A Junta de Freguesia de Casteleiro iniciou hoje a distribuição à população de máscaras sociais recicláveis, luvas e álcool gel para desinfeção. Igualmente fez oferta ao Lar de São Salvador de material de desinfeção, luvas e máscaras cirurgicas. Mas porque estamos em situação de calamidade não podemos baixar a guarda e devemos cumprir o dever cívico de recolhimento domiciliário.
05/05/2020
Distribuição de Máscaras
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03/05/2020
30/04/2020
20/04/2020
Casamento em 1682
Em
tempo de confinamento, tempo para retomar algumas estórias
relacionadas com o passado do Casteleiro e das suas gentes.
Em
20 de abril de 1682, faz exactamente hoje 338 anos e, curiosamente,
também era segunda-feira, houve
boda no Casteleiro. Foi o casamento de Manuel Pires do
ribeiro
com Domingas Gonçalves. O pároco João Pinto da Fonseca registou
assim esse facto:
“Aos
vinte dias do mês de Abril de mil seiscentos e oitenta e dois, em
presença de mim João Pinto da Fonseca Pároco deste lugar em face
desta Igreja do Salvador, conforme o Sagrado Concílio Tridentino e
Constituições deste Bispado, celebraram o sacramento do matrimónio
por palavras de presente, Manuel
Pires filho de João Pires e sua mulher Isabel Dias e Domingas
Gonçalves, filha de Manuel Gonçalves e sua mulher Isabel João
todos deste lugar. Foram testemunhas Sebastião Pires da praça,
Álvaro Peixoto e muito mais gente deste povo; de que fiz este termo
dia, mês e era ut supra.”
Fruto
deste casamento, no ano seguinte, a 22 de agosto de 1683 nasceu a
Isabel e, em 27 de dezembro de 1685 nasceu o Tomás. Do Tomás não
foi possível saber mais.
A
Isabel viria
a casar com Filipe Sanches em 17 de abril de 1701 e tiveram dois
filhos: o Manuel que nasceu a 6 de março de 1702 e a Maria nascida a
27 de fevereiro de 1705 mas que
viria
a falecer com menos de um mês de vida, a 18 de março de 1705, no
mesmo dia que a sua mãe Isabel.
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reduto
12/04/2020
09/04/2020
ESTAMOS JUNTOS
A Junta de Freguesia de Casteleiro procedeu ontem à desinfeção dos locais públicos mais frequentados pela população, nomeadamente todo o espaço exterior do Lar de São Salvador.
07/04/2020
26/03/2020
QUARENTONA OBRIGATÓRIA - ALERTA
A Junta de Freguesia de Casteleiro alerta, mais uma vez, que todo o Distrito da Guarda se encontra em isolamento profilático. Assim, é obrigatório para todos os que cheguem ao Casteleiro, vindos do estrangeiro ou de outras zonas do país, que cumpram uma quarentena de 14 dias sem sair de casa.
Porque temos conhecimento que começam a existir casos de pessoas chegadas à nossa freguesia, que foram já por nós contactadas e disso dado conhecimento ao Serviço Municipal de Proteção Civil, apelamos a quem tenha conhecimento de novas situações ou outras em que a quarentena não esteja a ser cumprida, entre em contacto com a Junta de Freguesia para reportar às autoridades competentes.
Deve ser prioridade de todos nós prevenir a doença, conter a pandemia, salvar vidas e assegurar que as cadeias de transmissão sejas evitadas ao máximo.
O CASTELEIRO RECEBE OS SEUS DE BRAÇOS ABERTOS MAS AGORA NÃO É A MELHOR OCASIÃO
FIQUE EM CASA ONDE HABITUALMENTE RESIDE
POR SI E POR NÓS!
Declarado Isolamento Profilático
CIDADÃOS QUE REGRESSEM DO ESTRANGEIRO E/OU DE OUTRAS REGIÕES DO PAÍS TÊM QUE PERMANECER EM ISOLAMENTO PROFILÁTICO PELO PERÍODO DE 14 DIAS
A Junta de Freguesia de Casteleiro divulga este comunicado da Delegada de Saúde Coordenadora da Unidade de Saúde Pública da ULS da Guarda e apela ao seu cumprimento por todos, com a indicação que terá que reportar ao Serviço Municipal de Protecção Civil do Sabugal, o nome e contacto de todos os que se encontrarem nessa situação na freguesia de Casteleiro.
21/03/2020
20/03/2020
11/02/2020
05/02/2020
Casa da Memória do Casteleiro
Prosseguem a bom ritmo
as obras de reabilitação da velha escola escola primária para instalação da
“Casa da Memória do Casteleiro”, uma iniciativa e projecto da Junta de
Freguesia com o apoio do Programa Leader, na área 4 “Desenvolvimento Local” do
PDR2020.
Este será um espaço repositório fiel de objectos,
documentação e tradições do passado, preservando e divulgando deste modo a
memória colectiva da Freguesia.
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06/01/2020
Passagem de Ano na Casa da Esquila

Como é habitual, ano após ano, a
PASSAGEM DE ANO NA CASA DA ESQUILA, no Casteleiro-Sabugal, tem sido mais e
melhor, no serviço, acolhimento e embelezamento do SALÃO.
Com lotação esgotada, como é habitual, teve o seu início assim:
ENTRADAS, na Sala do Gourmet, com bebidas à descrição, tiras de presunto,
lagosta, sapateira, camarão e uma extensa variedade de iguarias, espalhadas em
mesas, à volta da Sala, seguindo-se depois para o Salão com a seguinte ementa:
NO SALÃO
-Linguado com folhado de legumes e puré de
abobrinha.
-Suculento naco de vitela com Risoto de enchido.
-Terra do Casteleiro.
-Bebidas.
-Café e digestivos.
-Música ao vivo, com animada dança e muita alegria.
-À meia-noite, passas, espumante, fogo de artifício
e continuação de animada dança.
NA SALA DO GOURMET
-BUFFET DA NOITE, com caldo verde e mais comes e
bebes, à descrição.
Após o Buffet da noite e mais uma dança, por volta
das 3 horas da manhã, foi um até para o ano, agradecendo a todos os que contribuíram para o
excelente e eficiente serviço, na pessoa do seu proprietário e Chef Rui Cerveira.
Daniel Machado
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passagem de ano
02/01/2020
POSTO DE CORREIOS DO CASTELEIRO
A partir de hoje, o Posto de Correios do Casteleiro está aberto diariamente das 09.30h às 12.30h e das 14.00h às 15.30h. Encerra aos sábados, domingos e feriados.
26/12/2019
Madeiro Tradição
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22/12/2019
20/12/2019
O Terreiro iluminado
O Largo de São Francisco já está iluminado para esta época festiva. E como de tradição estão já disponíveis os calendários para 2020, de bolso e de parede.
Posto de Correios do Casteleiro
A população do Casteleiro vai passar a dispor de um Posto de Correios a funcionar diariamente, com todos os serviços disponíveis em qualquer balcão dos CTT.
Após um período de conversações, a Junta de Freguesia e os CTT assinaram um Acordo de Cooperação através do qual a Junta assegura um espaço adequado e com as condições de funcionamento e acessibilidades exigíveis, bem como os recursos humanos necessários, e os CTT instalam todo o equipamento e logística inerente.
Assim, com a colaboração do Centro de Animação Cultural que autorizou a cedência do espaço no salão do edifício, foi possível realizar as obras necessárias e criar as condições ao início de actividade.
Actualmente já a funcionar em período experimental, o Posto de Correios do Casteleiro abrirá ao público no início do ano, em data a anunciar, de segunda a sexta-feira das 9H30 às 12h30 e das 14h às 15h30.
Quando têm sido públicas diversas questões relacionadas com o encerramento de Estações de Correio, a Junta de Freguesia de Casteleiro orgulha-se de ter sido possível concretizar este projecto em benefício e comodidade de toda população, afinal o motivo primeiro e razão de ser que norteia esta autarquia. Como sempre afirmamos: Uma Obra em Marcha!
27/10/2019
O Morgado e a primeira corrida automóvel
A 27 de outubro de 1902, faz hoje 117 anos, realizou-se a primeira
corrida automobilística em Portugal: Figueira da Foz- Lisboa. O
motivo desta evocação prende-se com o facto do principal
protagonista desta prova ter sido José Caetano Tavares de Melo da
Costa Lobo, então com 26 anos, conhecido entre nós como último
“morgado” de Santo Amaro.
A corrida contou com
11 inscritos, entre os quais dois Darracq, marca representada em
Portugal pela Empresa Automobilística Portuguesa que nesse ano tinha
sido fundada em Coimbra por Tavares de Melo. Um dos carros seria
conduzido por ele próprio e o outro por um afamado piloto françês
de nome Edmond, contratado para o efeito. Acontece que o dito Edmond
perdeu o comboio que o levaria de Coimbra à Figueira e, na hora da
partida, cerca das 6 da manhã, Tavares de Melo partiu não no carro
em que se inscrevera mas no outro que era mais potente. Em Coimbra
deu o lugar ao piloto Edmond e este foi o primeiro a chegar ao Campo
Grande. No entanto, a organização entendeu desclassificar o carro
pois o piloto que partiu não foi o mesmo que chegara. E estava
instalada a polémica com Tavares de Melo a lavrar protestos em todo
o lado que os jornais da época alimentaram durante muito tempo. Para
a história ficou este incidente mas também o tempo gasto no
percurso: partiu da Figueira da Foz às 5 horas e 57 minutos da manhã
e chegou ao Campo Grande às 12h e 24 minutos. O segundo carro, da
marca Fiat, que seria depois declarado vencedor, chegou mais de uma
hora depois e era propriedade do Infante D. Afonso.
Tavares de Melo foi
um dos primeiros empresários e empenhado percursor das corridas
automóveis em Portugal. Uma actividade iniciada por seu pai, Eduardo
Tavares da Costa Lobo que, em Abril de 1897, importou o primeiro
automóvel sobre pneus que deu entrada em Portugal: um Peugeot com
motor Panhard colocado à retaguarda com a força de 1 cavalo e ¾, 3
velocidades e marcha-atrás. Diz a história que o primeiro carro com
motor mecânico em Portugal era propriedade do Conde de Avilez e
chegou em 1895, um Panhard & Levassor. O que é verdade. Mas o
carro tinha rodas de ferro. O primeiro, com pneus, chegou dois anos
depois pela mão do “Morgado” de Santo Amaro.
José Caetano
Tavares de Melo Costa Lobo, nasceu em Santo Amaro em 2/11/1876, filho
de Eduardo Tavares de Melo Costa Lobo (Santo Amaro) e Eugénia da
Conceição Peixoto Brandão (Porto). Neto paterno de José Caetano
Tavares da Costa Lobo e Souza (Covilhã) e Antónia Carolina de Mello
Machado Côrte Real (São Martinho, Seia) e materno de João Filipe
de Magalhães Brandão (Guimarães) e Maria Teresa Conceição Peixoto Brandão (Lisboa).
Em 1893, então com
17 anos, matricula-se no 1º ano de Direito na Universidade de
Coimbra e em 1900 termina o curso como Bacharel. Curso que seu pai
havia frequentado de 1861 a 1866.
"Reduto", crónica de António José Marques
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17/10/2019
Confraria do Cabrito na Brasa visita Casteleiro
A Freguesia de Casteleiro recebeu no sábado, dia 12 de outubro, o II Capítulo da Confraria do Cabrito na Brasa - Sabugal. Mais de uma centena de pessoas percorreram e ficaram a conhecer um pouco da história da Aldeia. A cerimónia e a refeição decorreram na Casa da Esquila.



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07/10/2019
22/09/2019
A população do Casteleiro em 1920
Prosseguimos
a divulgação e análise da evolução demográfica do Casteleiro,
hoje com referência ao censos realizado em 1 de Dezembro de 1920.
Relembramos
aqui os
dados conhecidos relativo à
demografia do
Casteleiro: 1527: 52 habitantes; 1758: 527 habitantes; 1801: 462
habitantes e 135 fogos; 1849: 777 habitantes e 201 fogos; 1864: 848
habitantes e 214 fogos; 1900: 1210 habitantes e 307 fogos; 1911:
1268 habitantes e 317 fogos.
Em
1920 o Casteleiro tinha 1249 habitantes, 627 homens e 622 mulheres.
Relativamente ao estado civil, 734 eram solteiros (381 homens e 353
mulheres), 434 casados (210 homens e 224 mulheres) e 81 viúvos (36
homens e 45 mulheres).
Relativamente
à instrução, 1032 eram analfabetos (488 homens e 544 mulheres) e
sabiam ler 217 (139 homens e 78 mulheres).
Os
dados relativos à origem da população indicam que 1103 eram
naturais da freguesia ou do concelho do sabugal, 23 de outro concelho
do distrito da guarda, 119 de outra naturalidade e 4 considerados
estrangeiros. Quanto
número de fogos foram contabilizados 313.
Da
análise deste censo comparativamente ao de 1911, constata-se que a
população diminuiu pela primeira vez: 19 pessoas em 9 anos e o
número de fogos também, de 317 para 313.
Esta
diminuição da população ficou a dever-se à denominada
“pneumónica” ou febre espanhola que assolou o País com maior
incidência de Agosto a Dezembro de 1918. Estima-se que tenham
morrido em Portugal 50 a 70 mil pessoas, maioritariamente
crianças e idosos. Os
dados do distrito da Guarda indicam que a população diminuiu 5,7%
(258.243 pessoas em 1920) e. no concelho do Sabugal a população
residente passou de 34.778 em 1911 para 33.653 em 1920.
Como
veremos nos censos de 1930 esta tendência será invertida, mas
lentamente!
"Reduto", crónica de António José Marques
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reduto
Confraria do Cabrito na Brasa
No próximo dia 12 de Outubro a Freguesia de Casteleiro vai receber o II Capítulo da “Confraria do Cabrito na Brasa – Sabugal”.
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confraria do cabrito na brasa
01/09/2019
UM CASAMENTO EM 1690
Em 31 de Agosto de 1690, faz hoje exactamente 329 anos, houve festa e
boda no Casteleiro.
“Aos
trinta e um dias do mês de Agosto da era de mil seiscentos e noventa
anos se receberam em face da igreja por palavras de presente na
paróquia do Salvador deste lugar de Casteleiro perante mim o padre
cura e testemunhas abaixo nomeadas, Manuel Dias filho de João
Gonçalves e Isabel Dias com Maria Cerveira filha de João Cerveira e
de sua mulher Isabel Gomes todos meus fregueses e moradores neste
lugar, foram testemunhas o padre licenciado João Proença da Fonseca
e outro padre Manuel Mendes deste dito lugar e outros moradores , por
ser verdade fiz este assento que assino dia mês e era ut supra.
O
padre cura Bernardo Nunes Peixoto”
Os
pais do noivo, João Gonçalves (filho de João Fernandes e Maria
Fernandes) e Isabel Dias (filha de Bartolomeu Dias e Maria Gonçalves)
tinham casado em 23/11/1669. Tiveram, pelo menos, mais uma filha,
Maria, nascida em 24/10/1678. Os pais da noiva, João Cerveira (filho
de João Cerveira e Brites Jerónimo) e Isabel Gomes (filha de Manuel
Gomes e Maria Fernandes) tinham casado 27/1/1675.
No
ano seguinte ao casamento, em 7/11/1691, o casal teve a sua primeira
filha de nome Maria e nove anos depois, em 22/8/1700 nasceu a Isabel.
No
entanto, segundo um assento de casamento que se reproduz, ambos terão
falecido antes de 1704. E em 31/1/1704, com apenas 13 anos, a sua
filha Maria casa com Manuel Gonçalves com 21 anos (nascera em
5/10/1682), filho de Domingos Gonçalves do Olival e de Isabel
Lourenço. Em 10/7/1715, Maria já com 24 anos tem a sua primeira
filha, Maria.
“Aos
trinta e um dias do mês de Janeiro de mil setecentos e quatro nesta
igreja do Salvador deste lugar do Casteleiro em presença de mim o
licenciado Padre João Pinto de Fonseca Cura da dita Igreja e das
testemunhas abaixo nomeadas e assinadas o padre Domingos Pinto da
Fonseca, Manuel Cerveira e Marcos Gomes todos deste lugar e muita
mais gente que presente esteve, em face da igreja conforme dispõem o
Sagrado Concílio Tridentino e Constituições deste Bispado da
Guarda, se casaram por palavras de presente Manuel Gonçalves,
solteiro, filho de Domingos Gonçalves do Olival e de sua mulher
Isabel Lourenço já defunta e Maria Cerveira, solteira, filha de
Manuel Dias e de sua mulher Maria Cerveira já defuntos moradores
neste lugar de Casteleiro e dele naturais os dito contraentes, de que
fez este assento o licenciado Padre João Pinto da Fonseca que o
escrevi.”
Factos
reais de famílias casteleirenses!
"Reduto", crónica de António José Marques
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