O restaurante Casa da
Esquila, no Casteleiro, continua a pautar-se pela inovação e qualidade dos
serviços que presta. Atento ao importante mercado que é a comunidade judaica,
apresenta agora formação certificada Kosher, garantindo assim uma maior confiança
a essa comunidade. Está de parabéns o Rui
Cerveira pelo rigor e visão de futuro a que nos vem habituando.
29/05/2013
27/05/2013
24/05/2013
Sinais de um Tempo
Para trás ficaram já muitos anos!
Sinais de um tempo passado, fortemente marcado pela miséria de um povo
que procurava subtrair à terra o sustento para os filhos que viu nascer.
Memórias que jamais esquecerão e que se encontram bem guardadas nas
pessoas mais idosas do Casteleiro.
O balcão, de granito, tão duro como as rudes mãos que o moldaram é
sinónimo de um número incalculável de pés que, persistentemente, o pisaram ao
ponto de se ir moldando de acordo com o peso dos corpos cansados, dia após dia,
no final de cada jorna.
Por fim, a casa. Quão pequena! O primeiro andar acolhia a família e,
neste caso, também local de trabalho. Quem pretendesse aprender a arte de bem costurar
tinha que passar por aqui, apesar das minúsculas divisões que a arquitetavam. A
loja, no rés-do-chão, era sempre a mais-valia de qualquer casa: para guardar
utensílios agrícolas, alimentos arrancados do campo durante os dias tórridos de
um verão quente, que serviriam para alimentar o inverno que, por vezes, era demasiado
longo.
Ao percorrermos as ruas da nossa terra, passo a passo, por entre o
silêncio das casas vazias e, algumas delas desmoronadas, encontramos memórias
de tempo que povoava cada espaço urbano mas também toda a ruralidade dos seus
campos adjacentes.
É aqui que podemos encontrar pedaços da nossa história que, conjugados
um a um, alicerçam o nosso conhecimento de modo a melhor conhecermos esta terra
que é nossa.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
23/05/2013
Senhora da Póvoa
No passado dia 20 de Maio, como manda a tradição, os utentes do Lar S. Salvador do Casteleiro visitaram o santuário da Nossa Senhora da Póvoa, no Vale da Senhora da Póvoa – Penamacor.
Um
dia de grande azáfama para todos, uma vez que o número de utentes a participar
este ano aumentou significativamente.
Chegados
ao santuário alguns deles foram assistir à missa campal, enquanto outros
visitaram os vários expositores que se encontravam dispostos em redor do
recinto.
Depressa
chegou a hora do almoço e com ela o piquenique partilhado entre todos, não
faltando os doces típicos desta festa.
Desde
já queremos agradecer às instituições que se encontravam junto de nós, pela
partilha de experiências e entre-ajuda que existiu durante todo o dia.
Para
o ano lá estaremos novamente!
A Direcção do Lar S. Salvador
20/05/2013
17/05/2013
Primeira Comunhão!
No passado domingo, dia 12 de
Maio, os sinos tocaram para mais uma missa dominical, mas esta com um significado
bem diferente das outras, e especial para muitos conterrâneos, pois cerca de 7
crianças que integram o grupo da catequese fizeram a 1ª comunhão!
Depois de uma longa
preparação, por parte das catequistas, a simpática Cristina e o seu filho
Nélson (que é uma grande ajuda) assim como a incansável Professora Dª Fernanda,
brindaram todos os presentes com uma bela cerimónia de comunhão celebrada pelo
nosso querido padre César onde participou também um grupo de jovens dando vida
e cor a nossa igreja.
A igreja estava cheia e linda
pois para completar foi também celebrado o dia de Nossa Senhora de Fátima,
seguida de procissão em sua homenagem.
Foi um lindo Domingo!
Correu tudo muito bem, graças
á Cristina ao Nelson á Dª Fernanda e ao padre César. Muitos parabéns pela bela
cerimónia que nos proporcionaram.
E um muito obrigado pelo
trabalho desenvolvido ao longo destes anos.
Beatriz Nabais
16/05/2013
Povo do Casteleiro Homenageado
No passado dia 5 de Maio e por deliberação da Assembleia Geral do Lar e Centro de Dia de S. Salvador, o povo do Casteleiro viu reconhecido o seu sentido altruísta e a força coletiva capaz de edificar esta instituição, que hoje serve muitos utentes, não só da terra mas também de localidades vizinhas.
A cerimónia recheada
de muito calor humano transportado por residentes e emigrantes contou, para
além dos Corpos Sociais, com a presença do Diretor da Segurança Social do distrito
da Guarda, Presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro e muitos amigos que
quiseram, também, mostrar a sua solidariedade.
Depois da Presidente
da Direção, Sandra Fortuna, enaltecer o valor desta instituição num contexto de
desertificação que se verifica, de uma forma acentuada, por todo o concelho do
Sabugal, foi a vez do Diretor da S. Social sublinhar as palavras anteriormente
proferidas, realçando a boa gestão da Equipa Diretiva, que se manifesta num
saudável resultado financeiro e na qualidade das instalações, a par do
profissionalismo de todos quantos ali trabalham. Salientou, ainda que, apesar
de os tempos serem difíceis, poderiam sempre contar com o apoio dos serviços
que dirige.
Por último, o
Presidente da Junta salientou a importância que o Lar representa para esta
terra, congratulando-se com a homenagem, agora feita, ao Povo do Casteleiro.
Referiu, ainda, a qualidade de serviço que presta mostrando-se, por isso,
orgulhoso e manifestamente satisfeito, enquanto filho da terra mas, também, como
Presidente da Junta desta Freguesia.
De seguida, estas
entidades procederam à inauguração de uma placa, colocada à entrada da
instituição, simbolizando e HOMENAGEANDO O POVO DO CASTELEIRO.
Esta cerimónia
terminou com um convívio entre todos os participantes e uma visita guiada pelos
vários espaços ocupados, diariamente, pelos utentes ali residentes.
Joaquim Luís Gouveia – membro da Direção
14/05/2013
Festa da Caça no Casteleiro
Decorreu, nos passados dias 4 e 5
de Maio, a edição da 3ª
FESTA DA CAÇA e não será a última, por certo, tendo em conta o dinamismo
e desejo da Junta de Freguesia em se empenhar em prol do desenvolvimento e
engrandecimento da freguesia do Casteleiro.
Foi com este espírito de
lutadores que o Presidente da Junta de Freguesia, em nome dos restantes
elementos da Junta de Freguesia, após ter terminado mais uma FESTA DA CAÇA com
êxito, disse, prometendo, em “VIVER CASTELEIRO,” sob o título “Dois dias…,” que “ Não, não
baixamos, não podemos, não queremos desistir!
O Casteleiro tem que ser uma
terra com futuro.”
Após esta justa introdução, é com
a “Largada das perdizes,” às 9 horas do dia 4 de Maio, que se deu início à FESTA DA CAÇA, no
habitual local da serra d´Opa, às 10 horas o “Passeio equestre” e, de seguida,
às 11 horas, a “Abertura da área de exposições”, nas diversas barracas,
espalhadas por alguns Largos, alusivos à caça, produtos locais e regionais.
Em destaque, aproveitou a ocasião
e apresentou oficialmente “o vinho marca “Casteleiro”, engarrafado pela Quinta
dos Termos. Esta iniciativa da Junta de Freguesia só foi possível, graças à
colaboração do Eng. João Carvalho, proprietário e produtor da Quinta dos
Termos.”
De seguida, foi a vez do Eng.
António Robalo, Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, falar, não se cansando
de elogiar a iniciativa da Junta de Freguesia do Casteleiro, dizendo que “ Esta
FESTA DA CAÇA começa
a ser uma tradição, uma boa tradição. O concelho do Sabugal não tinha até há
três anos atrás uma Festa deste género no seu território, um concelho com
enormes potencialidades.
Em boa hora a Junta de Freguesia
do Casteleiro pegou nesta potencialidade e a dinamizou e, por isso, estamos
gratos por esse empenho e dedicação.”
Com a FESTA DA CAÇA a prosseguir, as
centenas e centenas de pessoas, vindas de várias localidades do país e
estrangeiro, nestes dois dias, com alegria, deram a esta risonha e progressiva
aldeia do Casteleiro mais vida e movimento, quebrando assim o silêncio de
outros dias do ano, a que se juntou, como é costume, a animação de rua, a cargo
dos grupos musicais: Queens Vandals, Manta de Ourelos, Bombos da Fatela e
Acordeonistas da Beira Baixa; no palco, Encontro de Tunas - Desertuna e
Convidados, espetáculo pelo Grupo Anafaia, Ranchos Folclóricos de Valverde e de
Sortelha; Exposição e demonstração de Falcoaria, Prova de Santo Huberto, na
Serra d´Opa, Demonstração de cães-equipa cinotécnica da GNR, Tiro virtual e
Torneio de tiro ao alvo.
Daniel Machado
13/05/2013
Amigos!
A Festa da Caça é,
também, um ponto de encontro dos muitos casteleirenses espalhados pelo nosso
país e por diversos países da europa. Regressam à sua aldeia para uns dias de
animação certa, ver os amigos, percorrer as ruas da sua meninice, actualizar as
memórias. É, sobretudo, um momento de confraternização.
Mas a Festa da Caça
é também um tempo de descoberta para muitos que pela primeira vez visitam a
aldeia e, este ano, foram largas centenas. E, além desses, há os amigos do Casteleiro e
das suas gentes, vindos de outras terras, mais próximas ou longínquas, mas que
fazem questão em estar presentes.
Na foto dois casos
que são bem o exemplo deste “encontro”. O Manuel Albino, casteleirense de gema,
que nunca faltou a uma Festa vindo expressamente de terras de frança e o Carlos
Alberto, sabugalense de gema, grande amigo do casteleiro, vindo de lisboa
directamente para a Festa.
Ao Manuel, ao Carlos
e a todos os outros, o meu bem-haja!

"Reduto", crónica de António José Marques
Para memória futura
O olival que outrora
pertencia à família Mourinha onde, recentemente, decorreu a Festa da Caça é
hoje um elo de ligação entre a “Carreirinha” e o Largo de S. Francisco. Para
que possamos manter vivo o passado, neste espaço requalificado, deixo estas
duas fotos – marcos importantes entre o pretérito e o presente.
Nesta obra emblemática
de uma equipa virada para o futuro, não foi esquecido este pequeno/grande
pormenor que faz toda a diferença: as pessoas estão primeiro, mesmo sabendo que
a aldeia tem cada vez menos e de avançada idade. Facilitar a mobilidade é algo
que nem todos se lembrariam!
Joaquim Luís Gouveia
12/05/2013
10/05/2013
Lar de São Salvador em grande actividade
Os utentes do Lar S. Salvador do Casteleiro iniciaram o mês
de maio em grande animação.
No passado dia 4 e 5 de maio realizou-se mais uma edição da
Festa da Caça, no Casteleiro.
Tivemos um stand de exposição no novíssimo largo fronteiro ao Largo de S. Francisco.
Durante os dois dias estiveram expostos alguns dos trabalhos realizados pelos utentes
ao longo do ano: rendas, almofadas, peças decorativas, trabalhos em madeira e,
claro está, para adoçar tudo isto, as tradicionais filhoses!
A receptividade de todos os que nos visitaram foi muito
boa, ficando muitos destes admirados com alguns trabalhos minuciosos que ali
estavam expostos.
Durante a tarde do domingo e com a presença do Senhor
Diretor do Instituto da Segurança Social, nas instalações do Lar do Casteleiro
podemos assistir, também, à inauguração de uma Placa de Homenagem ao Povo do
Casteleiro reconhecendo o esforço dos seus contributos que, ao longo dos anos
ajudaram a edificar esta instituição.
Neste ato solene o Senhor Diretor proferiu palavras de
incentivo e agradecimento a todos aqueles que colaboraram e aos que atualmente
continuam à frente desta instituição de tão reconhecido mérito que atua , na
primeira linha, melhorando a qualidade de vida de todos os seus utentes. O
Senhor Presidente Junta de Freguesia do Casteleiro elogiou, também, todo o
trabalho realizado pela atual Direção, manifestando o desejo da continuação
deste trabalho consistente.
O dia terminou com a demonstração, no largo da Festa da
Caça, de uma aula de Ginástica, com a coordenação da nossa Fisioterapeuta e
Osteopata Diana. E como dizia a música: “ On top of the world” (No topo do
mundo)!
No dia 5 de maio, cada utente recebeu uma flor, adornada
com uma frase simbólica, relembrando o dia importante que era: O Dia da Mãe.
A Direção do Lar de S. Salvador
09/05/2013
A minha aldeia é esta?
É com um misto de nostalgia e prazer (e muita alegria
também) que me dou conta de que a minha velha aldeia não é mais aquela que me
recebeu quando nasci.
Cá de longe, sempre atenta, vejo que nesse canto do país,
tudo está a mudar.
Não vejo mais as ruas descarnadas e sujas, não vejo mais o
marasmo contínuo dia após dia, não vejo a aldeia atrasada e sem futuro que
estava fechada ao progresso e ao desenvolvimento.
Vejo uma luz ao fundo.
Disse nostalgia, porque é a essa aldeia antiga que se
reportam as minhas memórias.
Foi nessa aldeia que aprendi a ser gente.
É lá, nessa imagem, que está a minha matriz e foi a ela que
me entreguei durante anos felizes da minha juventude.
Contudo, fico satisfeita quando me dou conta de que alguém
decidiu que essa aldeia tinha futuro.
Não a reconheço e isso traz-me um natural misto de
desconforto e de esperança.
Preciso de acompanhar de perto toda a mudança.
Preciso de interiorizar e absorver as alterações.
Preciso de me situar.
De, sem esquecer a outra, guardar essa aldeia de hoje no meu
coração.
Vejo com orgulho que a minha aldeia não é mais uma das
votadas ao esquecimento, pelo menos por parte da sua gente.
Parabéns e um obrigada a quem tanto tem trabalhado para que,
apesar da desertificação, ainda consegue que se fale, que se visite e que se
viva com gosto no Casteleiro.
Abraço.
Dulce Martins
Que venha a quarta edição!
Para mim, falar da Festa da Caça é algo que faço com muita dificuldade pois não consigo encontrar as palavras que melhor a identifiquem.
De uma coisa eu tenho a certeza: são momentos muito especiais que
mexem com as pessoas que têm como companhia o silêncio das ruas…das casas,
quebrado apenas pelo bater das horas do relógio, colocado bem no alto da torre
da igreja.
Os emigrantes, a viver no estrangeiro ou mesmo no nosso país,
juntam-se à festa, revêem familiares e amigos, confraternizando todos, entre
conversas e algo que vá molhando a garganta – “Não há festa como esta!”.
Entre bombos, concertinas, gaitas de foles, tunas académicas, ranchos
folclóricos, o novo largo das festas, construído no antigo olival contíguo à
casa dos Mourinhas, adquirido recentemente, pela atual Junta de Freguesia,
mostrou-se e afirmou-se a todas as pessoas que o visitaram como “espaço nobre”
da aldeia.
Em conversas desgarradas, as
pessoas que se acautelavam do sol de maio, junto às oliveiras, distribuídas
cirurgicamente, neste anfiteatro natural ouviam-se, repetidas exclamações: “mas
que obra aqui ficou!”... “no Casteleiro nunca se fez obra assim!”
Nesta edição da Festa da Caça, mereceu especial destaque o lançamento
de um vinho com a marca Casteleiro, graças a uma parceria da Junta de Freguesia
com a Quinta dos Termos. Entre o branco e o tinto impera o mesmo padrão –
QUALIDADE.
Para quem não sabe, a Quinta dos Termos situa-se, a poente, da quinta
de Valverdinho e assume-se, hoje, no mercado vinícola pela variedade e
excelência dos seus vinhos.
É evidente que não podemos esquecer as várias provas ligadas à caça –
não seja esta a Festa da Caça – e que movimentam um público muito próprio e
aficionado, tal como acontece com os passeios a cavalo, que deliciam cavaleiros
e o público, que atenciosamente os recebe quando estes chegam ao largo de S.
Francisco.
Joaquim Luís Gouveia
07/05/2013
"Casteleiro" é marca de vinho
No passado sábado, dia 4 de Maio, no momento da inauguração
da Festa da Caça, foi oficialmente apresentado o vinho marca “Casteleiro”,
engarrafado pela Quinta dos Termos. Esta iniciativa da Junta de Freguesia só foi
possível graças à colaboração do Eng.º João Carvalho, proprietário e produtor
da “Quinta dos Termos”.
O facto de colocar a circular vinhos, branco e tinto, com o
brasão do Casteleiro no rótulo, insere-se num projeto mais amplo de divulgação
da Freguesia de Casteleiro, onde se inclui o evento ora realizado – Festa da Caça
– que anualmente leva ao Casteleiro milhares de pessoas oriundas de várias
regiões do país.
O rótulo, com destaque para o brasão da freguesia, inclui
ainda dois versos de autoria do Dr. Manuel Leal Freire, um grande amigo desta
terra que prontamente anuiu à iniciativa: “O nome Casteleiro evoca títulos de
lavradores que aos demais se impõem, antigas cortes, aradas em capítulos,
nobrezas que estes agros pressupõem.”
O nome “Casteleiro” é agora marca de vinho, com a qualidade
amplamente reconhecida dos vinhos “Quinta dos Termos”.
António José Marques
Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro
Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro
Dois dias...
![]() |
Foto: Paulo Pinto Martins |
Terminou a Festa da Caça, edição 2013.
Dois dias em que as ruas e largos do Casteleiro foram percorridos por milhares de pessoas.
Dois dias em que muitos casteleirenses regressaram à sua aldeia, vindos de vários pontos do país e de muitos países da europa.
Dois dias de muita animação, encontros e reencontros.
Dois dias em que a aldeia fervilhou de sons.
Dois dias em que o Casteleiro respirou a agitação de tempos idos.
Dois dias em que o interior das casas viu a luz do sol.
Dois dias em que o silêncio se ausentou.
Dois dias…
E um ano que tem tantos e tantos dias…. de silêncio!
Não, não baixamos os braços, não podemos, não queremos desistir!
O Casteleiro tem que ser uma terra com futuro.
E isso também passa por todos nós, todos os dias e sempre.
"Reduto", crónica de António José Marques
01/05/2013
Automóveis clássicos no Casteleiro
Dia da Mãe
O Dia da Mãe, antes comemorado no
dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, passou a ser celebrado no
primeiro Domingo de Maio que, neste ano, será no próximo dia 5 de Maio.
Na Inglaterra, “No século XVII,
celebrava-se no 4º Domingo da Quaresma um dia chamado “Domingo da Mãe” que
homenageava todas as mães inglesas.”
Daniel Machado
À semelhança do Dia do Pai,
também o Dia da Mãe teve a sua origem, assim:
Na Grécia antiga, ”A origem do
Dia da Mãe remonta às comemorações primaveris, em honra de Rhea, mulher de
Cronos e Mãe dos Deuses e, em Roma, as festas do Dia da Mãe eram dedicadas à
Cybele, a Mãe dos Deuses Romanos, cujas cerimónias em sua homenagem come
çaram
por volta de 250 anos antes de Cristo.”
Foi, no entanto, nos
Estados-Unidos que à semelhança do Dia do Pai, o Dia da Mãe teve a sua origem,
sabendo-se que “A ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em
1904, por Anna Jarvis e algumas amigas, mas a principal ideia de Anna Jarvis
era criar uma data em homenagem à sua mãe, Ann Marie Reeven Jarvis, que havia
falecido e era um exemplo de mulher, pois havia prestado serviço comunitário
durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a
data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte Americano. Assim, a lei
que declarou o Dia das Mães, como festa nacional, foi aprovada pelo Presidente
Thomas Woodrow Wilson, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser
comemorado sempre no segundo Domingo de Maio.
Após esta iniciativa, muitos
outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no Calendário.”
Em Portugal, porém, a celebração,
de caracter religioso, teve lugar nos primórdios do cristianismo, em honra da
Virgem Maria, mãe de Jesus, no dia 8 de Dezembro, data em que mais tarde e
simultaneamente se passou a celebrar também o Dia da Mãe terrena.
Atualmente, o Dia da Mãe
celebra-se no primeiro Domingo de Maio.
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