
15/03/2012
13/03/2012
11/03/2012
Esta terra!
Um recente comentário neste espaço, escrito a partir de terras de França pelo meu amigo Manuel Albino fez-me, mais uma vez, reflectir sobre este cantinho da blogosfera a que chamamos “Viver Casteleiro”.
Diz ele: “Que prazer ter nascido nesta terra”!
Quando nós, os que por aqui vamos resistindo, deixamos passar semanas sem nada escrever neste blog, não temos noção correcta de que os que estão longe, os que “nasceram nesta terra” ou que a ela estão ligados, diariamente por aqui passam para saber novidades. E que isso é importante para todos e para cada um!
E a desculpa de que nem sempre há temas, o que também é verdade, não pode nem deve ser justificação. O Manel, em Paris, e todos os casteleirenses espalhados pelo mundo, todos os que têm “prazer em ter nascido nesta terra” merecem o nosso empenho em dar notícias mesmo que à primeira vista insignificantes. Eu sei que para quem está longe nada é insignificante!
Pois é Manel, o branco está uma maravilha!
É verdade Manel, as rosas do Largo não são o que eram!
Mas, sabes Manel, tudo aponta para o Jardim-Escola reabrir em Setembro!
E, sabes Manel, as pedras, sempre as pedras, respiram e continuam a olhar-nos daquele modo que só os casteleirenses sabem entender!
Um grande abraço!
"Reduto", espaço de crónica semanal de autoria de António Marques
09/03/2012
António José Seguro no Casteleiro


Agradecendo a presença de todos, António José Seguro não concordando com o encerramento de todos os 47 tribunais, onde está incluído o tribunal do Sabugal, propõe que, “em vez de as pessoas se deslocarem aos concelhos vizinhos, originando custos e mais dificuldades no acesso à justiça, sejam os magistrados a deslocarem-se aos locais para a realização dos julgamentos.”
E, no seguimento das suas críticas, quanto ao abandono das gentes do interior e da extinção das freguesias, António José Seguro, contrariando o projeto governamental da reforma do poder local, disse que “o país precisa de uma reforma administrativa, mas não precisa de uma má reforma administrativa e que o poder local não pode ser feito à régua, esquadro e calculadora em qualquer gabinete do Terreiro do Paço.”
Por fim, após ter manifestado o agrado de ter sido bem recebido e servido num empreendimento rural com aquela dimensão e qualidade, no Casteleiro, e onde foi dado trabalho a uma dezena de profissionais, António José Seguro agradeceu e deu os parabéns ao seu proprietário, Rui Cerveira e recebeu das mãos do seu autor o livro “MEMÓRIAS, USOS E COSTUMES DUM POVO-CASTELEIRO,” seguindo, de seguida, viagem para Viseu.
Testamento do Galo




O Centro de Animação Cultural do Casteleiro, como já o fizera a Junta de Freguesia, no dia 19 de Fevereiro passado, Domingo de Carnaval, pelas 15 horas, no Largo de S. Francisco, reviveu, uma vez mais, através dum grupo de jovens e crianças, o testamento do galo.
Lidas, por cada uma das crianças, quadras do testamento do pobre galo, no Lar e no Largo de S. Francisco, provocando alegria, gargalhadas e aplausos, o galo foi, desta vez, oferecido ao Sr. Professor Jerónimo Jorge Amarelo.
Parabéns a todos.
08/03/2012
Este ano ganhou o "branco"!
As uvas e os produtores do Casteleiro mais uma vez de parabéns!
07/03/2012
II Passeio Equestre
