11/11/2013
Feira de São Martinho

Ontem foi
dia da Feira de São Martinho no Casteleiro. Assim acontece há muitos anos sempre
no dia 10 do mês de Novembro. Os mordomos da Festa de Santo António de 2014
abriram o bar e proporcionaram a todos belos petiscos, um farto Magusto e
muitos litros de Jeropiga.


O Casteleiro
transfigurou-se por um dia. As ruas cheias de gente e os feirantes a ocupar
todos os cantos disponíveis do Largo de São Francisco e ao longo da Estrada. Da
Feira fez-se Festa. Viva o São Martinho!

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01/11/2013
27/10/2013
24/10/2013
Casteleiro Freguesia do Sabugal há 158 anos
Faz hoje 158 anos que o Casteleiro deixou de pertencer ao Concelho de Sortelha e passou a freguesia do Sabugal. Tudo isto por força da extinção da Câmara de Sortelha contemplada na reorganização administrativa do País imposta pelo por Decreto de 24 de Outubro de 1855. A partir desta data todas as freguesias de Sortelha passaram a integrar o Concelho do Sabugal.
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23/10/2013
Utentes do Lar S. Salvador do Casteleiro visitam Museu do Queijo em Peraboa
No passado dia 18 de Outubro os
utentes das três valências do Lar S. Salvador : Lar, Centro de Dia e Serviço de
Apoio Domiciliário realizaram um passeio ao Museu do Queijo em Peraboa,
Covilhã.
“O Museu do Queijo permite
conhecer o processo de fabrico de um dos melhores queijos do mundo através de
um percurso real e multimédia, o queijo de ovelha Kosher, produzido segundo os
preceitos da religião judaica”.
A recepção foi muito calorosa
por parte do guia que nos recebeu o que permitiu que se criasse um clima de
grande empatia.
Os nossos utentes relembraram o meio e o
ambiente que envolvem a arte e o processo de fabrico artesanal do Queijo da
Serra, bem como as técnicas e os utensílios utilizados ao longo dos tempos para
confeccionar esta iguaria.
A visualização de um filme em
3D, sobre a Transumância, com necessidade de uns óculos especiais foi um dos
momentos altos desta visita ao Museu, dado que para alguns dos nossos idosos
representou o primeiro contacto com o cinema.
No final da visita fomos
presenteados pelo Museu com um lanche onde o queijo era o elemento essencial.
Com mais esta iniciativa o Lar S. Salvador do Casteleiro
pretende proporcionar aos seus utentes momentos de lazer e de animação com a
comunidade exterior e o meio envolvente, promovendo o envelhecimento activo, a
partilha de vivências e o intercâmbio sociocultural.
A Direcção do Lar S. Salvador
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22/10/2013
Escuridão
Penso muitas vezes nesse tempo
longínquo.
Portugal era um país ignorado e vivia
nas trevas.
A sua gente, pelo menos a grande maioria,
era analfabeta e demasiado limitada no conhecimento.
As pessoas desconheciam que havia mundos
diferentes e outras culturas.
Viviam oprimidas e subjugadas.
Havia depois os senhores da terra.
Esses, apesar de serem os senhores,
pouco mais sabiam.
Sabiam, sim, explorar os que dependiam
deles.
A escuridão era total.
No País, na nossa aldeia, assim como nos
cérebros.
Uma das consequências dessa situação
tinha a ver com a falta de higiene nas ruas e nas pessoas – o que era tido como
um estado normal.
A escola era vedada aos filhos, porque
estes faziam falta nas tarefas do campo.
Se fossem do sexo feminino a coisa piorava
um pouco.
Havia a ideia de que o conhecimento
levava a maus caminhos.
Achava-se que quanto mais se sabia,
maior seria a confusão.
O mais grave, é que ninguém se apercebia
de que estava ser enganado.
Ninguém se dava conta de que poderia ser
doutra forma; que seria benéfico em todos os aspectos que as coisas fossem
diferentes.
Essa informação não lhes chegava.
A «escuridão» tinha a primazia.
Em termos de higiene: a nossa aldeia estava
enxameada com currais, galinheiros e palheiras com animais, que desaguavam os seus
detritos para as ruas.
Os habitantes procuravam o campo ou um
local escondido atrás de qualquer obstáculo, um sítio para fazerem as
necessidades fisiológicas, porque as casas, mesmo as mais ricas, não tinham
casas de banho.
Durante a noite, usavam-se baldes que
depois, de manhã, eram despejados para a rua que todos pisavam.
Vivia-se e respirava-se um cheiro
nauseabundo, que ninguém estranhava.
Era assim. Era normal.
A falta de conhecimento e a escuridão em
que se vivia, convinha aos governantes e a muitos outros que viviam à sombra
dessa escuridão e dessa ignorância.
Alguém quer voltar atrás?
Abraço.
Dulce Martins
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21/10/2013
Uma mais-valia para o Casteleiro
Nem sempre a
interioridade é sinónimo de apatia, encolher dos braços…desistir!
Situada no Casteleiro,
a Casa da Esquila é hoje sinónimo de requinte, bom gosto, profissionalismo e
muita simpatia.
Rui Cerveira,
proprietário e criativo na arte da gastronomia tem o gosto pela ruralidade do
Casteleiro e das suas gentes.
A consideração pelo
cliente e o respeito que este lhe merece fez com que, aos domingos, o som do saxofone
se misture com o requintado bufet, com que presenteia as dezenas de forasteiros
que ali se deslocam, oriundos de variadas terras.
Numa destas refeições
dominicais fui presenteado com este requinte, invulgar, por estas e outras paragens…
Mas a surpresa não ficou por aqui!
Não resisti, e trouxe comigo um documento
informativo dos vários serviços que a Casa Esquila presta.
“É o manifesto” do PORQUÊ
GOURMET RURAL que não resisto a transcrever, aqui:
«Antes de mais, Rural, porque é a nossa identidade, somos
assumidamente rurais; gostamos de ter tempo para as coisas, gostamos de provar
os primeiros frutos da época, os legumes que vemos crescer da terra, a carne
que vem das pastagens beirãs, o peixe com os perfumes da tradição.
Gourmet, porquê? Porque
são esses produtos, naturalmente rurais, produtos de excelência. Carnes criadas
livremente em pastos, legumes cultivados com a ternura das avós, que explodem
de sabor quando os provamos; frutas que tiveram tempo para amadurecer…de manhã,
ainda, na árvore e ao almoço apresentam-se, delicadamente, na mesa com todos os
seus perfumes.
(…) Acima de tudo
pretendemos com esta nossa forma de estar, proporcionar-lhe sensações de puro
prazer e bem-estar físico e etéreo».
OBRIGADO RUI, PELO TEU PROFISSIONALISMO E BOM GOSTO!
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joaquim gouveia
20/10/2013
Posse da Junta e Assembleia de Freguesia
Ontem, 19 de Outubro, tomaram posse a Junta e Assembleia de Freguesia, eleitas no acto eleitoral realizado a 29 de Setembro, candidatos pela lista "Juntos pelo Casteleiro".
Junta de Freguesia
Presidente - António José Gonçalves Marques
Tesoureiro - Vitorino dos Reis Cantinhas Fortuna
Secretário - Carlos Alberto Antunes Gonçalves
Assembleia de Freguesia
Presidente - Cristina Maria Soares Alexandrino
1º Secretário - Beatriz da Conceição Costa Nabais
2º Secretário - Jaime de Jesus Rodrigues
Vogal - Ismael Gonçalves Valentim Martins
Vogal - Cristina Maria Leitão Clara
Vogal - Manuel João Gouveia Moita
Vogal - Albertino Machado Lopes
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posse
17/10/2013
Lucinda Pires (18/06/1958 - 17/10/2007)
Faz hoje seis anos que a Lucinda partiu. Aqui fica a homenagem que então foi feita pelo Agrupamento de Escolas do Teixoso onde era professora de Português e História.
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Lucinda Pires
Rotas e Raízes promove Freguesia de Casteleiro e Concelho do Sabugal em Setúbal
No passado fim-de-semana, 12 e13 de Outubro, a Rotas e Raízes, Lda. participou na V Edição da Feira Observanatura, realizada na Quinta da Mourisca, em Setúbal.
A Feira Observanatura tem como principal
pressuposto divulgar recursos turísticos
naturais, em particular o Turismo Ornitológico (modalidade do turismo de
natureza com particular ênfase na observação de aves) e consciencializar para a
conservação da natureza e da biodiversidade.
Representadas
na Feira estiveram várias Empresas de Turismo de Natureza, Entidades de
carácter Público e Associações de Preservação e Conservação da Natureza.
A
Rotas e Raízes, empresa de animação turística, esteve presente pela primeira vez nesta feira tendo divulgado durante o evento as suas actividades e
programas, mas também enquanto promotora do concelho do Sabugal e da freguesia
do Casteleiro.
No
stand podiam também recolher informação sobre os nossos parceiros: Casas da
Pedra; Casas de Campo Carya Tallaya e Moinho de Maneiro e sobre a história,
cultura e infra estruturas do concelho.
Todos
os produtos comercializados foram do agrado de quem os provou e também comprou.
A Rotas e Raízes
continuará a participar em Feiras e outras iniciativas onde seja possível
divulgar a Região.
Não
prometemos, mas continuaremos a surpreender e a levar a nossa Região a todo o
país.
Ricardo Nabais
16/10/2013
Posse da Junta de Freguesia
No próximo
sábado, dia 19 de Outubro, às 20 horas, realiza-se a reunião da Assembleia de
Freguesia de Casteleiro, resultante das eleições autárquicas do passado dia 29
de Setembro, com a tomada de posse da Junta de Freguesia para o mandato 2014/2017. A reunião é aberta ao
público.
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posse
14/10/2013
Junta de Freguesia sempre atenta
As tardes solarengas
deste início de Outono trazem ao largo de S. Francisco – local de todas as
novidades – as conversas masculinas, reflexo dos trabalhos agrícolas, marcados
pelo ritmo da natureza.
As vindimas acabam por
ser o tema dominante destes últimos tempos: a abundância de uvas deste ano
contrasta com a dificuldade de escoamento das mesmas mas, também, com a diminuição
de consumidores do líquido protegido por Baco.
Mas neste espaço,
nobre da aldeia, que ao domingo se encontra mais composto, a crítica às suas
instituições assume por vezes, particular atenção neste canal vivo, desta terra
que teima em resistir e se apresentar como um local onde apetece viver.
Vem isto a propósito
de que, nem todas as críticas, que aqui são feitas têm razão de ser,
nomeadamente, quando estas pretendem visar o infundado descuido da Junta de
Freguesia, perante a manutenção dos caminhos rurais. O Inverno chuvoso, seguido
de um Verão quente e prolongado, fizeram germinar todas as sementes que a terra
guardara de anos anteriores, tomando conta de alguns dos caminhos por onde,
solitariamente e de longe em longe, encontramos os seus utilizadores.
Atentos a esta
realidade, ontem mesmo, pude encontrar o Presidente da Junta, o Secretário e o
Tesoureiro, em pleno caminho da estrada a inteirar-se do estado dos caminhos,
depois das fortes chuvadas deste início de Outono.
Gostei do que vi. Os
caminhos estão ser limpos: silvas cortadas, valetas limpas, reposição de
terras… A isto chama-se PREVENÇÃO! Mas também se chama GOSTO PELA TERRA!
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junta de freguesia
13/10/2013
"Saio com a certeza de que há um caminho alternativo para o Concelho do Sabugal"
A nossa
conterrânea Sandra Fortuna termina agora o seu mandato autárquico enquanto
Vereadora, na oposição, do executivo da Câmara Municipal do Sabugal. Quatro
anos na defesa de um Concelho com Futuro, em que desenvolveu um trabalho ímpar
e dignificou, com saber e rigor, a aldeia que a viu nascer. Na última reunião,
realizada a 9 de Outubro, deixou a comunicação que transcrevemos.
Sr.
Presidente da Câmara
Senhora e senhores vereadores
Em 2009 integrei a lista do Partido Socialista à Câmara Municipal, porque acreditava no projecto de futuro do PS e das mulheres e homens que acompanhavam António Dionísio para transformar o Concelho do Sabugal num território competitivo e atractivo para nascer, crescer, viver, trabalhar, investir, envelhecer e visitar, promovendo de forma sustentada a qualidade de vida dos sabugalenses.
Candidatei-me, porque considerava que a manutenção por mais quatro anos de uma gestão PSD, nada traria de bom para os sabugalenses, e que, por isso era chegada a altura de mudar!
Mudar para resolver os problemas que se colocavam ao Concelho, dialogando com todos, e estabelecendo as parcerias adequadas, mas sempre no sentido de tomar decisões para a acção, e para encontrar as melhores soluções.
Mudar para melhorar os níveis de qualidade de vida dos sabugalenses, criando as condições necessárias para inverter o processo de desertificação crescente do nosso território.
Mudar para colocar o Concelho numa posição competitiva mais favorável no âmbito regional, atraindo empresas e criando emprego.
Mudar para recuperar o orgulho de sermos sabugalenses, arraianos, transcudanos e beirões.
Mudar, porque tínhamos a certeza que, juntos, seríamos capazes de construir um Concelho do Sabugal com futuro!
Infelizmente não conseguimos fazer chegar esta mensagem aos cidadãos sabugalenses, e, embora perdendo a maioria absoluta, o PSD manteve a liderança do executivo municipal.
Embora continuando a acreditar que o Partido Socialista e o seu cabeça de lista tinham razão e tinham apresentado um conjunto de propostas adequadas à ultrapassagem da situação gravíssima em que o Concelho se encontrava, assumi as minhas funções de vereadora da oposição, tentando, em cada momento, optar pelas soluções que, não sendo as do Partido Socialista, eram aquelas que menos agravavam a situação.
Passados quatro anos, considero-me satisfeita pelo trabalho que eu, o Luis Sanches e o Francisco Vaz, aqui desenvolvemos.
Mas naquilo que era fundamental para o Concelho, continuam alguns problemas como:
O processo de desertificação das nossas terras mantem-se, continuando o Concelho a perder população, mantendo-se as tendências de envelhecimento da população, a que se associa uma crescente incapacidade de regeneração da população residente.
O Concelho acentua a sua baixa competitividade territorial, revelando-se incapaz de atrair empresas e de criar empregos.
Embora registando algumas melhorias o Concelho continua a revelar uma incapacidade estrutural de afirmação enquanto destino turístico, apesar das condições excepcionais que possui, do ponto de vista natural e histórico-cultural.
O poder democrático vive de derrotas, muitas, e de vitórias, poucas.
O Partido Socialista perdeu mais uma vez, mas o seu amor ao Concelho do Sabugal e a vontade indomável de continuar a lutar pelo futuro desta terra e das suas gentes, levará a que, desta derrota, os socialistas saibam tirar as lições devidas e continuem, dia após dia, a construir a alternativa política que reconduzirá o Concelho do Sabugal à senda de progresso que tem sido a pedra de toque diferenciadora destas gentes raianas e transcudanas.
Termino deixando uma palavra de agradecimento ao Luís Sanches e ao Francisco Vaz pelo empenho e a dedicação que souberam demonstrar na defesa dos interesses do Concelho, mas agradecendo também a todos os militantes e independentes que sempre souberam estar ao nosso lado.
Não posso também terminar sem deixar uma saudação ao Sr. Presidente e restantes vereadores do PSD e ao Vereador Joaquim Ricardo. Separam-nos questões fundamentais, mas, considero que todos nortearam as suas posições para defender aquilo que consideravam ser o melhor caminho para o bem do Concelho e dos seus habitantes.
Uma palavra também de agradecimento às funcionárias e funcionários do Município que deram o seu apoio a este Executivo e sempre corresponderam aos meus pedidos de apoio.
Como dizia o Vereador Francisco Vaz “Saio desta experiência mais madura e mais sábia do que entrei.”
Mas saio também com a certeza de que há um caminho alternativo para transformar o Concelho do Sabugal num território competitivo e atractivo para nascer, crescer, viver, trabalhar, investir, envelhecer e visitar, promovendo de forma sustentada a qualidade de vida dos sabugalenses.
E que estarei na construção desse caminho alternativo!
Senhora e senhores vereadores
Em 2009 integrei a lista do Partido Socialista à Câmara Municipal, porque acreditava no projecto de futuro do PS e das mulheres e homens que acompanhavam António Dionísio para transformar o Concelho do Sabugal num território competitivo e atractivo para nascer, crescer, viver, trabalhar, investir, envelhecer e visitar, promovendo de forma sustentada a qualidade de vida dos sabugalenses.
Candidatei-me, porque considerava que a manutenção por mais quatro anos de uma gestão PSD, nada traria de bom para os sabugalenses, e que, por isso era chegada a altura de mudar!
Mudar para resolver os problemas que se colocavam ao Concelho, dialogando com todos, e estabelecendo as parcerias adequadas, mas sempre no sentido de tomar decisões para a acção, e para encontrar as melhores soluções.
Mudar para melhorar os níveis de qualidade de vida dos sabugalenses, criando as condições necessárias para inverter o processo de desertificação crescente do nosso território.
Mudar para colocar o Concelho numa posição competitiva mais favorável no âmbito regional, atraindo empresas e criando emprego.
Mudar para recuperar o orgulho de sermos sabugalenses, arraianos, transcudanos e beirões.
Mudar, porque tínhamos a certeza que, juntos, seríamos capazes de construir um Concelho do Sabugal com futuro!
Infelizmente não conseguimos fazer chegar esta mensagem aos cidadãos sabugalenses, e, embora perdendo a maioria absoluta, o PSD manteve a liderança do executivo municipal.
Embora continuando a acreditar que o Partido Socialista e o seu cabeça de lista tinham razão e tinham apresentado um conjunto de propostas adequadas à ultrapassagem da situação gravíssima em que o Concelho se encontrava, assumi as minhas funções de vereadora da oposição, tentando, em cada momento, optar pelas soluções que, não sendo as do Partido Socialista, eram aquelas que menos agravavam a situação.
Passados quatro anos, considero-me satisfeita pelo trabalho que eu, o Luis Sanches e o Francisco Vaz, aqui desenvolvemos.
Mas naquilo que era fundamental para o Concelho, continuam alguns problemas como:
O processo de desertificação das nossas terras mantem-se, continuando o Concelho a perder população, mantendo-se as tendências de envelhecimento da população, a que se associa uma crescente incapacidade de regeneração da população residente.
O Concelho acentua a sua baixa competitividade territorial, revelando-se incapaz de atrair empresas e de criar empregos.
Embora registando algumas melhorias o Concelho continua a revelar uma incapacidade estrutural de afirmação enquanto destino turístico, apesar das condições excepcionais que possui, do ponto de vista natural e histórico-cultural.
O poder democrático vive de derrotas, muitas, e de vitórias, poucas.
O Partido Socialista perdeu mais uma vez, mas o seu amor ao Concelho do Sabugal e a vontade indomável de continuar a lutar pelo futuro desta terra e das suas gentes, levará a que, desta derrota, os socialistas saibam tirar as lições devidas e continuem, dia após dia, a construir a alternativa política que reconduzirá o Concelho do Sabugal à senda de progresso que tem sido a pedra de toque diferenciadora destas gentes raianas e transcudanas.
Termino deixando uma palavra de agradecimento ao Luís Sanches e ao Francisco Vaz pelo empenho e a dedicação que souberam demonstrar na defesa dos interesses do Concelho, mas agradecendo também a todos os militantes e independentes que sempre souberam estar ao nosso lado.
Não posso também terminar sem deixar uma saudação ao Sr. Presidente e restantes vereadores do PSD e ao Vereador Joaquim Ricardo. Separam-nos questões fundamentais, mas, considero que todos nortearam as suas posições para defender aquilo que consideravam ser o melhor caminho para o bem do Concelho e dos seus habitantes.
Uma palavra também de agradecimento às funcionárias e funcionários do Município que deram o seu apoio a este Executivo e sempre corresponderam aos meus pedidos de apoio.
Como dizia o Vereador Francisco Vaz “Saio desta experiência mais madura e mais sábia do que entrei.”
Mas saio também com a certeza de que há um caminho alternativo para transformar o Concelho do Sabugal num território competitivo e atractivo para nascer, crescer, viver, trabalhar, investir, envelhecer e visitar, promovendo de forma sustentada a qualidade de vida dos sabugalenses.
E que estarei na construção desse caminho alternativo!
Sandra Fortuna
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sandra
12/10/2013
Dia do Idoso no Lar de S. Salvador


O Lar S. Salvador
do Casteleiro festejou no passado domingo, 6 de Outubro, o Dia do Idoso.
Ainda que a data
oficial seja a 1 de Outubro, este evento realizou-se no domingo para
proporcionar aos nossos utentes o intercâmbio com a comunidade local e com os
familiares num ambiente de grande animação e de festa.
A música ficou a
cargo do jovem Rui Pereira, saxofonista da Banda Filarmónica da Covilhã que nos
presenteou com vários temas conhecidos que muito agradaram aos nossos utentes.
Com estes eventos,
o Lar S. Salvador pretende elevar a auto-estima e o intercâmbio social e
cultural dos seus utentes num ambiente recreativo e lúdico partilhado com a
comunidade e seus familiares.
Agradecemos a todos
a presença!
A Direcção do Lar S. Salvador
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lar
09/10/2013
Gatos!
Ontem, 8 de
Outubro, percorri algumas ruas do casteleiro sem qualquer objectivo concreto.
Apenas o sabor de cruzar pela milésima vez as ruas e largos que resistem ao
tempo.
Como
esperava, vi e falei com pouca gente. Os nossos seniores que na soleira da
porta aproveitam estes belos dias de outono, um ou outro tractor que passa e
gatos, muitos gatos!
Tirei esta
foto da rua direita.
E, meus
amigos, confesso que estremeci. Será esta foto o ex-libris do casteleiro dos
nossos dias?
A aldeia que
os nossos antepassados construíram com o suor de sol a sol, é esta?
Estas
pedras, ruas e largos outrora repletos de estórias e vida, respiram sós e
apenas preservam memórias…
Acima de
tudo, olhamos uma foto e estremecemos de raiva. Face à impotência de alterar
rumos e destinos que nos escapam, de querer fazer algo que não está nas nossas
mãos, de querer mudar e não ter ferramentas nem poder para mudar.
Há dias
assim.
Uma rua e um gato podem despoletar sentimentos tão contraditórios como
beleza e raiva…
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reduto
02/10/2013
Quatro anos
Este espaço, “Viver
Casteleiro”, faz agora quatro anos. Durante este período foram publicados 518
posts, tivemos cerca de 75 mil visitas e mais de 120 mil visualizações de
páginas, com 500 comentários publicados.
O “Viver
Casteleiro” é hoje um espaço de referência para todos os casteleirenses,
independentemente do local onde vivem. E temos a noção que o único veículo de
informação para muitos dos nossos emigrantes espalhados pelo mundo.
Procuraremos,
com força e vigor, prosseguir e levar a todos mais e melhor informação sobre o
quotidiano da nossa aldeia.
António José Marques
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viver casteleiro
A semente
Chegado o momento, com muita canseira e algum suor, a
semente era lançada à terra.
A partir daquele momento, os olhos atentos do lavrador e /ou
pequeno agricultor, não se cansavam de olhar para a sua obra.
Esperavam pacientemente, que a semente acarinhada pelo sol e
pela humidade, germinasse.
O momento em que furava a terra e se mostrava era de
regozijo para todos.
A partir daí, era o período de crescimento até à idade
adulta, com as tarefas inerentes.
Pelo meio: mondar, sachar etc….
Chegada a altura, tudo se preparava para mais uma colheita.
A espiga já grada era cortada pelos ceifadores e
imediatamente feitos molhos para, logo que fosse oportuno, ser levada para a
laje e ser malhada.
Depois de limpa em dias de vento, era ainda ensacada e
carregada para os carros de vacas, que a levavam para as tulhas ou lojas
frescas.
Todas estas tarefas tinham que ser feitas manualmente e com
muito sacrifício.
Logo que o grão estivesse em casa, ainda era preciso levá-lo
ao moinho para que fosse moído e se fizesse a farinha que serviria para
fabricar o pão.
Começava então uma etapa que pertencia à mulher.
– Senhora Ana! Pode amassar.
A responsável pelo forno comunitário (forneira – era assim
que lhe chamavam) corria toda a aldeia e gritava a cada porta a mesma palavra
de ordem.
A situação repetia-se quando era chegado o momento de tender
(preparar o pão para ser cozido).
As mulheres, em grupo no forno, depositavam na pá a massa
que, depois de algum tempo, saía já pão (centeio) tostadinho e com um cheiro
irresistível.
Entrava em casa num tabuleiro comprido para, durante quinze
dias, ser uma das bases da alimentação das famílias.
Um pão suado e temperado de sacrifícios.
Era assim que tudo se processava no tempo em que ainda não
havia máquinas que facilitassem todas as tarefas do campo.
Abraço.
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dulce martins
30/09/2013
Autárquicas - Resultados no Casteleiro
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eleições
23/09/2013
Homenagem ao Padre Diogo em Rio Maior
No passado sábado, dia
21, cerca de 70 casteleirenses marcaram presença em Rio Maior, nas comemorações
das bodas de ouro do Padre António Diogo. Depois da homenagem na sua terra
natal, em Agosto, foi a vez da paróquia onde exerce há treze anos promover uma
homenagem e uma digna festa.
Largas centenas de
riomaiorenses encheram por completo a igreja paroquial da cidade numa impressionante
manifestação de reconhecimento pela acção e pela pessoa do padre António Diogo.
A seguir à missa, foram
todos convidados para um magnífico jantar servido no salão paroquial a que se
seguiram actuações de diversos grupos corais e intervenções de muitos amigos,
representantes de instituições da cidade e paróquias vizinhas.
Em nome da Freguesia
de Casteleiro, usou da palavra o Presidente da Junta de Freguesia, António
Marques:
“Meu Caro António
Viemos de longe, da aldeia que te viu nascer,
Casteleiro. Um fértil vale entre serranias que bem conheces.
Viemos aqui, a Rio Maior, para nos juntarmos a ti e aos
riomaiorenses, nesta homenagem pelas tuas bodas de ouro de vida sacerdotal.
Também nós já tivemos ocasião de o fazer lá, nessa
pequena grande aldeia que é a tua e a nossa.
Estamos aqui com a ternura e o carinho que tu conheces
e mereces. Por um dia, também nós, casteleirenses, sentimos com prazer
desmedido que fazemos parte desta comunidade de Rio Maior.
Viemos de longe, da aldeia que te viu nascer.
Viemos partilhar a amizade, estar contigo num momento
bonito da tua vida. Apenas isso.
Meu caro António
O Casteleiro saúda-te e saúda a comunidade de Rio
Maior, com quem partilhas os teus dias.
No Casteleiro, avistamos serras e terras da raia. Não
temos, como aqui, o mar por perto.
Apesar disso, acredita que no Casteleiro encontrarás
sempre um porto de abrigo. Uma baía amena e serena. Que é a tua!
Um agradecimento especial aos riomaiorenses pelo vosso
acolhimento.
António
Bem Hajas por ser quem és.”.
Daniel Machado subiu
depois ao palco para fazer a oferta da reportagem completa e artigos escritos
da homenagem realizada no Casteleiro a 11 de Agosto.
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Homenagens
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padre António diogo
18/09/2013
Mais iluminação
Estão já em
fase de conclusão as obras de prolongamento da rede eléctrica, em cerca de 200
metros, do conhecido “caminho das palheiras”, que liga a ribeira ao caminho das
quintas do anascer. Mais uma obra integrada no plano que tem vindo a ser desenvolvido de melhorar a iluminação em toda a área da Freguesia.
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