Machado
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11/11/2013
01/11/2013
30/11/2011
Magusto em mês de S. Martinho

Para o dia 27 de Novembro findo, a partir das 14 horas, a Direcção do Centro de Animação Cultural do Casteleiro convidou todos os seus sócios, simpatizantes e a população em geral a comparecerem no Largo de S. Francisco para participarem no tradicional magusto de S. Martinho.
Chegado o dia e a hora, com a fogueira a arder, as pessoas gradualmente a comparecerem no local do magusto e as castanhas a serem mexidas no assador para melhor se assarem e a não se queimarem, de quando em vez, quando uma ou outra castanha estoirava, alguém dizia: “até parece que foram roubadas”, mas não, foram compradas.
Com os olhos postos no assador e aguardando-se a primeira “leva” de castanhas assadas para as mesas, pessoas já havia, ansiosas para as descascarem e comerem e, sem demoras, lá vieram quentinhas e boas para agrado de quem as comia e saboreava.
A este assador de castanhas, outros e muitos mais houve. Para tal, lá estava o amigo Manuel Leal, sempre disposto para as assar, tantas quantas vezes fosse e até que as pessoas presentes mais não quisessem e assim foi.
Entretanto, para que ninguém se empapasse com as castanhas, ao lado, no bar, bebidas eram servidas, com destaque para a genuína jeropiga, própria da época e que bem liga com as castanhas assadas ou com as nozes que, por fim, o amigo Zé Nabais trouxe para quem as quisesse partir e comer.
Com o Sol a desaparecer e o frio da noite a aparecer, uma vez mais a tradição do magusto se cumpriu, graças à boa vontade e empenho da Direcção do Centro Cultural, proporcionando assim, a quem quis associar-se, um alegre e são convívio.
Chegado o dia e a hora, com a fogueira a arder, as pessoas gradualmente a comparecerem no local do magusto e as castanhas a serem mexidas no assador para melhor se assarem e a não se queimarem, de quando em vez, quando uma ou outra castanha estoirava, alguém dizia: “até parece que foram roubadas”, mas não, foram compradas.
Com os olhos postos no assador e aguardando-se a primeira “leva” de castanhas assadas para as mesas, pessoas já havia, ansiosas para as descascarem e comerem e, sem demoras, lá vieram quentinhas e boas para agrado de quem as comia e saboreava.
A este assador de castanhas, outros e muitos mais houve. Para tal, lá estava o amigo Manuel Leal, sempre disposto para as assar, tantas quantas vezes fosse e até que as pessoas presentes mais não quisessem e assim foi.
Entretanto, para que ninguém se empapasse com as castanhas, ao lado, no bar, bebidas eram servidas, com destaque para a genuína jeropiga, própria da época e que bem liga com as castanhas assadas ou com as nozes que, por fim, o amigo Zé Nabais trouxe para quem as quisesse partir e comer.
Com o Sol a desaparecer e o frio da noite a aparecer, uma vez mais a tradição do magusto se cumpriu, graças à boa vontade e empenho da Direcção do Centro Cultural, proporcionando assim, a quem quis associar-se, um alegre e são convívio.
"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado
22/11/2011
Magusto do CACC
O Centro de Animação Cultural do Casteleiro, convida toda a população, sócios e simpatizantes a participar no tradicional magusto, que se irá realizar no dia 27 de Novembro pelas 14:00h no largo de São Francisco.Venha provar a nossa doce jeropiga, assim como a tradicional água-pé.
Estão todos convidados!
Apareçam!
01/12/2010
Recordar é viver: o Magusto
O Casteleiro continua a deslumbrar e a agradar, trazendo para o palco da vida as tradições de antanho; o Casteleiro não pára e os casteleirenses sabem porquê.
É que as tradições, os usos e costumes estão a ser divulgados e vividos ao vivo, no tempo e em épocas próprias.
Para além da matança do porco, o testamento do galo, os Entrudos e a festa da caça, teve lugar no dia 28 de Novembro findo, no Largo de São Francisco, graças ao Centro de Animação Cultural do Casteleiro, um magusto, relembrando os magustos que, em tempos idos, por altura de S. Martinho, as crianças das escolas e adultos faziam, em lajes, com caruma.
Marcado, propositadamente, para depois da missa dominical que foi celebrada às 15 horas, o magusto era sinal de ponto de encontro dos Casteleirenses.
As castanhas assadas num assador, genuíno e invulgar com a tradicional caruma a arder, esperadas eram com ansiedade e apetite e lá apareceram em quantidade.
E, enquanto umas se comiam, regadas com a boa jeropiga e água-pé, de propósito feitas para o efeito, outras se assavam não faltando também as febras assadas para quem quisesse.
E para que o magusto tivesse mais animação não faltou música a rodos e quadras à desgarrada, acompanhadas por uma acordeonista da responsabilidade da Empresa Municipal Sabugal+ a quem apresentamos os nossos agradecimentos.
Para o ano teremos mais surpresas, assim o esperamos.
É que as tradições, os usos e costumes estão a ser divulgados e vividos ao vivo, no tempo e em épocas próprias.
Para além da matança do porco, o testamento do galo, os Entrudos e a festa da caça, teve lugar no dia 28 de Novembro findo, no Largo de São Francisco, graças ao Centro de Animação Cultural do Casteleiro, um magusto, relembrando os magustos que, em tempos idos, por altura de S. Martinho, as crianças das escolas e adultos faziam, em lajes, com caruma.
Marcado, propositadamente, para depois da missa dominical que foi celebrada às 15 horas, o magusto era sinal de ponto de encontro dos Casteleirenses.
As castanhas assadas num assador, genuíno e invulgar com a tradicional caruma a arder, esperadas eram com ansiedade e apetite e lá apareceram em quantidade.
E, enquanto umas se comiam, regadas com a boa jeropiga e água-pé, de propósito feitas para o efeito, outras se assavam não faltando também as febras assadas para quem quisesse.
E para que o magusto tivesse mais animação não faltou música a rodos e quadras à desgarrada, acompanhadas por uma acordeonista da responsabilidade da Empresa Municipal Sabugal+ a quem apresentamos os nossos agradecimentos.
Para o ano teremos mais surpresas, assim o esperamos.
Texto e fotos de Daniel Machado
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22/11/2010
Sabores de Novembro no Casteleiro

No próximo domingo, dia 28, a partir das 15 horas, no Largo de S. Francisco, lugar à prova da água-pé e ao magusto, com animação garantida a cargo do Grupo de Bombos de Badamalos. Um evento integrado no programa "Novembro - Mês da Tradição e dos Sabores" de iniciativa da Câmara do Sabugal e Sabugal+, com organização do Centro de Animação Cultural e apoio da Junta de Freguesia.
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