Como de tradição, a Junta de Freguesia de Casteleiro promove num domingo à tarde, no Largo de São Francisco, a Sardinhada de São Pedro. Fica o convite.
17/06/2016
15/06/2016
O Lar do Casteleiro à distância de um Clic
Sem
sair do seu lugar e à distância de um clic entre no Lar de São Salvador do
Casteleiro e conheça a instituição.
Isso
mesmo, a partir de hoje e utilizando o link http://alcdssc.com
pode visitar as instalações, a frota automóvel, os serviços que presta aos
utentes, as atividades, as contas e acompanhar a vida da instituição durante um
dia, recorrendo ao visionamento do vídeo que se encontra no canto direito da
página de apresentação.
Com
esta ferramenta informática queremos ir mais longe com a nossa imagem mas,
sobretudo, levar a instituição junto dos familiares dos utentes que fazem parte
da diáspora portuguesa, espalhada pelos vários continentes.
Desde
já, obrigado pela sua visita!
A
Direção
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05/06/2016
Parabéns Padre António Diogo
“No Casteleiro
eminentemente rural do ano de 1936, que na altura contava com cerca de 1350
habitantes, no dia 5 de Junho, uma sexta-feira, nasceu um rapaz a que os pais
chamaram António. António Augusto Gonçalves Diogo, baptizado pelo pároco de
então António Sapinho. Filho de Manuel Diogo e Adelaide Leal, o António foi o
sétimo filho do casal.”
Foi com estas
palavras que no dia 11 de Agosto de 2013 iniciei a minha intervenção na
homenagem ao Padre António Diogo na igreja paroquial de Casteleiro, por ocasião
das bodas de ouro da sua ordenação sacerdotal, a 15 de agosto de 1963.
Hoje, o nosso Padre
António faz a bonita idade de 80 anos.
E a melhor e mais
perfeita nova que com enorme satisfação aqui escrevo é que o António, após
alguns problemas de saúde, hoje mesmo concelebrou uma missa na clínica onde se
encontra, com direito a festa onde não faltou o bolo e o “parabéns a você”. O
António tem recuperado bem e dentro em breve vai regressar a casa.
E não resisto a
repetir o final do texto que escrevi na referida homenagem:
“Este chão, que é o
teu, estas ruas, estes largos e calçadas, estas pedras, reconhecem-te e sabem
de ti, assim como todos nós sabemos que, embora as distâncias, eles vivem no
teu dia- a- dia.”
Parabéns António. O
Casteleiro saúda-te!
"Reduto", crónica de António José Marques
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21/05/2016
Rotas e Raízes promove formação no Casteleiro
A empresa Rotas e Raízes, sedeada no Casteleiro, promove um curso de formação de "Manobrador de Máquinas Agrícolas e Florestais". A formação teórica realizar-se-á na antiga escola primária da aldeia.
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18/05/2016
Ouro no Casteleiro?
Investigar e divulgar factos históricos do
Casteleiro tem sido uma das tarefas regulares neste espaço de crónica. Hoje há
boas notícias! O nosso conterrâneo José Carlos Mendes que escreve amiúde sobre
o Casteleiro na blogosfera, acaba de divulgar um facto inédito pelo menos do
meu conhecimento. É que em 1723 D. João V, Rei de Portugal mandou procurar ouro
no Casteleiro. Nas suas palavras: “Ouro que, se bem se lembram, o Rei mandou
procurar no Casteleiro em 1723: mandou explorar as terras para ver se de facto
ali havia ouro ou não.”
Este é, sem dúvida, um elemento histórico que
vai enriquecer a História da aldeia. Ficamos à espera dos detalhes e
testemunhos documentais para que, assim, fique para o futuro mais uma página do
tempo vivido pelos nossos antepassados.
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03/05/2016
Hoje não há romagem à ermida de Santa Ana
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| Vestígios da Capela de Santa Ana (Foto Daniel Machado) |
Hoje não há romaria. Hoje o povo do Casteleiro não subiu à Serra d’Opa,
a caminho de Gralhais, na habitual romagem à capela de Sancta Anna como
anualmente fazia no dia 3 de Maio há, pelo menos, dois séculos e meio.
O Padre Manuel Pires Leal, em 1758, dá-nos conta dessa tradição: “À ermida de Sancta Anna costumam os moradores
do mesmo povo fazer romagem em dois dias do ano: um em dia de Santa Cruz, a três
de Maio, e outro no terceiro dia das ladainhas do dito mês de Maio, e nesta
data e em todas as mais acima nomeadas se costuma dizer missa.”
“Quase no meio da serra chama d’Opa está a
Ermida da Sancta Anna, acima já declarada, e somente os moradores do mesmo povo
costumam ir lá em romagem algumas vezes.”
Sete anos antes, em 1751, também o Padre Luiz Cardoso no seu Dicionário
Geográfico lhe fez referência ao descrever o Casteleiro.
Hoje restam apenas as ruínas da dita capela. Segundo Daniel Machado, “Ao
ruir a Capela, a imagem de Santa Ana foi levada para a fachada da Capela de
Nossa Senhora da Póvoa, não se sabendo as razões de não ter ido para a Igreja
Matriz do Casteleiro.” Certamente, sem errar, podemos afirmar que a referida
imagem não terá sido levada para o Vale por casteleirenses!
29/04/2016
São Pedro
Na Capela do Espírito
Santo, situada no conhecido Largo do Reduto, que dá título a esta crónica, além
da imagem do Divino Espírito Santo existe desde tempos imemoriais uma pequena
imagem de um Santo que todos reconheciam como sendo S. Joaquim, pai da Virgem
Maria.
A referida imagem
encontrava-se em péssimo estado de conservação e relegada a um canto sem
despertar grande atenção nem honrarias. Contava-me há dias a Ti Celeste Triste,
actual zeladora da Capela, que um dia o Padre Chorão já levava o “santinho”
debaixo do braço e só a intervenção pronta da Conceição Cavaleiro, mordoma que
foi do Santo que dá nome à Capela, impediu que o “S. Joaquim” fosse para outras
paragens.
Há alguns meses o “santinho”
foi restaurado. E eis que se descobre que, afinal, a imagem não é de S. Joaquim
mas sim de São Pedro.
Em 1758 o Cura
Manuel Pires Leal escrevia a existência de “uma
irmandade das almas do purgatório e outra de sam pedro”. Seria pois de toda
a lógica que existisse no Casteleiro uma imagem de São Pedro. E, de facto,
existe. Está na capela do Espírito Santo, restaurada e em local de destaque.
"Reduto", crónica de António José Marques
24/04/2016
Passeio TT com paragem no Casteleiro
Esta manhã o
Casteleiro foi ponto de paragem para um reforçado pequeno-almoço dos
participantes no Passeio TT organizado pelo Centro Cultural Recreativo e
Desportivo de Carvalhal Formoso.

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17/04/2016
Confraria de Nossa Senhora das Dores
![]() |
| Altar de Nossa Senhora das Dores, recentemente restaurado. |
No Casteleiro de hoje existem duas Irmandades: a das Almas e a
do Sagrado Coração de Jesus. Mas no passado existiram outras que já eram do
nosso conhecimento. Em 1758, o Cura de então, Manuel Pires Leal, deu conta nas “Memórias
Paroquiais” da existência de “uma irmandade das almas do
purgatório; e outra de S. Pedro.”. E ainda da “irmandade dos terceiros,
sujeita ao convento de Santo António da vila de Penamacor”,
esta na capela de São Francisco.
O
que até hoje não era público, a sua existência e uma estória associada, é que
existiu, no início do século XX, a Confraria de Nossa Senhora das Dores. Sabemos
que esteve activa muito antes de ter sido fundada na freguesia a Comissão
Encarregada do Culto Católico em 15 de Agosto de 1930.
Este
facto é hoje conhecido graças a um conjunto de documentos a que tivemos acesso
relacionados com dinheiro propriedade dessa Confraria. Assim, sabemos que a
dita Confraria era rica, mas não tinha alvará, estatutos nem existência legal.
Quem o afirma é o regedor de então José Amaral Azevedo. Mas vamos ao
enquadramento desta estória casteleirense.
A 20 de Abril de 1911 é publicada a Lei de Separação do
Estado e da Igreja. Genericamente, este regime legal estabelecia que os bens
imóveis e móveis, incluindo os templos em geral – catedrais, igrejas e capelas
– afectos ao culto público da religião católica, passassem a pertencer ao
Estado, tendo sido determinado o arrolamento e o inventário dos referidos bens.
A recuperação de bens por parte da igreja iniciou-se logo em 1918 e em 1926 mas
só com a Concordata de Maio de 1940 é reconhecida à Igreja a propriedade dos
bens móveis e imóveis que lhe pertenciam anteriormente.
É neste âmbito, que a 25 de Setembro de 1934, a Câmara do
Sabugal comunica ao Presidente da Comissão dos Bens Culturais que encontrou no
arquivo “oito acções de Dívida Interna Fundada, de 3%, no valor de setecentos e
cinquenta escudos, por terem pertencido à extinta Confraria de Nossa Senhora
das Dores do Casteleiro”.
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| Exemplo de título da Junta de Crédito Público. |
A partir desta data inicia-se uma intensa troca de
correspondência entre a Câmara, a Comissão de Bens, o Governo Civil e as
Finanças. O objectivo era simples: devolver as valiosas acções no valor de
750$00 ao seu proprietário. Mas tal não foi possível. Só 11 anos depois, a 6 de
Agosto de 1945, um advogado consultor, A. Morais D’Almeida, propõe que as
acções sejam entregues à Comissão da Paróquia, entidade legalmente constituída.
E, assim, fica para a história, a existência no Casteleiro da
Confraria de Nossa Senhora das Dores. Sem alvará, sem estatutos, sem existência
legal mas com uma valiosa, à época, quantia de dinheiro investido!
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16/04/2016
Aves Raras
Há por aí, alguns, que a única coisa que vêem na vida é o seu umbigo. Todos nós conhecemos gente assim. Falam e escrevem de cátedra, com ar professoral, soltando verborreias ao vento, convencidos da sua douta e infinita capacidade de provocar. Estão enganados!
A sua diarreia vocabular só demonstra a sua manifesta incapacidade
e aparente mediocridade de argumentos. Demonstra, por outro lado, uma total ignorância
dos temas que abordam, desconhecimento básico das acções em marcha. Estão
enganados!
Para lá do umbigo existe todo um mundo. Mas quando os objectivos
não têm em conta o bem em comum esquecem o que os rodeia. Apesar de apregoarem
o oposto. Nem procuram saber a causa das cousas. Escrevem, escrevem, falam,
falam, disparates, disparates. Nem sabem nem sonham que, apesar da incontinência
verbal, não passam de aves solitárias condenadas, quem sabe, a acabar num
qualquer deserto. Estão enganados!
Quando perguntam não querem saber as respostas. Querem apenas
criar um facto fazendo as perguntas. Bem os conheço, os desta laia. Estão
enganados!
No que diz respeito ao Casteleiro, para além do dia-a-dia, ou
pessoalmente, há um local onde podem ser colocadas todas as questões: a
Assembleia de Freguesia. É um órgão autárquico, eleito, onde o público pode
intervir. No próximo dia 23, às 21 horas, terá lugar uma reunião.
Encontramo-nos lá!
"Reduto", crónica de António Marques
11/03/2016
06/03/2016
A caminho do Brasil
O Casteleiro
não foge à regra do que se passou no interior do país, nomeadamente no concelho
do Sabugal a partir de 1950. É, como tantas outras aldeias, uma terra onde a
emigração provocou um forte decréscimo da população. Em 1950, o Casteleiro
tinha 1578 habitantes, em 1960 diminuiu para 1271 e em 1970 para 885. Ou seja,
em apenas vinte anos os residentes passaram praticamente a metade.
Se nestes
anos a saída teve como objectivo principal terras de França e de Lisboa, já
muito antes tinha existindo um movimento migratório para terras do Brasil. Publicamos
hoje as fichas consulares de alguns desses nossos conterrâneos, onde é possível
ver a data de nascimento e filiação, entre outros dados.
Existem ainda referências a Joaquim Antunes do Amaral Azevedo, filho de José do Amaral Azevedo e Maria da Piedade, casado, que partiu para o Brasil com a idade de 33 anos e também o registo de passaporte concedido a José Pires Saramago em 28 de setembro de 1912, natural do Casteleiro e residente em Caria.
"Reduto", crónica de António José Marques
01/03/2016
14/01/2016
"Os Presidentes" no Casteleiro - Programa TSF
A “Casa da Esquila”, do chef Rui Cerveira, acolheu no Casteleiro, concelho do Sabugal, a mesa d’Os Presidentes, e serviu-os com um sem número de iguarias típicas da região. O concelho é dividido pelo Rio Côa, que funciona como uma espécie de fronteira natural e que acaba por dividir o concelho em relação a questões de tradições culturais e gastronómicas, de produção agrícola ou até de temperatura.
À mesa, com os jornalistas Fernando Alves, Pedro Pinheiro e António Catarino, que contaram com o apoio técnico de Pedro Picoto, estiveram Ricardo Nabais (Transcudânia), Rui Monteiro (Grupo de pegadores “Ó Forcão”), Daniel Simão (ADES), Sandra Fortuna (Associação do lar de 3ª idade do Casteleiro) e Francisco Manso, investigador e divulgador da história do concelho.
Num concelho muito marcado pela desertificação e pela emigração, conhecemos melhor a capeia arraiana, tradição única no mundo, que funciona como factor aglutinador das gentes que dali saíram.
04/01/2016
Edite Fonseca apresenta dois novos livros
A nossa conterrânea Edite Fonseca
vai apresentar os seus dois últimos livros, “Aventura Estival” e “Daniela e a
Pedra Mágica”, no próximo dia 24 de Janeiro, às 15h, na antiga escola primária
do Casteleiro.
A apresentação contará ainda com
um momento de adaptação teatral da obra “Aventura Estival” e animação para os
mais novos a cargo da empresa ”Izi Fun” da casteleirense Carolina Gonçalves.
No dia anterior, 23 de Janeiro, no
Auditório da Câmara Municipal do Sabugal, será igualmente apresentado o livro “Aventura
Estival”. Também aqui haverá um espaço dedicado às crianças com um mural
pintado por alunos que frequentam as escolas do concelho, uma adaptação teatral
do livro, com cenário dirigido pelo Professor Agostinho Silva e a “Izi Fun”
desenvolverá diversas actividades lúdicas.
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21/12/2015
O Marco e o Coreto
E quando pela
blogosfera proliferam imagens e imagens do Casteleiro, estórias e estórias da
nossa terra, uma situação benéfica do ponto de vista da divulgação do
património nós, aqui, no “Viver Casteleiro”, sempre o fizemos e continuamos a
fazer com uma condição que não abdicamos: acima de tudo o rigor. O rigor dos
factos, da cronologia….
Hoje deixamos
duas imagens do nosso “Terreiro”. Uma com o coreto (que já não há) e outra com
o marco (que há)!
De facto, o
velho marco, de torneira de pressão foi demolido em 1979 para dar lugar a um
coreto. Felizmente, em 2006, o “Terreiro” foi requalificado, o coreto demolido
e o marco reconstruído. Estes são os factos e a cronologia até ao dia de hoje!
Fotos: Daniel Machado
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17/12/2015
10/12/2015
15/11/2015
Magusto no Casteleiro
Hoje, o Largo de São Francisco foi palco do Magusto de São
Martinho, uma iniciativa do Lar de São Salvador, com o apoio do Centro de
Animação Cultural e Junta de Freguesia de Casteleiro. A festa foi abrilhantada
pelo Grupo de Cantares Lã e Neve da Covilhã.




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11/11/2015
O Fraterno Trabalho Voluntário
Há por aí gente, conheço um, que cegos e sedentos pelo lucro e pelo
acumular de riqueza, embora semanalmente se recolham aos evangelhos numa
tentativa frustrada de expiar os pecados da difamação, que não sabem nem sonham
o que é ser solidário, o que é ser voluntário, o que é agir e concretizar obra
a favor dos nossos iguais.
Segundo a
definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que,
devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu
tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de actividades, organizadas ou não, de bem-estar
social, ou outros campos..." (UN, 2001).
É comum em todas
as definições encontrar-se que o voluntariado, se refere ao serviço ou
actividades realizadas sem remuneração financeira, através de uma Organização Sem
Fins Lucrativos (OSFL), com o propósito de beneficiar o próximo, seja a
sociedade em geral, um determinado grupo ou indivíduo que não sejam próximos de
quem exerce a actividade em si (Medina,2011).
Para além da
dimensão da solidariedade e da dimensão cívica e participativa que a actividade
do voluntariado expressa, várias são as análises que têm procurado demonstrar o
significado económico do voluntariado. Em 2008, Moreno e Yoldi exploraram três
grandes questões relacionadas com este tema: a avaliação económica do trabalho
voluntário; os custos de gestão do voluntariado como uma limitação determinante
para a sua expansão e consolidação; e o voluntariado corporativo, como uma das
novas áreas para o desenvolvimento da responsabilidade social corporativa e
expansão do trabalho voluntário propriamente dito (Sajardo Moreno e Serra
Yoldi, 2008).
O terceiro
sector constitui ainda uma problemática teórica e conceptual nas ciências
sociais e no plano político.
É um sector
económico diferente do sector público e do sector lucrativo privado, abrangendo
uma grande diversidade de organizações da sociedade civil que trabalham sem
fins lucrativos nas mais diversas áreas (solidariedade social, saúde, cultura,
desporto e lazer, educação, ambiente, direitos humanos, entre outras),e é
frequentemente referido pela componente do trabalho voluntário que mobiliza.
O valor
económico do voluntariado tem sido estimado com maior rigor no âmbito do
terceiro sector e, de acordo com o relatório efectuado em 2005 pela Johns Hopkins
University, numa perspectiva de
comparação onde é efectuada a caracterização à escala nacional do terceiro
sector de vários países.
Em Portugal a
contribuição do sector para a economia do país (em termos de composição da
força de trabalho) é quantificada em 4,2% do PIB e, relativamente ao “valor do
esforço voluntário” este, por si só, contribui com mais de 0,5% para o PIB do
país.
Comparativamente
com os outros países, o peso deste sector na população economicamente activa,
representa em Portugal 4%.
A importância
do voluntariado é cada vez maior em Portugal.
“Vivemos numa
sociedade de consumidores de acontecimentos em vez de produtores. O voluntário
tem a possibilidade de passar do sofá para a vida onde intervém e produz
acontecimentos.” (Carlos Costa
in Lusa, 2011).

(Presidente da Direcção do Lar S. Salvador do Casteleiro)
31/10/2015
Incêndio: recuperação de caminhos e valetas
O incêndio que atingiu o território do Casteleiro no passado
dia 2 de Agosto resultou numa área ardida de 1160 hectares. No âmbito das
medidas de estabilização de emergência após incêndio, o Programa de
Desenvolvimento Rural 2020 abriu no dia 26 de Outubro um período de
apresentação de candidaturas para limpeza e desobstrução de valetas e
regularização e consolidação da superfície de caminhos na nossa freguesia, no total
de cerca de 40 mil euros.
A Junta de Freguesia de Casteleiro encontra-se já a preparar a
candidatura a este apoio por forma a recuperar a rede viária afectada logo após
o Inverno, de acordo com as especificações técnicas do Instituto de Conservação
da Natureza e Florestas.
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incêndio
25/10/2015
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