Está em fase de conclusão o curso de “Aplicação de produtos
fitofarmacêuticos”, uma iniciativa do CACC com a colaboração da Junta de
Freguesia. Esta formação é obrigatória já que, nos termos da lei, a partir de
26 de Novembro só quem seja portador do cartão de “aplicador” poderá adquirir
os referidos produtos. No Casteleiro frequentaram o curso 36 pessoas divididas
em duas turmas.
15/07/2015
06/07/2015
Um casteleirense em terras do Brasil
Antes do grande surto emigratório, sobretudo para França, iniciado
na década 50 e que se confirmou na década seguinte (o Casteleiro perdeu 693
habitantes de 1950 a 1970), houve casteleirenses que partiram em busca de uma
vida que fosse para além do trabalho agrícola de sol a sol. O destino mais
comum foi o Brasil e também a Argentina.
Foi o caso do nosso conterrâneo agricultor Amândio Valentim.
Nascido a 3 de Fevereiro de 1892, filho de José Valentim e de Maria Nabais e
casado com Libânia Ferreira. Com passaporte emitido pelo Governo Civil de
Lisboa a 4 de Março de 1939 e visto do consulado dois dias depois, aos 47 anos
de idade parte de vapor para o Brasil. No Casteleiro deixa a sua esposa Libânia
e 5 filhos: Joaquim, Manuel e Orlindo (já falecidos), Idalina e Maria. Por
terras do Brasil terá ficado até cerca de 1951. Regressado ao Casteleiro
faleceu em meados da década de sessenta.
Embora tenha partido para o Brasil 6 meses antes do início da
II Grande Guerra, Amândio Valentim já tivera o seu quinhão de militar. A 21 de
Março de 1917, integrado no Corpo Expedicionário Português, com 25 anos de
idade, partia para França onde combateu na frente de batalha na I Guerra
Mundial. Participou na Batalha de La Lys a 9 de Abril de 1918 e após ter sido ferido em
combate por três vezes, foi evacuado da “frente” e embarcou para Lisboa a 13 de
Setembro de 1918.
Um agradecimento especial ao meu amigo Manuel Cerveira
Valentim, filho de Orlindo Valentim e neto de Amândio Valentim que me ajudou a “enquadrar”
a descendência familiar, gente que muitos de nós conhecemos e que estão entre
nós.
"Reduto", crónica de António José Marques
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Estudos
02/07/2015
29/06/2015
Sardinhas de São Pedro
Ontem foi dia de sardinhada no Casteleiro. Mantendo uma
tradição implementada pela saudosa Lucinda Gouveia, aquando presidente de
junta, o São Pedro assinala-se todos os anos com uma sardinhada oferecida à
população da freguesia.
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sardinhada
24/06/2015
22/06/2015
Estória do soldado Francisco
![]() |
| Caderneta do soldado Francisco |
A 13 de Dezembro de 1817,
assentou praça voluntariamente no Regimento de Cavalaria nº 11, em Castelo
Branco, um jovem de 19 anos de nome Francisco Martins natural do Casteleiro. Filho
de Manuel Martins e Quitéria Gonçalves, olhos e cabelo castanhos, 58 polegadas
de altura, solteiro.
Não sabemos como terá sido a vida
militar do jovem casteleirense. Mas algo levantou desconfiança em relação à sua
pessoa e, a 20 de Junho de 1818, o Comandante envia a “ficha” do soldado ao
Sargento Mor João Soares de Oliveira Ribeiro, Comandante do Destacamento de
Sortelha, para verificar a sua veracidade.
![]() |
| Resposta do Sargento Mor de Sortelha |
A resposta, dirigida ao
Comandante de Cavalaria 11, Coronel António de Azavedo Coutinho, seguiu a 8 de
Agosto e foi bem esclarecedora. O rapaz, de facto, chamava-se Francisco Justiça,
era filho de José Gonçalves Justiça e de Quitéria Martins e teria mais de 26
anos. Refere ainda o Sargento de Sortelha que tinha informações que ele já
desertara duas vezes e que talvez desse o nome errado para “melhor desertar
terceira vez”.
![]() |
| Assento de baptismo de Francisco Justiça |
Hoje, passados quase 200 anos,
encontramos o assento de baptismo do Francisco realizado na igreja do
Casteleiro e tudo se confirma. Nasceu a 24 de Setembro de 1790 (quando se
alistou tinha já 27 anos e não 19), filho de José Gonçalves Justiça natural de
Valverdinho e de Quitéria Martins natural da Moita. Neto paterno de Manuel
Antunes Justiça e de Maria Gonçalves (Valverdinho)
e materno de Pedro Reis e Maria Lopes (Moita).
Quais os motivos que levaram este
jovem a desertar duas vezes e a apresentar-se uma terceira vez com identidade
falsa?
Estórias de casteleirenses…
"Reduto", Crónica de António José Marques
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08/06/2015
Faz hoje 300 anos houve boda no Casteleiro
A 8 de Junho de 1715, um sábado, faz hoje 300 anos, houve
boda no Casteleiro. Foi dia de casamento. O noivo, Francisco Fernandes, filho
de Manuel de Torres e de Luzia Fernandes (falecidos à data) casou com Luísa
Nunes, filha de António Lopes e Isabel Nunes. Foram testemunhas os
casteleirenses Marcos Gomes e Pascoal Luís Afonso. Onde estarão os
descendentes?
"Reduto", crónica de António José Marques
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29/05/2015
27/05/2015
Festa da Caça no Casteleiro
Decorreu, nos passados dias 2 e 3 de Maio, a 4.ª edição da “FESTA DA CAÇA” que, no dizer do Presidente da Junta de Freguesia do Casteleiro, António José Marques, é para…”animar as ruas e largos da Aldeia, “dar vida” a uma freguesia, cuja população residente diminui todos os anos” e “proporcionar uma melhor qualidade de vida nos residentes.”
Concordando plenamente com as
pretensões do Presidente da Junta, nós diremos, ainda, mais, a “ FESTA DA CAÇA”
é um evento que, para além de chamar a si os seus filhos e forasteiros,
dando-lhes a conhecer a nossa cultura, as gentes, as potencialidades agrícolas,
patrimoniais, históricas e gastronómicas, através, em especial, da conceituada
“Casa da Esquila”, presente também no “Largo das Festas”, contribui também algo
mais para o seu engrandecimento.
Do vasto programa, com a “Largada de Pombos”, às 9 horas, deu-se início à “ FESTA DA CAÇA”, no habitual local da Serra d’Opa, para, de seguida, às 11 horas, ser a “Abertura da Área de Exposições”, com muitas e variadas barracas e tasquinhas, no alindado e espaçoso “Largo das Festas”, onde se pôde e poderá ver e apreciar um memorável monumento aos Emigrantes.
Às 13 horas, foi a “Inauguração
da Festa” com a presença das diversas entidades locais e concelhia,
destacando-se as boas-vindas, dadas pelo Presidente da Junta de Freguesia,
António José Marques e o pedido do Presidente da Câmara do Sabugal, Eng.
António Robalo ao Presidente da Junta de Freguesia, para que…“realize a “FESTA
DA CAÇA” todos os anos. É mesmo um favor que lhe peço.”
De seguida, já com o estômago a dar horas, todos os participantes e presentes foram convidados para o tradicional almoço, servido, ao ar livre, na rua ao lado do Posto Médico, de porco no espeto com arroz de feijão e enchidos, bem regado com as bebidas, à descrição.
No palco, fomos brindados com a
já bem conhecida e apreciada “Desertuna” - Tuna Académica da UBI; Espectáculo
pelo Grupo “Osíris”; Danças e Cantares da Vila de Carvalho”; Teatro Infantil “O
Caçador e o Pescador” que, com agrado, prendeu a atenção de todos os presentes
e a actuação do Grupo “Logo se Vê.”
Como não podia deixar de ser, houve a já habitual, digna de se ver, “Exposição e demonstração de Falcoaria”, a prova de “Santo Huberto”; Caminhada “Rotas dos Casteleiros”; “Passeio Equestre”; “Tiro Virtual (Lasershot)”; “Pinturas Faciais; Moldagem de Balões; Tiro com Alvo e Insuflável”, etc…
Com música a rodos, até às tantas
da noite, e a serem desarmadas as barracas e tasquinhas, assim se passaram dois
dias de Festa divertidos e agradáveis, a ficar na retina e lembrança de quem a
viu e viveu.
Para a Junta de Freguesia e Clube
de Caça e Pesca, vão, uma vez mais, os nossos melhores agradecimentos e
parabéns por mais uma “FESTA DA CAÇA” com êxito.
Até à realização da 5ª edição,
assim o esperamos, força.
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daniel machado
,
Festa da Caça 2015
14/05/2015
O SERINGADOR faz 150 anos - MAIO
“Vou andando de mão em mão/E a quem da
terra tira o pão/Vou seringando ao ouvido/Para pôr as mãos ao trabalho/Como se
lida com o malho/ Para que seja bem batido”
Maio
– 31 dias: assim chamado por ser dedicado à Bona Dea ou Maia, deusa
da primavera e do crescimento.
O
tempo: Brusco, com vento, chuva ou trovões.
No
campo, sacham-se e limpam-se as hortas das ervas ruins e regam-se
convenientemente. Cortam-se os novos rebentos das fruteiras. Vigiam-se os
enxertos. Castram-se os bezerros, porcos e cordeiros. Retiram-se os estrumes
dos currais e transportam-se para os campos e terras de pousio. É também neste
mês que se enxofram e sulfatam as vinhas. Acrescentam-se as colmeias e
juntam-se as cabras com os machos.
Semeiam-se: abóboras, feijão de trepar,
pepinos, melões, cenouras e plantam-se alfaces, couves variadas, pimenteiros e
tomateiros.
“Maio pardo e ventoso faz o ano farto e rendoso”
“Maio ventoso, faz o ano formoso”
“O que abril deixa nado, maio deixa-o espigado”
“Maio fresco e molhado é bom prá vinha e para o prado”
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
12/05/2015
Realizou-se mais uma Festa da Caça no Casteleiro. A IV edição.
Os objectivos a que nos propusemos com este evento, iniciado em 2010, mantêm-se actuais. Afinal, tudo se resume a animar as ruas e largos da Aldeia, “dar vida” a uma freguesia cuja população residente diminui todos os anos.
A progressiva desertificação a que assistimos, iniciada em 1950, quando a população do Casteleiro atingiu o máximo histórico de residentes (1578), não dá sinais de parar.
Esta é uma realidade válida para todo o Concelho do Sabugal. Não têm existido políticas concretas e efectivas tendentes a travar a diminuição da população ou, por outras palavras, criar âncoras que possam atrair novos residentes. Muito tem sido prometido mas a frieza dos números é a verdade que temos. Se nada acontecer de sério, dentro de alguns anos o Concelho do Sabugal manterá certamente o seu património histórico, mas sem gente!
Neste contexto, o que pode fazer uma pequena Junta de Freguesia como o Casteleiro? Com escassos recursos financeiros, a actividade passa por proporcionar uma melhor qualidade de vida aos residentes. É isso que temos feito desde 2009. Criar eventos como a Festa da Caça, é uma ajuda mas, sejamos realistas, é uma gota de água que se esfuma rapidamente.
Esta é a realidade que temos. Remar contra estas circunstâncias não é fácil.
Importa aqui referir a resposta que grande maioria dos casteleirenses dá a eventos como a Festa da Caça. Naturais, descendentes, amigos, nos dias da Festa rumam à Aldeia. Vêm de todos os cantos do país e mesmo de frança para participar na Festa.
E a Aldeia transborda de som, as ruas enchem, os largos ganham cor. O Casteleiro vive. A todos eles um grande Bem- Haja.
"Reduto", crónica de António José Marques
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reduto
01/05/2015
Dia da Mãe
Antes, o Dia da Mãe, aliado à
celebração da Festa litúrgica da Imaculada Conceição, no dia 8 de Dezembro,
passou a comemorar-se no primeiro Domingo de Maio.
Assim, este ano, o Dia da Mãe é
no próximo dia 3 de Maio.
Sabendo-se que “Mãe há só uma e
mais nenhuma”, esta é uma máxima, plena de verdade, que ninguém pode e poderá
negar ou até duvidar.
Mãe, palavra doce e afectuosa,
mãe é, quando, com amor e carinho, do seu ventre nasce e dá à luz tão pura
semente, um desejado bebé que, pela vida fora, é o “ai Jesus do seu coração.”
Como prova de amor, desse amor de
mãe, conta uma lenda bretã que um mau filho, tendo morto a sua mãe, lhe
arrancou o coração. Chegada a noite, foi-se através da charneca para lançar o
coração ao mar. Ora sucedendo que, tendo tropeçado na raiz dum junco, caiu
pesadamente sobre umas pedras. Na mão ferida, o sangue da mãe juntou-se ao do
filho. Esse coração que ele apertava, animou-se e falou.
Para amaldiçoar? Não. Para lhe
perguntar angustiada:
-“Meu filho, estás ferido?”
É este o amor de mãe!...
Como retribuição, a melhor prenda
que lhe podemos oferecer, em especial, neste dia, Dia da Mãe, é amá-la,
respeitá-la, estimá-la e honrá-la, por todo o sempre.
Por mim, do fundo do coração,
dedico a todas as mães este poema, extraído do meu livro “Pedaços da Minha
Vida-Outros Poemas”:
MÃE!...
Mãe!...
Ao olhar para ti,
Via quão linda tu eras
E de alma pura também;
Mãe!...
Que cheirinho
Do teu corpo vinha
E que doce mel
O teu colo tinha;
Mãe!...
Que lindo era o teu sorriso,
Quando olhava para ti
E tu para mim,
Com amor e ternura
Desse amor sem fim;
Mãe!...
Dos muitos beijinhos,
Com um chi-coração,
Que, sendo tão meigos e doces,
Não os esquecerei, não;
Mãe!...
Já que, com lágrimas
E dores, me geraste
E com amor e sacrifícios
Me criastes também,
Por tudo, obrigado,
Ó querida mãe;
Mãe é mãe!...
Mas, quando pai não se tem,
Ser mãe…
É ser mãe e pai também;
Mãe!
Morreste?
Não.
Tu estás viva e bem viva,
Para sempre,
No meu coração.
Daniel Machado
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daniel machado
26/04/2015
25/04/2015
20/04/2015
JUNTE-SE À FESTA DA CAÇA CAMINHANDO
O percurso inicia-se no Casteleiro, junto à Capela do Espírito Santo, local mais antigo da aldeia. Segue depois em direcção a norte por entre olivais que rodeiam esta localidade. Á medida que nos afastamos, os campos deixam de ser cultivados e os matos rasteiros proliferam. Entramos na antiga calç...ada medieval que se dirige a Sortelha e inicia-se uma subida suave até à Quinta das Parturas, pequeno aglomerado populacional próximo de Sortelha. Daqui até á aldeia histórica, o percurso faz-se por uma subida moderada com inúmeros troços de calçada relativamente bem preservados. Entra-se na muralha pela “Porta Nova” e percorre-se a artéria principal deste burgo medieval muito bem preservado. Antes de regressarmos ao Casteleiro, percorremos parte da Pequena Rota 7 “Caminho histórico de Sortelha”, aproveitando um belo trilho por entre grandes blocos graníticos e que nos levará novamente à calçada medieval em direção ao Casteleiro.
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Festa da Caça 2015
17/04/2015
12/04/2015
FESTA DA CAÇA - Programa
Nos próximos dias 2 e 3 de Maio
as ruas e largos do Casteleiro voltam a ganhar cor e muita animação coma
realização da IV edição da Festa da Caça, uma iniciativa promovida pela Junta
de Freguesia.
Dois dias repletos com eventos
com eventos ligados à caça (Largada de Pombos, Prova de Santo Huberto,
exposição de cães e demonstração de falcoaria), mas também muita animação
musical (Grupo de Acordeonistas, Grupo de Bombos de Vales do Rio, Danças e Cantares
da Vila do Carvalho e, ainda, a actuação da Desertuna-Tuna Académica da UBI e
dos Grupos “Osíris” e “Logo se vê”.
No dia 3, domingo, realizar-se-á
um Passeio Equestre por terras do Casteleiro e, em colaboração coma Câmara do
Sabugal, a Caminhada “Rota dos Casteleiros”, com um percurso em direcção a
Sortelha, através da calçada agora recuperada e regresso ao Casteleiro.
Nesta IV edição, a Festa da Caça
conta com uma área de exposições de 45 pavilhões, com enfoque nos produtos
locais e regionais, tasquinhas, artesanato e produtos relacionados com o sector
da caça, com destaque para o Tiro Virtual (lasershot).
Igualmente os mais novos terão um
espaço e actividades próprias, nomeadamente pinturas faciais, modelagem de
balões, jogos tradicionais, leitura de contos e desenho bem como a apresentação
da peça infantil “O Caçador e o Pescador”.
Nos dias 2 e 3 de Maio aceite o
desafio, participe na Festa da Caça, visite e parta à descoberta da secular
aldeia de Casteleiro!
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Festa da Caça 2015
01/04/2015
O SERINGADOR faz 150 anos - Abril
“É seringando que ensino/Como se planta o pepino/Os tomates e a
beringela,/Pois em qualquer estação/Para haver boa produção/É com a minha
seringadela.
Abril vem do latim Aperire,
abrir: é o mês em que abrem os botões.
O tempo estará vário.
Para trás ficaram os
dias e as noites escuras e frias. Com o equinócio da Primavera (20 de Março), a
hora mudou. Os dias já são maiores, as manhãs mais claras e as tardes
solarengas. A contrastar com o cinzento invernoso, os campos encontram-se
repletos de cor, cheiros … de vida. Agora, a natureza desafia o homem para a
sua festa – a festa das flores! Quem resiste a tamanha beleza?
Há que arregaçar as mangas: tratar das árvores de fruto, retirar-lhes
os rebentos gulosos e ladrões e combater as pragas florestais. As terras de
pousio devem ser remexidas para receber novas sementeiras. A poda das videiras
deve estar concluída. É altura de cavar as vinhas.
Devem iniciar-se as sementeiras de milho nas terras secas. Quem
quiser, é altura de semear o linho, pepinos, alhos-porros e alfaces.
Neste mês limpam-se as colmeias das aranhas e afins.
Rifões populares do mês de ABRIL:
“Água que em
abril ficar, no verão há-de regar”
“Vinha que
rebenta em abril dá pouco vinho para o barril”
“A sardinha
de abril é vê-la e deixá-la ir”
“A Minha Rua”, Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
31/03/2015
30/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO - 11h00
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Festa da Caça 2015
23/03/2015
FESTA DA CAÇA - 2 de MAIO - 22h.00
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Festa da Caça 2015
22/03/2015
Assembleia Geral do CACC
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cacc
20/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO - 15h.00
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Festa da Caça 2015
18/03/2015
Dia da Mulher no Lar de São Salvador
No
âmbito da comemoração do Dia Internacional da Mulher, desenvolveu-se um pequeno
debate com os utentes nas instalações da Associação do Lar e Centro de Dia de
São Salvador subordinado ao tema “O papel da Mulher na sociedade atual”.
Este
assunto suscitou junto dos nossos utentes uma grande adesão onde o interesse, a
curiosidade e novos fatos apresentados, criaram uma dinâmica de interação entre
utentes e moderadoras. As utentes da associação foram presenteadas com uma flor
em tecido, elaborada na instituição de forma a homenagear todas as mulheres.
No
passado dia 8 de Março realizou-se também um jantar de comemoração do Dia da Mulher,
destinado a todas as colaboradoras e respetivas famílias. Num ambiente de
convívio e animação a noite foi de confraternização entre todos os presentes.
As colaboradoras da instituição foram também presenteadas com uma flor.
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lar
16/03/2015
Dia do Pai
O DIA DO PAI, aliado à celebração da Festa litúrgica de S. José, esposo da Virgem Maria e Pai adoptivo do Menino Jesus, comemora-se no dia 19 de Março.
Para com alegria e comemoração
deste dia 19 de Março, DIA DO PAI, dedico a todos os pais, com consideração e
estima, este poema, extraído do meu livro ”Pedaços da Minha Vida-Outros
Poemas”:
SER PAI…
Fruto de uma união,
É ter um filho
Com amor e paixão;
Ser
pai…
É,
com esperança, terUm dia feliz,
Quando o filho nascer;
Ser
pai…
É
partilhar, nas tristezas e nas alegrias,Com todos
E todos os dias;
Ser
pai…
É
saber ouvir serenamente,Para ser ouvido também
Por todos atentamente;
Ser
pai…
É
perdoar, para ser perdoado,Quando, por outro caminho,
Andar desencaminhado;
Ser
pai…
É
amar a esposa e os filhos também,E, porque não,
Com todos dar-se bem;
Ser
pai…
É
sorrir com rasgos de harmonia,Para que no lar
Haja paz e alegria;
Ser
pai…
É
trabalhar e abrir o coração,Para que em casa
Haja amor e não falte o pão;
Ser
pai…
É
unir a família, afinal,Com a palavra e o exemplo,
E, por todos seguido, por igual;
Ser
pai…
É
para Deus o devido agradecimento,Por ser um pai assim,
E para a família, reconhecimento;
Pai
é ser pai…
Mas,
quando não se tem mãeSer pai…
É ser pai e mãe também.

Daniel Machado
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daniel machado
,
dia do pai
14/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO - 08.30H
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Festa da Caça 2015
11/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO
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Festa da Caça 2015
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