25/04/2015
20/04/2015
JUNTE-SE À FESTA DA CAÇA CAMINHANDO
O percurso inicia-se no Casteleiro, junto à Capela do Espírito Santo, local mais antigo da aldeia. Segue depois em direcção a norte por entre olivais que rodeiam esta localidade. Á medida que nos afastamos, os campos deixam de ser cultivados e os matos rasteiros proliferam. Entramos na antiga calç...ada medieval que se dirige a Sortelha e inicia-se uma subida suave até à Quinta das Parturas, pequeno aglomerado populacional próximo de Sortelha. Daqui até á aldeia histórica, o percurso faz-se por uma subida moderada com inúmeros troços de calçada relativamente bem preservados. Entra-se na muralha pela “Porta Nova” e percorre-se a artéria principal deste burgo medieval muito bem preservado. Antes de regressarmos ao Casteleiro, percorremos parte da Pequena Rota 7 “Caminho histórico de Sortelha”, aproveitando um belo trilho por entre grandes blocos graníticos e que nos levará novamente à calçada medieval em direção ao Casteleiro.
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Festa da Caça 2015
17/04/2015
12/04/2015
FESTA DA CAÇA - Programa
Nos próximos dias 2 e 3 de Maio
as ruas e largos do Casteleiro voltam a ganhar cor e muita animação coma
realização da IV edição da Festa da Caça, uma iniciativa promovida pela Junta
de Freguesia.
Dois dias repletos com eventos
com eventos ligados à caça (Largada de Pombos, Prova de Santo Huberto,
exposição de cães e demonstração de falcoaria), mas também muita animação
musical (Grupo de Acordeonistas, Grupo de Bombos de Vales do Rio, Danças e Cantares
da Vila do Carvalho e, ainda, a actuação da Desertuna-Tuna Académica da UBI e
dos Grupos “Osíris” e “Logo se vê”.
No dia 3, domingo, realizar-se-á
um Passeio Equestre por terras do Casteleiro e, em colaboração coma Câmara do
Sabugal, a Caminhada “Rota dos Casteleiros”, com um percurso em direcção a
Sortelha, através da calçada agora recuperada e regresso ao Casteleiro.
Nesta IV edição, a Festa da Caça
conta com uma área de exposições de 45 pavilhões, com enfoque nos produtos
locais e regionais, tasquinhas, artesanato e produtos relacionados com o sector
da caça, com destaque para o Tiro Virtual (lasershot).
Igualmente os mais novos terão um
espaço e actividades próprias, nomeadamente pinturas faciais, modelagem de
balões, jogos tradicionais, leitura de contos e desenho bem como a apresentação
da peça infantil “O Caçador e o Pescador”.
Nos dias 2 e 3 de Maio aceite o
desafio, participe na Festa da Caça, visite e parta à descoberta da secular
aldeia de Casteleiro!
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01/04/2015
O SERINGADOR faz 150 anos - Abril
“É seringando que ensino/Como se planta o pepino/Os tomates e a
beringela,/Pois em qualquer estação/Para haver boa produção/É com a minha
seringadela.
Abril vem do latim Aperire,
abrir: é o mês em que abrem os botões.
O tempo estará vário.
Para trás ficaram os
dias e as noites escuras e frias. Com o equinócio da Primavera (20 de Março), a
hora mudou. Os dias já são maiores, as manhãs mais claras e as tardes
solarengas. A contrastar com o cinzento invernoso, os campos encontram-se
repletos de cor, cheiros … de vida. Agora, a natureza desafia o homem para a
sua festa – a festa das flores! Quem resiste a tamanha beleza?
Há que arregaçar as mangas: tratar das árvores de fruto, retirar-lhes
os rebentos gulosos e ladrões e combater as pragas florestais. As terras de
pousio devem ser remexidas para receber novas sementeiras. A poda das videiras
deve estar concluída. É altura de cavar as vinhas.
Devem iniciar-se as sementeiras de milho nas terras secas. Quem
quiser, é altura de semear o linho, pepinos, alhos-porros e alfaces.
Neste mês limpam-se as colmeias das aranhas e afins.
Rifões populares do mês de ABRIL:
“Água que em
abril ficar, no verão há-de regar”
“Vinha que
rebenta em abril dá pouco vinho para o barril”
“A sardinha
de abril é vê-la e deixá-la ir”
“A Minha Rua”, Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
31/03/2015
30/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO - 11h00
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23/03/2015
FESTA DA CAÇA - 2 de MAIO - 22h.00
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22/03/2015
Assembleia Geral do CACC
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20/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO - 15h.00
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18/03/2015
Dia da Mulher no Lar de São Salvador
No
âmbito da comemoração do Dia Internacional da Mulher, desenvolveu-se um pequeno
debate com os utentes nas instalações da Associação do Lar e Centro de Dia de
São Salvador subordinado ao tema “O papel da Mulher na sociedade atual”.
Este
assunto suscitou junto dos nossos utentes uma grande adesão onde o interesse, a
curiosidade e novos fatos apresentados, criaram uma dinâmica de interação entre
utentes e moderadoras. As utentes da associação foram presenteadas com uma flor
em tecido, elaborada na instituição de forma a homenagear todas as mulheres.
No
passado dia 8 de Março realizou-se também um jantar de comemoração do Dia da Mulher,
destinado a todas as colaboradoras e respetivas famílias. Num ambiente de
convívio e animação a noite foi de confraternização entre todos os presentes.
As colaboradoras da instituição foram também presenteadas com uma flor.
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16/03/2015
Dia do Pai
O DIA DO PAI, aliado à celebração da Festa litúrgica de S. José, esposo da Virgem Maria e Pai adoptivo do Menino Jesus, comemora-se no dia 19 de Março.
Para com alegria e comemoração
deste dia 19 de Março, DIA DO PAI, dedico a todos os pais, com consideração e
estima, este poema, extraído do meu livro ”Pedaços da Minha Vida-Outros
Poemas”:
SER PAI…
Fruto de uma união,
É ter um filho
Com amor e paixão;
Ser
pai…
É,
com esperança, terUm dia feliz,
Quando o filho nascer;
Ser
pai…
É
partilhar, nas tristezas e nas alegrias,Com todos
E todos os dias;
Ser
pai…
É
saber ouvir serenamente,Para ser ouvido também
Por todos atentamente;
Ser
pai…
É
perdoar, para ser perdoado,Quando, por outro caminho,
Andar desencaminhado;
Ser
pai…
É
amar a esposa e os filhos também,E, porque não,
Com todos dar-se bem;
Ser
pai…
É
sorrir com rasgos de harmonia,Para que no lar
Haja paz e alegria;
Ser
pai…
É
trabalhar e abrir o coração,Para que em casa
Haja amor e não falte o pão;
Ser
pai…
É
unir a família, afinal,Com a palavra e o exemplo,
E, por todos seguido, por igual;
Ser
pai…
É
para Deus o devido agradecimento,Por ser um pai assim,
E para a família, reconhecimento;
Pai
é ser pai…
Mas,
quando não se tem mãeSer pai…
É ser pai e mãe também.

Daniel Machado
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dia do pai
14/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO - 08.30H
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11/03/2015
FESTA DA CAÇA - 3 de MAIO
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08/03/2015
FESTA DA CAÇA - 2 e 3 de MAIO
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06/03/2015
FESTA DA CAÇA - 2 DE MAIO, 16H
DESERTUNA NAS RUAS DO CASTELEIRO
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03/03/2015
O SERINGADOR faz 150 anos - MARÇO
150 anos é o tempo que
nos separa desde a fundação do SERINGADOR até aos nossos dias. Reportório que
ainda hoje apresenta o seu formato inicial, impresso a preto sobre a folha de
papel A4 branca dobrada ao meio.
Antigamente podia ser
comprado nos mercados (Sabugal, Belmonte…) ou comércios onde se vendia um pouco
de tudo; refiro-me a título de exemplo “o Depósito – o melhor do comércio local
de então”, no Sabugal, local onde atualmente se situa a Caixa de Crédito Agrícola
Mútuo. Hoje podemos encontrar o SERINGADOR em qualquer papelaria ou quiosque de
venda de jornais.
Com base neste
auxiliar e com ajuda da sabedoria do nosso povo aqui vos deixo alguns conselhos
úteis para o mês de MARÇO.
MARÇO – dia 20, chegada da primavera (22h 45min)
Algum frio, pouca
chuva e tempo nublado. Tempo variado.
No jardim devem ser
podadas as roseiras, devendo ser cortadas na ligação com o pé-mãe e aproveitar
as varas cortadas para plantação.
Na adega o vinho deve
ser passado a limpo, retirando-o das borras.
No campo plantam-se as
batatas e semeiam-se espargos, morangueiros, pepinos, melões, milho, alfaces, cenouras,
linho e grãos. Nas terras quentes devem plantar-se as figueiras. Deve-se
plantar o cebolo. Enxertam-se damasqueiros e pessegueiros.
Rifões populares do mês de março:
“Páscoa em março, ou
fome ou mortaço”
“Quando troveja em
março, semeia no alto e no baixo”
“Em março chove cada
dia um pedaço”
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joaquim gouveia
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seringador
02/03/2015
01/03/2015
FESTA DA CAÇA - 2 e 3 de MAIO de 2015
Iniciamos hoje a apresentação do Programa
da Festa da Caça do Casteleiro.
DIA 3 de MAIO - 08.30H
PROVA DE SANTO HUBERTO
Está já assegurada a realização de uma prova de Santo
Huberto na Festa da Caça do Casteleiro organizada pela Federação de Caça e Pesca
da Beira Interior. Uma prova que conta para apuramento do campeonato nacional.
As provas de St Huberto são direccionadas a caçadores com cão de parar que, num
determinado percurso definido pelo juiz, são avaliados pelo desempenho de cão e
caçador. Neste tipo de prova são aspectos avaliados pelos juízes a forma
correcta de abordar o terreno a caçar, o respeito pela natureza, o cumprimento
das regras de segurança que devem ser observadas no decorrer do acto venatório,
o espírito desportivo, a ética, o sentido ecológico do caçador, a ligação com o
seu cão, a forma como este sinaliza a caça (paragem), obedece às ordens,
respeita o levante da caça e o tiro, a forma como cobra a peça abatida e a
entrega ao dono.
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22/02/2015
Faz hoje 300 anos houve boda na Aldeia!
Casteleiro, 22 de Fevereiro de 1715. Faz hoje exactamente 300
anos. Era sexta-feira. Na aldeia, alguns dos cerca de 450 habitantes devem ter
interrompido os trabalhos do campo. Havia casamento e, certamente, boda na casa
da noiva.
Manuel de Proença, (viúvo de Maria Esteves de Peraboa), filho
de Manuel de Proença e Maria da Costa, casou com Luísa Cerveira, do Casteleiro,
filha Manuel Luís Agostinho (de Famalicão) e de Maria Cerveira natural do
Casteleiro. O padre cura foi António Luís de Brito a as testemunhas outros dois
padres residentes na aldeia: Sebastião Pires e Manuel Mendes.
Mas este foi um mês com três bodas. No domingo anterior, 17
de Fevereiro, tinham casado Manuel Fernandes com Isabel Gonçalves. Ele, natural
da Capinha e ela do Casteleiro, filha de Francisco Gonçalves e Ana Lourenço. As
testemunhas foram António Fernandes Bernardo e Pedro Vicente.
Também no dia 28 de Fevereiro, Pascoal Rodrigues casou com
Teresa Lourenço, ambos naturais e residentes no Casteleiro. Ele, filho de
António Rodrigues e Maria Pinto e ela filha de Manuel Cerveira e Maria
Lourenço. As testemunhas foram o padre Manuel Mendes e Pedro Vicente.
Há 300 anos, três casamentos no espaço de dias. E, assim,
crescia a Aldeia!
Onde estão e quem são os descendentes destas famílias?
"Reduto", crónica de António José Marques
Nota: O Reduto do Casteleiro, que dá título a esta crónica, terá sido ponto central da Aldeia. Esse facto será oportunamente demonstrado com evidências. Assim como a existência, essa documentada militarmente como local fortificado, de um outro Reduto no arrabalde da Aldeia.
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13/02/2015
Domingo há "Testamento do Galo"
O
Centro de Animação Cultural do Casteleiro, em conjunto com os meninos da
catequese, vai realizar o tradicional evento do “Testamento do Galo”, no próximo
domingo, dia 15, pelas 14.30h, no Largo de São Francisco.
Está
convidada toda a população e amigos para vir aplaudir os mascarados e ouvir as
dedicatórias do famoso “Testamento ”.
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testamento do galo
12/02/2015
O SERINGADOR faz 150 anos
Com o seu “Reportório
Crítico-jocoso e prognóstico”, o SERINGADOR faz agora 150 anos. É um almanaque
que ao longo do tempo tem granjeado muitos leitores, uns para acompanharem as
previsões meteorológicas, outros para seguirem os conselhos do calendário
agrícola ou ainda para saber quando são os mercados e feiras lá da vila.
Com base neste
auxiliar e com ajuda da sabedoria do nosso povo proponho-me deixar aqui,
mensalmente, alguns conselhos a nível da meteorologia e dos trabalhos
agrícolas.
FEVEREIRO: Bom tempo. Tempo húmido. Tempo frio.
Acabam-se as podas e
lá para o fim do mês iniciam-se as enxertias. Planta-se o cebolo.
As terras que irão
receber as sementeiras já devem estar lavradas, devendo agora ser revolvida
novamente para arejar. Surriba-se a terra para plantar vinhas e pomares.
Deve-se estrumar a terra para os batatais. Enxertar macieiras, pereiras e
outras árvores semelhantes. Plantar laranjeiras e limoeiros, álamos e
loureiros. Semeia-se aveia, rabanetes, couve-flor, brócolos, repolhos,
cenouras, cebolas, espinafres, beterrabas para temporão.
Rifão popular do mês de fevereiro:
“Para fevereiro, guarda a lenha no quinteiro”
“Lá vem fevereiro, que leva a ovelha e o carneiro”
“Chuva de fevereiro vale em estrumeiro”
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joaquim gouveia
07/02/2015
Rastreio de visão prossegue todas as semanas
Prossegue a
bom ritmo o rastreio de visão de toda a população do Casteleiro. Agora, todas
as quintas-feiras, profissionais da área detectam, encaminham e propõem
soluções para as patologias encontradas.
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rastreio
02/02/2015
Nossa Senhora das Candeias
Hoje, dia 2 de fevereiro celebra-se a Nossa Senhora das Candeias. Como
diz o povo "se Nossa Senhora das Candeias estiver a rir
está o Inverno para vir, se estiver a chorar está o Inverno
a passar", ou seja, a presença de um dia
solarengo pode ser mau presságio pois tal significa que ainda
temos mais uns tempos de invernia.
Esta celebração da Senhora das Candeias está,
sobretudo, relacionada com a importância do azeite, quer
como elemento fundamental na dieta mediterrânica, quer como
produto utilizado na cura de algumas doenças, quer ainda
como produto utilizado em práticas religiosas. Por fim,
é preciso não esquecer a importância do azeite
para alumiar, dar luz, sobretudo num tempo, já longínquo, em que a
eletricidade ainda estava distante das nossas aldeias do interior.
Assim, em dia de Nossa Senhora das Candeias é tempo de
agradecer o azeite conseguido na temporada anterior e pedir
um ano cheio de azeite pois este é bem precioso e é
preciso agradecer esta dádiva.
Como hoje o tempo está mais para chorar do que para rir, talvez seja um bom
sinal para o inverno abalar e preparar a natureza para o “milagre da
multiplicação”.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
25/01/2015
Os Largos...
![]() |
| Agosto |
![]() |
| Janeiro |
Este é o
Largo que dá nome a esta crónica: Reduto!
Uma foto é
do mês de Agosto. Um Largo cheio, onde se adivinha vida! A outra foto
é deste mês de Janeiro. Um Largo vazio, triste!
Este poderá
ser o ex-libris do Casteleiro. E também de quase todas as aldeias do concelho.
Esta é a frieza da realidade. Estes são os factos!
Em 2013
escrevi que é urgente mudar, é urgente assumir rupturas. Hoje, reescrevo com a
mágoa da incapacidade de mudança. Esta é uma luta desigual. Pior que a
inexistência de receitas milagrosas, é constatar que continua a não existir qualquer
receita por parte de quem tem essa missão, essa obrigação.
Mas, em nome
de quem construiu as ruas, as calçadas e os largos, do Casteleiro e das aldeias
do secular concelho do Sabugal, a palavra desistir tem que ser banida.
E relembro
uma frase escrita há 500 anos por Maquiavel: “Onde há uma vontade forte, não
pode haver grandes dificuldades”.
"Reduto", crónica de António José Marques
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reduto
Rastreio de visão da população do Casteleiro
No âmbito do projecto em curso no Casteleiro desde há cerca
de um ano – “Sistema de Vigilância Demográfica” que acompanha a saúde da
população, vai realizar-se nos próximos dias 29 e 30, quinta e sexta-feira da
próxima semana, entre as 11 e as 17 horas, no Largo de São Francisco, um
rastreio de visão, gratuito e aberto a todos os interessados.
Esta acção, de iniciativa da Junta de Freguesia, conta com o
apoio da Unidade Local de Saúde da Guarda, que disponibiliza a sua unidade móvel
de oftalmologia, técnicos da Universidade da Beira Interior e a liderança
técnica do Centro de Investigação e Desenvolvimento da Beira, entidade
responsável por todo o projecto.
Os primeiros resultados do estudo estão a ser analisados e
trabalhados pelos investigadores e o problema de visão da população é já uma
das evidências. Com este rastreio vai ser possível detectar, em concreto, quais
os problemas e encontrar soluções ou encaminhamento para o seu tratamento.
18/01/2015
Eleições no Lar de São Salvador
A lista A, encabeçada pela actual presidente Sandra
Fortuna, venceu as eleições ontem realizadas para os órgãos sociais do Lar de
São Salvador do Casteleiro, para o quadriénio 2015/2018. Os associados da
instituição reconheceram de forma clara o excelente trabalho realizado nos
últimos anos, reconduzindo a equipa directiva com a expressiva votação de 173
votos contra apenas 66 da lista B. Ganhou o Casteleiro!
DIRECÇÃO
Presidente: Sandra Fortuna
Vice-Presidente: Jaime Rodrigues
Tesoureiro: Vítor Fortuna
Secretário: Joaquim Gouveia
Vogal: Isabel Ângelo
Suplentes
António Luzio
Albertino Lopes
Carlos Nabais
Manuel Leal
Albertino dos Reis
CONSELHO
FISCAL
Presidente: Ricardo Fortuna
Vogal: Rui Proença
Vogal: Carolina Gonçalves
Suplentes
José João
Fernanda Paiva
José dos Reis
ASSEMBLEIA
GERAL
Presidente: Joaquim Paiva
1ª Secretária: Cristina Alexandrino
2ª Secretária: Orlanda Corista
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lar
16/01/2015
FESTA DA CAÇA - 2 E 3 DE MAIO
O Casteleiro volta a ser palco da Festa da Caça nos dias 2 e
3 de Maio, uma iniciativa da Junta de Freguesia que, anualmente, anima as ruas
e largos da aldeia. Uma Festa com actividades diversificadas sob o signo da
Caça que durante dois dias “transforma” a aldeia num ponto de encontro de
milhares de visitantes.
Como de tradição, esta edição contará com novidades em relação
às anteriores. A divulgação do programa terá início muito em breve.
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Festa da Caça
15/01/2015
Hoje é dia de Santo Amaro e não há Feira!
Hoje comemora-se o dia de Santo Amaro e na Quinta de Santo
Amaro hoje não há feira. Mas já houve!
Segundo o vigário João dos Santos, de Sortelha, no termo do
concelho havia três feiras nos finais do século XVIII: a Feira de São Marcos, na
Quinta do Espinhal no dia 25 de Abril e duas na Quinta de Santo Amaro, uma a 15
de Janeiro e outra na segunda oitava da Páscoa. Neste período não consta que
existissem feiras nos “lugares” mais próximos: Casteleiro, Sortelha, Bendada,
Moita e Santo Estevão.
Mais uma surpresa relevante e que atesta a importância
pretérita da “nossa” Quinta de Santo Amaro. Com uma história de muitos e muitos
séculos, de reguengo do reino à Quinta do Morgado, hoje, dia de Santo Amaro,
era dia de festa e de feira há, pelo menos, 250 anos.
O nome “Santo Amaro” existe desde meados do século XVII -a
designação anterior não está ainda confirmada já que existem duas hipóteses em
estudo. E terá essa designação, que chegou até aos nossos dias, desde o período
em que pertencia à Ordem de São Bento, embora a sua exploração desde meados do
século XVI não fosse feita directamente pela Ordem, mas “arrendada”. Santo
Amaro terá sido a homenagem que a dita Ordem fez ao Santo que foi o herdeiro
espiritual e da obra de São Bento. O nome e uma capela!
História e estórias de uma quinta onde nasceram muitos dos
futuros habitantes do Casteleiro.
"Reduto", crónica de António José Marques
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Estudos
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santo amaro
07/01/2015
Os Casteleirenses na Primeira Guerra Mundial
A 22 de Julho de 1916 é constituído
em Tancos o Corpo Expedicionário Português composto por 30 mil homens. A 7 de
Agosto, Portugal aceita entrar na Guerra a convite do governo britânico. A 30
de Janeiro de 1917 partem do Tejo, em três navios, os primeiros soldados
portugueses em direcção a Brest. O CEP ficaria estacionado na Flandres
francesa. Os portugueses estavam organizados em duas Divisões, cada uma com três
Brigadas. Os jovens casteleirenses estavam quase todos na 3ª Brigada da 1ª Divisão
pois pertenciam ao Batalhão de Infantaria nº 12 da Guarda. Desde Fevereiro de
1917 até Outubro foram enviados para França perto de 60 mil homens. Em Abril de
1918 o CEP tinha perdido 6 mil soldados. Com a Batalha de La Lys, em 9 de Abril
desse ano, em apenas 4 horas o CEP perdeu 7500 homens, entre mortos, feridos,
desaparecidos e prisioneiros. Foi o fim do CEP e a maior derrota do exército
português depois de Alcácer Quibir.
![]() |
| Partida do Cais de Santos |
O Batalhão de Infantaria da
Guarda que partiu para França era composto por 23 oficiais, 48 sargentos e 1028
cabos e soldados. Partiram em 20 de Março de 1917 e regressaram a 4 de Junho de 1919. Entre oficiais e soldados
morreram 45. Naturais do Casteleiro participaram pelo menos 25 e todos eles
regressaram à nossa aldeia:
José Fernandes Carrilho –
Soldado, Batalhão Infantaria Nº 3; José Fernandes – Soldado; Germano Soares -
Soldado, RI 12; Jerónimo Ferreira – Soldado, RI 12 (Quinta de Santo Amaro); António
Geraldes – Soldado Corneteiro, RI 12; Cassiano Batista Guerra – Soldado; RI 12;
Joaquim Machado – Soldado, RI 12; Amândio Valentim – Soldado, RI 12; Joaquim
Marques – Soldado, RI 12; António Pinto – Soldado, RI 12; José Canelo –
Soldado, RI 12; Álvaro Geraldes – Soldado, RI 12; Manuel Mendes dos Reis –
Soldado, RI 12; Cassiano Ferreira – Soldado, RI 12; José Capelo – 1ºCabo, RI 12;
Joaquim Gonçalves – Soldado, RI 12; José Mendes Félix – Soldado, RI 12; Mário
dos Reis – Soldado, RI 12; Primo Augusto – Soldado, RI 12; Germano Machado –
Soldado, RI 12; Januário Ferreira – Soldado, RI 12; Joaquim Coutinho – Soldado,
2º Grupo, Administração Militar/Abastecimentos; José Martins – 1º Cabo,
Regimento de Sapadores Mineiros; Firmino Geraldes – 1º Cabo, RI 12 (Valverdinho)
e, ainda, Manuel Cavaleiro cuja caderneta não consta.
Nas fotos, (clique para ampliar), a Caderneta Militar de
José Fernandes Carrilho, soldado condutor (de mulas) filho de José Fernandes
Carrilho e de Ricarda Maria. Uma vida militar curiosa com muitas baixas
médicas, pelo menos cinco prisões, normalmente de 10 dias cada uma, e um
julgamento. O motivo era sempre o mesmo: faltar à revista, faltar ao trabalho
de fortificação, não cumprir ordens dizendo “palavras obscenas”, etc…
Estórias de Casteleirenses…
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