21/12/2017
17/12/2017
16/12/2017
03/12/2017
O Cadastro de 1527
Em Julho de 2013 publiquei aqui parte de um documento inédito:
o primeiro grande “recenseamento” do
Reino efectuado em 1527, no que diz respeito ao então “Termo de Sortelha”. Um documento
cujo original se encontra no Museu Britânico e que mão amiga me fez chegar.
Hoje transcrevo a totalidade do documento num português que
todos compreenderão.
“Termo da Villa de Sortelha /
Item na Villa da sortelha e seu termo vivem moradores ... 383
/ na Villa dos muros adentro vivem ... 78 / E no termo tem quymze lugares e
quymtas em que ha moradores se/quymtes / o lugar de samtestevam ... 76 / o
lugar de samto amtonio ... 15 / o lugar malloata ( sic ) ... 13 / o lugar de
pena lobo ... 24 / o lugar de bemdada ... 48 / o lugar do casteleiro ... 52 / o
lugar da mouta ... 42 / A quymtam de cyzirota ... 4 / A quymtam dagoas bellas
... 12 / A quymtam de Vallmourysio ... 7 / A quymtam dos amos ... 3 / A quymtam
da ( sic ) pam ... 2 / A quymyam do azinall ...3 / A quymtam do ameall ... 2 /
o cassal do duraom da rua ... 1 / que todos ffazem a soma .... ( sic ) /
E a dita Villa tem de termo em comprido seis legoas e em
largo tres le/goas parte e comfromta ho termo da dita Villa com o termo da
cidade 7 da Goarda que estaa pera o norte e da Villa a dita cidade sam quatro /
legoas e omde se parte o termo ha legoa e mea e asy parte e confromta / com a
villa de bellmomte e ha de huuma Villa a ouutra duad llegoas / pera ho poemte e
omde se partem os termos huuma legoa e asy parte e / comfromta com a villa de
covjlham e ha de huuma vylla a ouutra quatro / legoas omde se parte o termo
huuma legoa e asy parte e comfromta / com a Villa de penamacor e de huma villa
a ouutra sam tres legoas e / omde se parte o termo haa huma legoa e asy parte e
comfromta com o / reyno de Castella cimco legoas e / parte com a villa do
sabugal e ha de / huuma villa a outra duas legoas e tamto tem de termo pera a
dita vylla / chega o termo a dita vylla pelo ryo de coa que vay pegado nos
muros // do sabugal e asy parte e comfromta com ha villa de touro e tem de
termo / pera lla legoa e mea / o sabugal faz pera ho nascente e o touro mais /
pera o norte /”.
Como então referi, este documento revela-nos a existência de
52 moradores no Casteleiro mas, por outro lado, levanta outras questões. Estão
aqui referidos 15 topónimos: 7 “lugares”, 7 “quintas” e 1 “casal”. E se muitos
dos topónimos referidos chegaram sem grandes alterações aos nossos dias, outros
não têm correspondência. O estudo desses lugares está quase feito na
totalidade.
Em próxima crónica irei aqui desvendar essa correspondência
para a actualidade e, finalmente, aquilo que há alguns anos tem sido objecto de
investigação exaustiva: o nome possível, em 1527, da Quinta de Santo Amaro.
"Reduto", crónica de António José Marques
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30/11/2017
Lar aprova Plano e Orçamento - 2018
No passado dia 25 de
novembro teve lugar a Assembleia Geral dos sócios da Associação do Lar e Centro
de Dia de São Salvador do Casteleiro.
De acordo com o número
3 do artº 29 dos seus Estatutos “A Assembleia-Geral
reunirá ordinariamente até 30 de Novembro de
cada ano, para apreciação e votação do orçamento e programa de ação para o ano
seguinte”.
Com o Plano de Atividades e o Orçamento
disponibilizados atempadamente todos os sócios puderam fazer a sua análise
prévia e consolidar as suas opiniões.
Baseado no RIGOR e na SUSTENTABILIDADE da instituição
o Orçamento, a rondar os quinhentos mil euros, prevê um saldo positivo, tal
como já se confirmou em anos anteriores.
Das notas explicativas dadas pela Direção registe-se o
facto do Lar do Casteleiro manter as suas contas sãs, chegando ao final de cada
mês com os salários dos colaboradores e pagamento a fornecedores, completamente
regularizados.
Depois de analisados, o Plano de Ação e o Orçamento
para 2018 foram aprovados, por unanimidade, pelas três dezenas de associados
presentes.
A Direção
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25/11/2017
21/11/2017
Lar inaugura "Local de Oração"
No meio
de um mundo agitado, por vezes é necessário encontrarmo-nos a nós próprios, no
meio da multidão, pensar, refletir nos cruzamentos e estradas da vida
Foi com este
intuito que a Associação do Lar e Centro de Dia de São Salvador do Casteleiro
decidiu construir um espaço físico destinado à oração, à meditação.
A inauguração
deste espaço foi no pretérito dia 16 de Novembro, precedida de missa e benção
pelo Sr. Pe. Eduardo, e contou com a presença do Sr. Presidente da Câmara
Municipal do Sabugal, Sra. Vereadora Sílvia Nabais, Sr. Presidente da Junta de
Freguesia do Casteleiro, sócios fundadores, elementos do Conselho Fiscal e
Assembleia Geral, familiares e amigos dos utentes, colaboradoras, bem como a
presença dos próprios utentes das três valências da instituição.
Passamos a
transcever o discurso proferido pelo Sr. Presidente da Direção:
“ Boa tarde
meus senhores e minhas senhoras. Em primeiro lugar quero agradecer a todos a
vossa presença; à Câmara Municipal do Sabugal, Sr. Padre Eduardo, Junta de
Freguesia do Casteleiro, a todas as Associações aqui representadas, e todas as
pessoas presentes; É com imensa satisfação que vos recebo nesta casa na
inauguração de uma pequena capela, um Lugar de Oração, que o Lar não tinha mas,
que se sentia imensa necessidade; Tudo isto nasceu de um sonho; Um sonho de
olhos bem abertos; Penso todos os mortais são sonhadores; Eu sou um sonhador;
mas quando se sonha é preciso acreditar e, eu acreditei.
Mal de quem não
sonha, em especial a pensar no seu semelhante;
Quero agradecer
à camara municipal do SABUGAL, na pessoa do seu Presidente Eng. António Robalo,
que ao apresentar-lhe a ideia, de imediato foi por si acarinhada, porque todas
as vezes que me dirigia ao seu gabinete era sempre bem recebido sem que
procurasse se tinha ou não entrevistas marcada e, não forma poucas; Pela ajuda
da Cmara Municipal, porque sem ela não seria possível a sua construção; Por
vezes não é só o vil metal que conta; as palavras vão muito mais longe e,
incentiva-nos a não desistir; Aos Senhores Veradores com quem contactei, sempre
me receberam de portas abertas, à Dra. Matilde e arquiteta Sofia pelo seu
trabalho e conselhos; À Junta de Freguesia do Casteleiro pela sua ajuda monetária, à
utente desta Casa Dª Mª Piedade Mendes e Lena Campos pela ornamentação da nossa
capela.
E como os
últimos são sempre os primeiros, para a D. T. Dra. Sara Ribeiro e Enf. Carla
Clara, que sempre acreditaram em mim, me incentivaram, me ajudaram a sonhar, me
acompanharam, me auxiliaram vai para elas o meu reconhecimento e o meu BEM
HAJA!
Esta obra nasceu
de um sonho, de uma necessidade; Como Sonho foi o início da construção deste
Lar, (estão entre nós alguns dos seus fundadores a quem agradeço a sua
presença). Esta casa não tinha um local de Oração; Não é uma Catedral, uma
Igreja, é apensas uma pequena capela religiosa, que ficará sempre de portas
abertas, para quando alguém tenha necessidade de desabafar, meditar, orar ou
mesmo falar sozinho, do seu passado, das agruras do presente; Tem aqui onde se
refugiar, dar largas ao seu pensamento, limpar algumas lágrimas ao relembrar um
passado que dificilmente regressa.
Tudo isto em
nome dos nossos utentes que estão e estarão sempre em primeiro lugar; Estarei
como sempre estive a seu lado, dentro ou fora dos Corpos Sociais, é a minha
missão; É uma missão que impus a mim mesmo; Estar sempre ao lado dos humildes e
dos que sofrem. A minha mente está com aqueles que passaram por esta casa e já
partiram; Para eles vai a minha homenagem e lembrança.
E para terminar
quero citar esta frase, lida por mim em qualquer lugar:
O HOMEM SONHA E
A OBRA NASCE.
Muito obrigado a
todos os presentes que se dignaram a estar nesta singela inauguração."
O Presidente da
Direção
Jaime Rodrigues
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15/11/2017
11/11/2017
A Dona Maria do Céu
“Maria do Céo” nasceu pelas oito horas da noite do dia 23 de
maio de 1900 no lugar de Enxames, freguesia da Fatela, concelho do Fundão. Foi
baptizada no dia 13 de julho do mesmo ano, na Igreja de São João Baptista da
Fatela.
Ilegítima por ser filha de pai incógnito, era filha de
Theresa Jorge de Carvalho, solteira, com a profissão de costureira, empregada
de casa do Padre António Vaz Barreiros, natural e moradora na freguesia das
Inguias, concelho de Belmonte. Foi padrinho de baptismo Manoel Mathias Lopes,
solteiro, pastor e madrinha Maria Nunes dos Santos, solteira, costureira, ambos
da freguesia da Capinha.
Theresa de Carvalho, mãe da Maria do Céo, nascera às dez
horas da manhã do dia 26 de Setembro de 1876, filha de José Rodrigues Carvalho,
carpinteiro e de Theresa Jorge, fiadeira, naturais e moradores na freguesia das
Inguias que tinham casado em 14 de agosto de 1865, ele com 29 e ela com 20 anos.
Era neta paterna de Thimóteo Ambrósio, pastor, natural de Caria e de Maria de
Carvalho natural das Inguias. Por parte da mãe era neta de António Rodrigues
Leitão e de Maria Jorge, igualmente das Inguias.
A Maria do Céu, após ter passado os seus primeiros anos de
vida nos Enxames, segundo as nossas fontes regressou às Inguias para junto da
mãe e aí frequentou a escola.
Em 20 de janeiro de 1919, com apenas 18 anos, casou
civilmente nas Inguias com Joaquim Lopes Neves Mendes Guerra, natural do
Casteleiro, então com 25 anos, que terminara em 1916 o curso de Direito na
universidade de Coimbra.
Começava nesta data o período uma nova etapa na vida da,
agora, Dona Maria do Céu, durante décadas conhecida como a “Senhora” da Quinta.
A Quinta Mimosa. A 31 de Janeiro de 1951 morre, nas Inguias, a sua mãe Teresa.
E dois anos mais tarde, a 24 de Janeiro de 1953, perde o marido, Joaquim
Guerra, na sequência de uma hemorragia cerebral. Fica viúva aos 52 anos.
O Dr. Joaquim Guerra era filho de um dos mais abastados
proprietários do Casteleiro, Manuel José Fernandes Mendes Guerra casado com
Emília dos Prazeres Neves Mendes Guerra, natural de Tamanhos, concelho de
Trancoso. Sobre a vida e personalidade deste nosso conterrâneo já aqui, em
crónica anterior, fizemos referência. Assim, por ocasião da sua morte, o
património agrícola era imenso e, sem duvida, o principal empregador da aldeia
a par da Quinta de Santo Amaro. O Casteleiro tem de área 4300 hectares. As duas
maiores quintas, Santo Amaro e Valverdinho, somariam, na altura, cerca de 2400
hectares. A “casa” agrícola do Dr. Guerra estaria muito próximo dos 500
hectares.
A “Quinta” foi durante muitas décadas uma referência em
vários aspectos. A Dona Maria do Céu, benfeitora, teve uma vida sempre ligada à
Igreja. Essa é uma realidade bem conhecida dos casteleirenses. Contribuiu e
apoiou monetariamente diversas obras de índole religiosa nomeadamente nos
distritos da Guarda e Castelo Branco. São disso exemplo a construção do novo
edifício do Seminário Maior da Guarda, inaugurado em 1931, as referências existentes
no arquivo da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal (que lhe prestou homenagem)
ou mesmo um subsídio de 250$00 (quando a média de donativos era de 40$00) dado
ao Jardim Escola João de Deus de Castelo Branco, como nos refere o jornal “Beira
Baixa” de 13 de Março de 1960.
E muito mais se poderá escrever sobre a “Senhora”. Este é
apenas um contributo de pendor e âmbito genealógico.
Faleceu no dia 1 de Janeiro de 1987. Está sepultada no
cemitério do Casteleiro junto ao seu marido e também do Padre António Vaz
Barreiros que falecera a 1 de Abril de 1954, tendo passado os últimos anos de
vida na Quinta Mimosa.
Na lápide da sua sepultura está escrito “Aqui jaz D. Maria do
Céu Barreiros Guerra”. Após uma vida de 87 anos com um assento de baptismo onde
estava escrito “ilegítima”, apenas na morte lhe foi reconhecida a paternidade.
"Reduto", crónica de António José Marques
05/11/2017
O SINO DO CASTELEIRO
Este é o
sino original do Casteleiro que desde 1950 até meados dos anos oitenta, marcou o
tempo na Aldeia. Depois de muito tocar e com muitas fissuras, foi substituído por
dois, mais pequenos, que hoje lá se encontram. E teve um fim dramático já que
acabou num voo de 23 metros, lá do alto até ao chão, frente à porta de entrada
da Torre.
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| Foto: António Marques (1980) |
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sino
04/11/2017
28/10/2017
A população do Casteleiro em 1801
O primeiro recenseamento geral da população foi feito em
1864. No entanto, através de fontes quase sempre com origem na Igreja, é
possível encontrar alguns dados relativos ao Casteleiro. O primeiro que se conhece, já aqui referido,
é o numeramento de 1527 que aponta a existência de 52 moradores na aldeia.
Hoje, abordo aqui aquele que ficou conhecido pelo “Censo do
Conde de Linhares” referente a 31 de dezembro de 1801 que, pela primeira vez,
nos revela dados concretos sobre a população e que, de alguma forma, colide com
os elementos escritos pelo cura Pires Leal nas “Memórias Paroquiais” de 1758.
Assim, em 1801, o Casteleiro tinha 462 habitantes, 223 homens
e 239 mulheres. Durante esse ano houve 25 nascimentos e 24 óbitos. A estrutura
etária era distribuída da seguinte forma: até aos 7 anos – 42 do sexo masculino
e 31 do feminino; entre os 7 e os 25 anos – 79 e 102; entre os 25 e os 40 – 62
e 61; entre os 40 e os 60 anos – 32 e 38; entre os 60 e os 80 anos – 9 homens e
6 mulheres. Com mais de 80 anos não consta ninguém. Quanto aos fogos é referida
a existência de 135.
A análise destes números mostra-nos uma população muito
jovem: 73 crianças até aos 7 anos; 181 pessoas entre os 7 e os 25 anos; 123 com
idade entre os 25 e os 40 anos e apenas 70 entre 40 e 60 anos. Acima de 60 anos apenas 15 pessoas e nenhuma
com mais de 80 anos. Números que indicavam já o grande aumento de população que
o Casteleiro iria ter ao longo do século XIX.
Chegados aqui, importa referir os números já nossos
conhecidos revelados nas “Memórias Paroquiais” de 1758. Aí, o cura Pires Leal
refere: “ Tem
cento e cinquenta e dois fogos, pessoas de confissão e comunhão trezentas e
quarenta e oito; só de confissão setenta e quatro, crianças que ainda não se
confessam cento e três, pessoas ao todo quinhentas e vinte cinco.”
Ora,
comparando os números, em 43 anos existe um decréscimo da população de 63
pessoas e o número de fogos decresce em 17. Numa primeira análise algo parece
não bater certo já que estamos num período em que a aldeia se encontra em
expansão. No entanto, embora possam existir erros, poderá haver uma explicação.
Em
relação ao número de fogos, não sendo provável que em quase 50 anos houvesse
decréscimo de fogos mas sim o seu aumento, a justificação pode estar na noção
de “fogo” que foi variando ao longo do tempo e de região para região. Alguns
estudos nesta matéria referem essa realidade. Um “fogo” tanto pode ser
considerado uma casa como poderá estar, por exemplo, relacionado com “um” chefe
de família.
Em
relação à diminuição da população em 63 pessoas, embora a probabilidade seja
mínima, também pode ter uma justificação. Estamos num período em que o País
atravessa um período de fome generalizada e, mais concretamente na nossa
região, com condições meteorológicas adversas em que as culturas são quase
inexistentes. Acresce, ainda, ser esse um período em que as doenças proliferam,
nomeadamente o tifo e outras epidemias que, ao tempo, não tinham cura.
Por
exemplo, de agosto a dezembro de 1762, estão registados cerca de 50 óbitos nos
assentos paroquiais do Casteleiro, na sua maioria de menores, podendo este
número ser muito superior já que em muitas paróquias era hábito não registar os
falecimentos de menores de 7 anos.
Com
ou sem erros, justificações plausíveis ou não, estes foram os números que
chegaram aos nossos dias. E que nos ajudam a conhecer um pouco mais da nossa
história!
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Posse da Assembleia e Junta de Freguesia
No passado dia 21 de outubro, teve lugar a cerimónia de posse da Junta e Assembleia de Freguesia de Casteleiro eleitas para o quadriénio 2018/2021.
JUNTA DE FREGUESIA
Presidente – António Marques
Tesoureiro – Vitorino FortunaSecretário – Carlos Gonçalves
ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
Presidente – Cristina Alexandrino1º Secretário – Beatriz Nabais
2º Secretário – Manuel Moita
Vogal – Albertino Lopes
Vogal – Ismael Martins
Vogal – Cristina Clara
Vogal – António Nabais
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junta de freguesia
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posse
17/10/2017
17 DE OUTUBRO DE 2007
Faz hoje, dia 17 de Outubro de 2017, 10
anos, que faleceu a Dr.ª Maria Lucinda Gouveia Pires, a saudosa e querida
“Lucindinha.”
Será que morreu?
Não. Ela está aqui todos os dias no
Casteleiro e, para sempre, no nosso pensamento, no nosso coração, a toda a hora
e momento.
Que Deus, em paz, a tenha no eterno
descanso que bem merece.
Daniel Machado
13/10/2017
07/10/2017
REDUTO
O Largo do
Reduto vai ganhar novas formas. Após largos meses de negociações, a Junta de
Freguesia adquiriu as “palheiras” junto à capela do Espírito Santo, entretanto
já demolidas. No local vai nascer um WC público e reordenado todo o espaço envolvente.
O projecto está concluído e foi já entregue na Câmara do Sabugal no início do
mês de Agosto.
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reduto
02/10/2017
CASTELEIRO SEMPRE
Este blog “Viver Casteleiro” nasceu em Setembro de 2009, por
minha iniciativa, no âmbito das eleições autárquicas daquele ano. Posteriormente,
despiu as vestes políticas e passou a ser uma plataforma de comunicação aberta
a todos os casteleirenses. O Casteleiro passou a ser o único tema deste espaço.
Exactamente por essa razão, e porque estivemos em período
eleitoral, não foi aqui publicado qualquer post nas últimas semanas. Foi uma
interrupção voluntária.
Terminado o acto eleitoral, o Viver Casteleiro volta a ganhar
dinâmica.
Os casteleirenses reforçaram o seu apoio à actual Junta de
Freguesia que continuará nos próximos quatro anos a procurar, com os escassos
meios que dispõe, criar as melhores condições para todos os que lá vivem.
O Casteleiro corre-nos no sangue e é, será sempre, a mais
bela aldeia.
Mãos à obra.
António Marques
20/08/2017
E A FESTA DE SANTO ANTÓNIO REALIZOU-SE
Casteleiro 2017
Na contingência de, este ano, a não se realizar a Festa de Santo António, por não haver mordomos, esta realizou-se mesmo, graças à predisposição e boa vontade do Centro de Animação Cultural do Casteleiro que se propôs realizá-la.
Do programa, para os dias da Festa, 4, 5 e 6 de Agosto de 2017, onde se incluía o habitual Convívio, desta vez, com jantar para todos os sócios do Centro de Animação Cultural, atempadamente divulgado e abaixo indicado, a seguir, através destas 73 fotografias (ver na página do facebook do Viver Casteleiro), poderemos comprovar que houve Festa rija e animada.
Com um até breve para o ano, parabéns e um agradecimento ao Centro de Animação Cultural do Casteleiro.
Do programa, para os dias da Festa, 4, 5 e 6 de Agosto de 2017, onde se incluía o habitual Convívio, desta vez, com jantar para todos os sócios do Centro de Animação Cultural, atempadamente divulgado e abaixo indicado, a seguir, através destas 73 fotografias (ver na página do facebook do Viver Casteleiro), poderemos comprovar que houve Festa rija e animada.
Com um até breve para o ano, parabéns e um agradecimento ao Centro de Animação Cultural do Casteleiro.
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Festa de Stº António
10/07/2017
04/07/2017
Utentes do Lar S. Salvador em actividade

Inseridos num
ambiente de festa os utentes da Associação do Lar e Centro de Dia de São
Salvador do Casteleiro têm participado em diversas atividades.
A convite do
Município do Sabugal, no passado dia 4 de Maio, os nossos utentes marcaram
presença no Dia do Coração, atividade que ocorreu no Pavilhão Municipal.
No dia 12 de
Maio, proporcionamos aos nossos utentes, uma visita ao Museu dos
Descobrimentos, em Belmonte, onde puderam ver o espaço que tem como principal objetivo
dar a conhecer o feito de Pedro Álvares Cabral. Durante o passeio foi possível
a cada um aproximar-se às histórias dos descobrimentos e do Brasil.
E porque a
interação e convívio são elementos chave num envelhecimento ativo e com
qualidade de vida, a instituição recebeu no pretérito dia 21 de Junho os
utentes da ARPAZ- Lar de S. Simão, Barco- Covilhã. Foram recebidos em ambiente
de festa com as tradicionais marchas de S. João, representadas pelos nossos
utentes.
A Sardinhada
realizada na instituição, envolvendo utentes e colaboradores, foi o mote para o
início das comemorações dos Santos Populares, comemorando a efeméride do Dia de
Santo António.
No dia 25 de
Junho, deslocamo-nos ao Sabugal para participarmos nas Marchas Populares das
IPSS's, inseridas nas Festas de S. João, onde o grupo de utentes subiu ao
palco, vestidos a rigor e apetrechados com os tradicionais arcos e balões de S.
João.
“ A velhice
não é a conclusão necessária da existência Humana, é uma fase da existência
diferente da Juventude e da maturidade, mas dotada de um Equílibrio próprio e
deixando aberto ao indivíduo uma Gama de possibilidades.”
Simone de
Beauvoir
A Direcção
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lar
03/07/2017
Houve sardinha no Terreiro
A tradição cumpriu-se. Mais uma vez o Largo de São Francisco acolheu muitos casteleirenses e amigos
para a Sardinhada de São Pedro.
28/06/2017
Sardinhada de São Pedro
Como de tradição, a Junta de Freguesia de Casteleiro realiza a sardinhada de São Pedro. No próximo domingo, dia 2, a partir das 17h, no Largo de São Francisco. Uma sardinhada para toda a população e amigos que nos queiram visitar.
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sardinhada
09/06/2017
Reordenamento do Largo do Reduto
Após longos meses de negociação, a Junta
de Freguesia de Casteleiro concretizou a aquisição de duas 'palheiras' situadas
ao lado da Capela do Espírito Santo, no largo do Reduto. O projecto tem por
objectivo a construção de um WC público, uma já antiga aspiração da população.
O processo de demolição das edificações existentes que se encontravam em
adiantado estado de ruína já se iniciou. Simultaneamente, será reordenado todo
o espaço envolvente.
António Marques
26/05/2017
Festa da Caça em directo
A realização da Festa
da Caça, este ano na sua V edição, tem motivado a deslocação ao Casteleiro de
muitos conterrâneos oriundos de todos os pontos do País e de diversos países
onde se encontram emigrados. Este ano não foge à regra. Hoje já nos cruzamos com
amigos vindos de Lisboa, Porto, diversas regiões de França, Suiça e Luxemburgo.
Um grande bem-haja a todos eles. A Festa é vossa.
Mas também há os que por diversos motivos, nomeadamente profissionais, não vão poder estar presentes. Para esses aqui fica o compromisso de, durante os dias de sábado e domingo, na página do Viver Casteleiro no facebook, serem feitas regulares transmissões vídeo em directo. Vamos levar a Festa a todos os que nos quiserem seguir. Todos os Casteleirenses e Amigos do Casteleiro.
Mas também há os que por diversos motivos, nomeadamente profissionais, não vão poder estar presentes. Para esses aqui fica o compromisso de, durante os dias de sábado e domingo, na página do Viver Casteleiro no facebook, serem feitas regulares transmissões vídeo em directo. Vamos levar a Festa a todos os que nos quiserem seguir. Todos os Casteleirenses e Amigos do Casteleiro.
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festa da caça 2017
20/05/2017
19/05/2017
15/05/2017
Caminhada Vale da Srª da Póvoa - Casteleiro
No próximo
dia 28, numa organização da Câmara Municipal de Penamacor e Rota & Raízes e
no âmbito da Semana Europeia de Geoparques, realiza-se a Caminhada Conhecer o Geossítio
Serra D’Opa e o Castro de Sortelha
Velha. São 14,5 Km com partida do Vale da Senhora da Póvoa até ao Casteleiro, onde terá lugar o almoço em
plena Festa da Caça. Uma iniciativa que conta com o apoio da Junta de Freguesia
de Casteleiro. Inscreva-se na Caminhada, cruze a Serra D’Opa e junte-se à Festa
da Caça!
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