DIA 4 de MAIO
22/02/2013
21/02/2013
Obras em marcha
Tiveram hoje início as obras de demolição das edificações situadas no local que servirá de ligação do Largo de S.Francisco ao futuro espaço de lazer a construir no actual olival, igualmente adquirido pela Junta de Freguesia. Aproximadamente dentro de 60 dias, os casteleirenses poderão já usufruir de uma nova área de lazer bem no centro da freguesia.
14/02/2013
Dupla Alegria

Com crise ou sem crise,
A Festa da Caça vai-se fazer
E é isto que o Povo quer
Para a crise esquecer.
Com a compra da casa, bem localizada,
Juntamente com o lugar do olival,
A Junta de Freguesia terá a sua sede
E, p´rás Festas, um bom local.
Por tudo isto
E muito mais,
O Casteleiro agradece a Festa
E, em tempo, as obras finais.

13/02/2013
Carnaval no Lar de S. Salvador
O Lar de S. Salvador do Casteleiro festejou no dia 10 de Fevereiro o Carnaval com boa disposição e muita alegria entre utentes, colaboradores, familiares e amigos.
Os dias que antecederam este evento foram marcados
pela criatividade dos nossos utentes ao ser-lhes proposto planear e
confeccionar os fatos carnavalescos a partir de materiais reciclados
designadamente sacos de plástico e de papel, cujo tema deste ano se desenvolveu
em redor das “Tradições, lendas e mitos das comunidades locais".
O resultado surpreendeu pela vivacidade de cores e
pelo orgulho em exibirem objectos feitos por eles, as fotos ilustram esse
momento de alegria.
Este tipo de iniciativas de Animação Sociocultural
no Lar de S. Salvador do Casteleiro pretende ser um estímulo permanente na vida
mental, física e afectiva das pessoas idosas valorizando as suas capacidades,
os saberes e a sua cultura.
10/02/2013
O Entrudo
Nos tempos antigos, a meio da noite, ouvia-se nas ruas:
- UUUUUUUUU!!!!! É uma
vergoooonha!!!!! …
Era a chorar o Entrudo.
É que, mesmo antes da Quaresma, o Entrudo era uma tradição
entre outras no Casteleiro.
Era muito engraçada quando era apenas para brincar.
Depois havia outras versões: as que poderiam ser ofensivas.
Eram coisas combinadas normalmente entre rapazes.
Era uma oportunidade para se referirem situações observadas
ao longo do ano, faladas à boca pequena e relatadas apenas nessa noite.
Nesse tempo, a iluminação era quase nada.
Então, noite de breu e já adiantada nas horas, o grupo já
preparado aproximava-se das casas escolhidas.
Com um funil a servir de altifalante, gritavam:
- U! U! U!... Menina Maria!
Que vergooooonha, no dia tantos do tal, ao carregar o cântaro da água, tropeçou
e caiu! Partiu o cântaro todo e foi para casa sem nada! U!...U!...U!... Que
perninhas fracas menina! Veja se as engorda, se não ainda vão para Guimarães
para fazerem tachas de navalhas com elas! U! U! U!...
E a saga continuava.
A pessoa visada ou achava graça e ia à janela sem se mostrar
ou ficava quieta na cama envergonhada.
Havia depois outras situações mais graves.
Em que diziam para quem quisesse ouvir, segredos bem
cabeludos que ninguém se atrevia a mencionar em situação normal.
Aí as coisas podiam aquecer.
Chegava a haver zaragatas em plena noite, que em princípio
era suposto ser de divertimento.
Aí, a carnavalada era mesmo real, com factos ao vivo!...
Isto para não falar dos entrudos caseiros, que eram os mais
engraçados, espontâneos e castiços!...
Outros tempos, outras gentes, outros interesses!
Bom Carnaval.
Abraço.
Dulce Martins
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