21/05/2011

Uma escolha fácil

No próximo dia 5 de Junho realizam-se as eleições legislativas. Todos temos o dever de votar. É certo que votamos em partidos, mas vamos votar para eleger os deputados que irão representar o Distrito na Assembleia da República.
Pela minha parte, não tenho dúvidas.
Vou votar na casteleirense e nossa conterrânea Sandra Fortuna.





"Reduto", espaço de crónica semanal de autoria de António Marques

18/05/2011

A terra que nos viu nascer

A terra que nos viu nascer tem e terá sempre um lugar especial no nosso coração.
Quer estejamos próximos ou afastados, teremos sempre a sua marca, o seu carimbo.
Há laços que não se cortam, ficaremos eternamente enleados neles.
Até podemos estar algum tempo sem contacto físico, mas o coração pula sempre que alguma coisa nos fala desse berço que nos acolheu quando, pela primeira vez, tivemos contacto com o mundo.
A sua marca está gravada em nós.
São as nossas origens.
Renegá-las seria renegar a nossa identidade e as nossas raízes.
Sinto que faço parte da família casteleirense.
Sinto-me feliz pela evolução positiva que se tem verificado nesse bocadinho de terra aprazível e aconchegante da Beira Interior.
A Festa da Caça está a ser uma espécie de vitamina anual, que faz essa terra crescer e tornar-se mais forte.
Essa actividade – e outras igualmente mobilizadoras – é que fazem dela uma terra diferente e dinâmica.
Um exemplo a seguir.
Outras começam agora a sentir que também precisam de sair do anonimato.
A festa é uma forma de incentivo e dinâmica.
Vivam com alegria os dias que se aproximam, tirem partido de tudo e colaborem sem hesitar.
Entreguem-se à festa e a tudo o que ela oferece.
Entusiasmem-se.
Sendo assim, no ano que vem será ainda melhor.

Abraço.






Texto de autoria de Maria Dulce Martins

Chegaram os pendões da Festa

09/05/2011

Quem identifica o local?

Os leitores do Viver Casteleiro não arriscaram na identificação do local.
Trata-se do Brasão existente na Quinta de Santo Amaro, na casa do “Morgado” Eduardo Tavares de Melo da Costa Lobo, filho de José Caetano Tavares da Costa Lobo e Sousa e Antónia Carolina de Melo Machado Corte Real. Eduardo Costa Lobo viria a casar com Eugénia da Conceição Peixoto Brandão. Do casamento nasceu uma filha em 10/5/1875, de nome Maria do Céu Tavares de Melo da Costa Lobo.
O Brasão, com a forma de escudo esquartelado, tem no primeiro quartel as armas dos Tavares, no segundo as dos Costa, no terceiro as dos Lobo e no quarto as dos Melo.

05/05/2011

Assembleia e Junta contra eucaliptal

No passado dia 30 de Março, a Câmara Municipal do Sabugal deliberou autorizar a realização de um ensaio de plantação de eucalipto na Quinta de Valverdinho, na sequência de um projecto apresentado pela empresa Sociedade Civil e Herdeiros de Manuel Macário Castro que contempla uma área de 30 hectares.
Face a esta decisão, a Assembleia e a Junta de Freguesia de Casteleiro,
-Considerando que o Plano Regional de Ordenamento Florestal da Beira Interior Norte refere que a área é excelente para castanheiro e carvalho-negral e que em relação ao eucalipto “esta região é francamente inapta”;
-Considerando que o referido PROFBIN aponta como meta a diminuição de espaços florestais arborizados com eucalipto em 4% até 2025;
-Considerando a informação do Gabinete Técnico Florestal da Câmara do Sabugal que salienta “o eucalipto é problemático para o ecosistema na medida em que contribui para a erosão dos solos” e que a área do projecto apresentado se caracteriza por ser um solo pobre o que “com uma plantação intensiva poderá contribuir para agravar a situação”;
-Considerando ainda a mesma informação ao referir que “uma plantação de eucaliptos afecta negativamente a paisagem e a biodiversidade, degradando os recursos hídricos subterrâneos” e que “a esta espécie está associado sobretudo interesses económicos”;
-Considerando que, por outro lado, o Gabinete Técnico Florestal da Câmara do Sabugal alerta para o facto de que “o eucalipto é produtor de óleos essenciais, produtos altamente inflamáveis, tornando-se os incêndios florestais não só frequentes, como também incontroláveis”;
-Considerando que, no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Concelho do Sabugal, se encontram definidas as Faixas de Gestão de Combustível correspondente à Rede Primária e que a área proposta para arborização é atravessada pela rede primária;
Nos termos da alínea r), do nº 1, do Artigo 17º da Lei nº 5-A/2002, delibera:
1-Manifestar a sua total oposição à aprovação de qualquer projecto de arborização, ou ensaio pontual, com eucalipto, na área da Freguesia de Casteleiro.
2-Não compreender que, muito embora toda a legislação que a informação do Gabinete Técnico Florestal da Câmara evidencia, aponte para a não aprovação do projecto, a Câmara opte pela aprovação de um “ensaio”, tendo ainda em conta que, em 19 de Janeiro, recusou projecto idêntico para a Freguesia de Santo Estevão.
3-Dar conhecimento do teor desta deliberação a todos os órgãos que, directa ou indirectamente, tutelem a área.

A Assembleia e Junta de Freguesia de Casteleiro

30/04/2011

Festa da Caça na Internet

A partir de hoje, a Festa da Caça tem um espaço próprio na Internet.

No blog casteleiroemfesta.blogspot.com, será divulgada toda a programação, dia a dia, hora a hora, e também os preparativos feitos no terreno, bem como os bastidores e também algumas curiosidades.

Não deixe de acompanhar a "construção" da que ambicionamos venha a ser a maior Festa temática da Beira Interior.

27/04/2011

Páscoa desportiva

O Centro de Animação Cultural do Casteleiro levou a efeito a iniciativa “Páscoa Desportiva”. No sábado, foi tempo para o reviver de alguns jogos tradicionais e, no domingo, um disputado jogo solteiros/casados que terminou com um suado empate.



























20/04/2011

O som das badaladas

Na minha aldeia, durante muitos anos, a única forma de orientação para lá da inclinação do sol, era o relógio instalado na torre da igreja.
Dlam, dlam, dlam…
Dolente, sem pressa, ia batendo as horas e dizendo a cada um, em que ponto do dia se encontrava.
Com os ouvidos sempre atentos, as cabeças erguiam-se e contavam:
Uma.
Duas.
Três…
Era a este ritmo manso que, naquele tempo, decorria a vida.
De dia e de noite.
O sino era uma companhia sempre presente.
Se por acaso parava (às vezes esqueciam-se de lhe dar corda), era logo notada a sua falta.
«Hoje o relógio não dá as horas!»
«Que horas serão?»
«Ai, isto assim é uma tristeza»!
Ouvi pessoas dizerem que o relógio era uma companhia, tal era a solidão.
Sempre que me lembro daquele som, revejo a aldeia quieta, serena, em silêncio.
Era um toque forte mas triste.
Sem pressas.
Um toque que soava cá mesmo no fundo, que mexia comigo, sobretudo se fosse em dias de tristeza ou de preocupação.
Ainda hoje quando telefono para casa e oiço lá longe o sino actual, mesmo sem querer, sou transportada para esse tempo.

Depois havia os outros toques do sino.
Esses tinham outras funções.
Praticamente as mesmas de hoje quase sempre relacionadas com actos religiosos.
Mas havia um toque que me marcou mais que qualquer outro.
O toque que anunciava mortes, o toque «a dobrar».
Era certo que esse era um dia de tristeza.
Como a aldeia era e ainda é pequena, a tristeza era geral, o espírito de união deixava todos com um semblante carregado e unidos na dor.
O sino aumentava ainda mais esse sentimento.
Dou comigo muitas vezes a recordar para mim mesma um célebre poema de Fernando Pessoa:

Ó sino da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro da minha alma.

Como é lento…

É bom recordar.
Ainda que as recordações por vezes, não sejam tão agradáveis assim.
É sinal de que aceitamos o passado.







Texto de autoria de Maria Dulce Martins

19/04/2011

Águas Radium, obviamente!

A foto aqui publicada é, de facto, das Águas Radium na Serra da Pena. Foi retirada de um blog onde poderão ver outras belas imagens. Aqui.


E porque o edifício das Águas Radium nem sempre foi ruína, aqui fica uma foto do tempo em que estava em plena actividade termal e outra da publicidade feita em Madrid.






16/04/2011

Sandra Fortuna integra lista de deputados



A nossa conterrânea Sandra Fortuna integra a lista de candidatos a deputados do Partido Socialista pelo Distrito da Guarda.

É com grande orgulho que as gentes casteleirenses e, estou certo, do concelho do Sabugal, recebem esta notícia.

A Sandra Fortuna tem já um percurso profissional e de vida a todos os títulos exemplar, de dedicação à causa pública, mas também na áreas do ensino e da solidariedade social. Como Vereadora eleita na Câmara do Sabugal tem liderado a oposição ao actual executivo camarário, pautando a sua intervenção pela defesa intransigente de um Concelho com futuro, onde dê gosto viver e trabalhar.

A sua inclusão na lista de candidatos a deputados é o reconhecimento público e assumido que a Sandra Fortuna reúne condições para contribuir, na Assembleia da República, pela defesa e engrandecimento de todo o Distrito da Guarda.

Para nós, casteleirenses, que conhecemos a Sandra desde que nasceu, é reconfortante saber que os méritos que lhe reconhecemos vão muito além da nossa terra!

No próximo dia 5 de Junho, os casteleirenses e as gentes do Concelho do Sabugal, irão confirmar que confiam na Sandra Fortuna e que se revêem na sua representatividade.


António José Marques


13/04/2011

Quem identifica o local?


Volfâmio, as minhas lembranças

Lembro-me do minério negro e ainda húmido, a secar sobre um tolde em minha casa, à espera de comprador. Tinha sido extraído em Gralhais, naquela a que chamavam a vala rica. Era dado este nome à dita vala, por ter uma quantidade de minério superior ao normal e também por aparecerem juntamente com o volfrâmio, pequeninas pipetas de ouro. O volfrâmio naquela época não me interessava muito, mas o ouro sim. Era bastante atractivo, apesar dos meus seis ou sete anos. Catava então as pequenas pipetas, que juntava numa caixa até encontrar comprador. A concorrência para a comercialização naquela altura não era muita, mas acabava por aparecer um judeu de Belmonte, que era o mesmo que comprava as peles dos borregos, e os “cornachos” extraídos dos cereais. Havia então que negociar com o judeu, embora o negócio não fosse propriamente renhido. Dava cinco tostões ou dez, depois de algum adulto dizer que era muito pouco, que tinha que dar mais alguma coisa.

Acontecia que todo o minério extraído tinha que ser declarado, o que nem sempre acontecia. Recordo-me então de vir do Sabugal a GNR investigar e levar todo o minério que encontrou na aldeia, inclusivamente o do meu pai, Manuel Guerra e do meu tio, Manuel Machado. Acontece, porém, que quem o comercializava e por conseguinte tinha sempre maior quantidade, era o Joaquim Soares, a quem não foi apreendido sequer um punhado. Gerou-se então uma grande confusão na aldeia. Pensavam que só podia ter sido suborno, ou que ele próprio tivesse denunciado os outros. Ali havia gato, pensavam. Mas afinal não havia. O que aconteceu foi que os Agentes da GNR foram almoçar a uma tasca no Sabugal, então a empregada, uma tal Trindade, que era do Casteleiro, ouviu a conversa e contou ao dito comerciante Joaquim Soares que estava programada uma acção de fiscalização para aquele dia, pelo que ele fez de imediato desaparecer todo o volfrâmio que tinha na sua posse.

Cada um vivia à sua maneira o dinheiro resultante do volfrâmio, mas era certo e sabido que todos os Domingos havia baile no terreiro de S. Francisco. Com o baile e o vinho, era certa a zaragata. Umas vezes porque os dois queriam dançar com a mesma rapariga, outras porque tinham que defender a honra, e a melhor maneira de o fazerem era à pancada.
Então num desses Domingos exageraram na zaragata. Um deles ficou caído no chão sem se levantar. Julgavam-no morto e houve alguém que telefonou para a GNR. Os agentes chegaram e perguntaram onde está o morto? Levanta-se então do chão o dito morto e responde, sou eu Sr Guarda.

Texto de autoria de Maria do Nascimento Guerra Soares

18/03/2011

"Viver Casteleiro" atinge 20 mil visitas


O “Viver Casteleiro” atingiu hoje as 20000 visitas.
Iniciado em 23 de Setembro de 2009, foram já publicados cerca de 250 posts para um total de 55 mil page views.
Progressivamente, o “Viver Casteleiro – Terra com Futuro” tem vindo a afirmar-se como meio privilegiado de informação para todos os casteleirenses, independentemente do local onde residem.
Aqui fica a nossa promessa de continuar!

15/03/2011

D. Aurora, uma professora de muito má memória


Veio do Marmeleiro, que era a sua terra natal.
Era ainda solteira e casou na nossa terra.
Oiço a história dela desde criança.
Mas nunca tive disponibilidade para contar estas tristes cenas.
Vai ser hoje.
Estava-se nos anos no início dos anos 30 do século XX.
Mais propriamente, em 1932/33.
Foi colocada no Casteleiro uma professora terrível que fez muito mal às raparigas.
Tanto que, nos oito ou nove anos em que esteve na nossa terra a dar aulas, apenas quatro raparigas fizeram a 4ª classe – as outras, todas, ficaram pelo caminho, na segunda ou na terceira classe e daí nunca passaram.
Fazer a 4ª classe nesse tempo era coisa séria e tinha muito valor.
A D. Aurora (mais tarde Aurora Carrilho, porque casou com o Professor Carrilho) era de tal calibre que muitas crianças ficaram assinaladas fisicamente – para lá da tortura psicológica de terem de ir às aulas daquela carrasca. Batia sem dó nem piedade. Feria e marcava as raparigas.
A escola dos rapazes era onde agora funciona o Centro Médico. A das raparigas era do outro lado da estrada, quase em frente.
Nessa altura, o sino tocava quatro badaladas para início das aulas. A esse toque, as crianças tinham um baque no estômago. Umas choravam. Outras vomitavam. Outras berravam e fugiam. Outras iam para a varanda a chorar desnorteadas. Outras ficavam tão nervosas que, se estivessem a comer, até deixavam cair a colher.
Uma desgraça.
Uma das poucas crianças que conseguiram fazer a 4ª classe, ela, a D. Aurora, levou-a a exame ao Sabugal com um braço partido – que ela lhe tinha partido à tareia.
A outra, partiu-lhe uma pedra de escrever na cabeça e teve de levar «cinco agrafes».
Mas um dia a coisa podia ter dado mau resultado: as mães das crianças revoltaram-se de tal modo que foram à escola onde a professora até tinha deixado as raparigas fechadas – esqueceu-se delas… e ameaçaram tratar-lhe da saúde, de tal modo já estavam fartas dela.
E isso, não esquecer, em anos duros com a ditadura a dar os primeiros passos.
Antes desta besta desta professora, no entanto, esteve a dar a primária no Casteleiro uma professora chamada D. Estrela. Não batia. Tratava muitas vezes as alunas por filhas. Imaginem a surpresa e o pânico das mesmas crianças quando, na segunda e na terceira classe apanham aquela «algoz» daquela D. Aurora.
Diga-se que com a D. Estrela e, antes dela, com a D. Gracinda, mulher do Sr. Firmino (comerciante), houve muitas crianças com a 4ª classe feita com distinção.
Mesmo que os castigos físicos fossem uma regra destas épocas terríveis.
Agora… Donas Auroras, nunca mais!






"Memória", espaço de opinião de autoria de José Carlos Mendes

13/03/2011

Como Ulisses, regresso a Ítaca

Peregrinando dia a dia à sombra do Convento de Mafra onde resido há mais de quarenta anos, quantas e quantas vezes regresso em recordação e desejo ao Casteleiro (a minha Ítaca). Aí, nesse vale formado pelo sopé das serras d’Opa, Vila, Mosteiro e Presa, nasci e vivi a minha infância. Aí cresci menino no Largo da Fonte até fazer a quarta classe, depois de molestado por algumas reguadas e golpes de cana da Índia, instrumentos da pedagogia autoritária do professor Neves ( de positiva e saudosa memória).
Sol ainda escondido, com vento, frio ou neve, lá vinham, diariamente, da Presa e do Fojo, os dois companheiros em busca do futuro: o Quim Zé Corista e o Ismael. E quando fiz o exame de quarta, levado ao Sabugal pela arrastadeira do Sr. Quim Paiva, nesse dia gravou-se o meu destino. Numa classe de quinze alunos, o Ismael franzino fizera o exame; regressávamos ao Casteleiro e o condutor (Quim Paiva) virou-se para o meu pai e disse:
“ Ó Jaquim, manda o garoto estudar!
- Não tenho posses!
- Mete-o no Seminário.
E deste breve diálogo resultou o meu futuro. Passado um ano, entrei no Seminário de Santarém, onde já estudavam os meus primos António e Alberto. Três anos em Santarém, três em Almada, mais seis nos Olivais e em 15 de Agosto de 1964, fui ordenado sacerdote pelo cardeal Cerejeira.
Retornando sempre ao Casteleiro nos três momentos de férias, Natal, Páscoa e Verão, aí fui formando a minha personalidade na convivência directa com os meus familiares, outros estudantes e demais conterrâneos. Seminarista esforçado, filho colaborador, jovem ambicioso e atleta, cidadão preocupado com os dramas da vida, sonhando sempre com a libertação da pobreza, da ignorância e da opressão.
Relembro as minhas vivências mais marcantes: as meditações e muitas leituras nas escadas do coro da Igreja; o meu longo circuito, quase diário, desde a aldeia, pelas barreiras da Bica até ao Prado, descendo, depois do almoço frugal, pelo Fojo até à Carrola para fazer a rega, e completando o longo trajecto com uma enérgica futebolada no Campo da Padaria. E depois nas noites cálidas de Agosto, passeando pela estrada fora até à ponte, em diálogo cultural com o Toninho Rosa a quem devo a iniciação na leitura da Mensagem de Fernando Pessoa, ou então conversando sobre o quotidiano com grupos ocasionais reunidos no cantinho do Quim Paiva. Toninho Rosa, Neca, Alberto, Norberto Azevedo, Ismael, Quim Paiva e Manuel Guerra e outros…
Volto ao Casteleiro duas, tês vezes por ano. Lá encontro ainda os primos Antónia, Alberto, Maria de Lurdes, Joaquim Diogo.
Felicito os conterrâneos que escrevem textos interessantíssimos no blogue “ Viver Casteleiro”: o Zé Carlos Mendes, a Dulcinha, o Quim Gouveia, o Daniel Machado, e outros que já não conheço.
Encorajo a Junta de Freguesia a prosseguir no trabalho notável que vem fazendo de responder, com serviços oportunos, às necessidades dos cidadãos: o pagamento da água, da luz e do telefone, o recebimento das reformas, a animação da aldeia com iniciativas cheias de criatividade. Festas populares tradicionais, festa da Caça, passeios equestres (e por que não terrestres … com itinerários tão belos!).
Saúdo as direcções do Lar de S. Salvador e do Centro de Animação Cultural pela eficácia do seu trabalho e pela sua louvável luta contra o despovoamento.
Um abraço muito sentido para os primos Tó Zé Marques (Sr. Presidente) e Carlitos (Sr. Secretário), pelo trabalho solidário realizado na Junta, não esquecendo a competência e sabedoria do Vitorino Fortuna.
Continuarei a regressar em busca da minha matriz geográfica, familiar, humana, o meu passado… ao Casteleiro!


Igreja Nova - Mafra, em 12 de Março de 2011
Ismael Nabais Gonçalves

Foto do Dia


Hoje, domingo, no canal do Regadio da Cova da Beira, a poucos metros do cruzamento para o caminho da Presa, mais um corso que depois da queda não conseguiu sair acabando por sucumbir. Chamada ao local, a GNR da Guarda transportou o animal para o Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS), em Gouveia.

08/03/2011

Tuna Universitária anima Lar do Casteleiro








































A “Desertuna”, Tuna Universitária da Beira Interior, proporcionou hoje uma Terça-Feira de Carnaval diferente aos utentes do Lar de São Salvador do Casteleiro. Muita música e animação quebraram a rotina em ambiente festivo.