No
Casteleiro a tradição cumpriu-se em domingo de entrudo. No Largo de São
Francisco, os jovens leram o Testamento do Galo perante uma assistência atenta.
No final, como ditam as regras, o animal foi oferecido, este ano à professora
Fernanda Paiva.
02/03/2014
27/02/2014
O Regedor
Figura respeitada, o Regedor, era um subordinado do
Presidente da Câmara, ao serviço do Estado, donde não recebia qualquer ordenado
pelo trabalho que fazia, ocupando-lhe muitas vezes, todo o seu tempo. Para além do policiamento
da freguesia, era chamado a intervir nas situações mais insólitas e até
caricatas, como o roubo de uma galinha, fazer as pazes entre marido e mulher,
em brigas, desacatos, comprovar óbitos…fazer o
registo, anual, da produção de cereais, vinho e azeite, penalizando os
proprietários que não fornecessem corretamente estes dados.
Para o auxiliar em todas as
suas tarefas, tinha às suas ordens e nomeados por este, os chamados Cabos de
Policia, sendo por norma rapazes de boa constituição física, e de preferência,
acabados de chegar da tropa.
Em plena II Guerra Mundial
e com escassez de alimentos, a comida era racionada e a cada família, o Regedor atribuía senhas de racionamento, através das quais era possível levar para
casa um pouco de açúcar, arroz…sempre insuficientes para as necessidades das
crianças e adultos.
Quem se lembra do Ti Américo Fortuna como o último
Regedor do Casteleiro? Morava perto igreja e também da estalagem. Habitava a
casa onde atualmente mora seu filho José Fortuna.
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joaquim gouveia
25/02/2014
Testamento do Galo
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24/02/2014
Três javalis!
No passado domingo dia 23 de Fevereiro, realizou-se mais uma
montaria no Casteleiro, organizada por um grupo caçadores com o aval do Clube
de Caça e Pesca do Casteleiro. Com pontaria certa o resultado da batida
cifrou-se em três javalis. O Casteleiro está activo, em mais uma modalidade e
recomenda-se!
Beatriz Nabais
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20/02/2014
Marcas de um regime...







Salazar
encontrou na educação o terreno
fértil para a proliferação da sua ideologia
A FORMATAÇÃO DE UM POVO
«Ensinai
aos vossos filhos o trabalho, ensinai às vossas filhas a modéstia, ensinai a
todos a virtude da economia. E se não poderdes fazer deles santos, fazei ao
menos deles cristãos», Salazar.
«Instrução
aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o
essencial», Salazar.
«Para cada braço, uma enxada, para cada família o seu
lar, para cada boca o seu pão», Salazar.
«Tudo
pela Nação, nada contra a Nação», Salazar.
«Vós pensais
nos vossos filhos, eu penso nos filhos de todos vós», Salazar.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
16/02/2014
Limpeza de 88 hectares previne incêndios
Teve início esta semana a execução do projecto de
implementação da “rede primária”, uma faixa de redução ou interrupção de
combustíveis com cerca de 125 metros de largura. Este projecto, que a Junta de
Freguesia candidatou ao programa PRODER, tem por objectivo promover a defesa da
floresta contra incêndios, nomeadamente garantindo condições para diminuição da
superfície percorrida por grandes incêndios e, por outro lado, permitindo uma
intervenção directa de combate.
A área é definida pelo plano distrital da defesa da floresta
contra incêndios e, na freguesia de Casteleiro, irá abranger a criação de
faixas num total de 88 hectares.
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12/02/2014
Licença de trânsito - Bicicleta
Hoje trago à vossa
lembrança a “Licença de Trânsito” que permitia a livre circulação da bicicleta
nas ruas e estradas das nossas aldeias e vilas. Também, esta, uma receita camarária,
que juntamente com outras constituíam parte do magro orçamento destas parcelas
do território português.
Com uma história
riquíssima, a sua evolução, transporta-nos para as famosas “pasteleiras”. Para
os mais novos, desconhecedores desta realidade, este veículo, era pesadíssimo,
utilizando no seu fabrico, não alumínio como atualmente, mas sim ferro: forte e
feio, como se costuma dizer.
Hoje em dia é considerado o
meio de transporte mais utilizado e limpo no mundo.
Registo as vantagens que
tem para a saúde, quando utilizada na prática desportiva, no lazer dos mais
novos ou como veículo de transporte para o trabalho.
Mantenha-se atento!
Prometo trazer aqui mais
uns pedaços de História.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
06/02/2014
Lar implementa "Gabinete de Imagem"
No seguimento do
trabalho desenvolvido e tendo em conta a nossa missão, Visão e Valores, o Lar
S. Salvador no Casteleiro implementou o Gabinete de Imagem com o objectivo de
proporcionar aos nossos utentes uma sensação de bem-estar, de relaxamento e de
elevação de auto- estima.
Para este novo
serviço alcançar os seus objectivos, a Direcção faz um enorme esforço em tempos
difíceis que correm, para continuar a dar aos seus utentes serviços de elevada
qualidade. Portanto, faz todo o sentido a existência de um espaço adequado à
prática deste tipo de cuidados.
Sendo os
cuidados de imagem fundamentais para a melhoria da qualidade de vida e
auto-estima dos utentes, no Gabinete de Imagem são realizados os seguintes
tratamentos: depilação, manicure, hidratação da pele, massagens localizadas de
relaxamento e serviço de cabeleireira.
A adesão dos
utentes ao Gabinete de Imagem tem sido muito satisfatória, tendo vindo a
aumentar gradual e significativamente, o que leva a concluir que esta iniciativa
seja uma mais-valia não só para a qualidade de vida dos utentes como para a
própria instituição.
A Direcção do Lar S. Salvador
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04/02/2014
Apontamentos sobre a nossa história recente
Não vai assim tão distante na História, o tempo em que, para tudo
e para nada, era necessário uma licença específica quer fosse para, acender o
isqueiro ou, simplesmente, para o carro de bois poder “circular” em caminhos de
lama ou na estrada alcatroada. Para ridículo da questão, as respetivas licenças
tinham que acompanhar, sempre, o verdadeiro utilizador e, no caso do carro de
bois, teria que a exibir em local bem visível às autoridades. Por hoje,
ocupemo-nos, apenas da licença do isqueiro.
A licença do isqueiro foi um dos símbolos das absurdas taxas
aplicadas ao cidadão pelo regime de Salazar. Os portadores dos isqueiros eram
obrigados, no início de cada ano civil, a deslocarem-se às finanças para tirar
a respetiva licença de porte e uso, medida essa que, levava aos cofres do
Estado muitos milhares de escudos, usurpados aos magros bolsos de muitos
portugueses. Quem não cumprisse tal normativo e fosse apanhado a acender, na
via pública, um simples cigarro, candidatava-se ao pagamento de uma coima,
deveras superior ao valor da licença.
É evidente que contra este exagero, havia aqueles que, não
concordando, boicotavam tal medida.
Deste tempo … não temos saudade alguma!
NOTA:
Qualquer semelhança com a realidade dos nossos dias pode ser pura ficção.
"A Minha Rua", Joaquim Luís Gouveia
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joaquim gouveia
31/01/2014
Que lindo Quadro!
Chegado o Outono, as “jovens” árvores da Sala de
visitas do Casteleiro, no Largo de S. Francisco (Terreiro de S. Francisco), de
folhas verdes, verdejantes, que o homem plantou e Mão Divina, com a Sua
infinita arte de bem pintar, pintou, com uma matizada e deslumbrante mistura de
multicolores, num lindo quadro que, por algum tempo, para gáudio e encanto a
nossos olhos se deparou e que, agora, aqui poderá ser visto também, diremos:
Que lindo quadro!...
Em contraste, no Inverno, porém,
as folhas multicolores que, no Inverno, foram envelhecendo e uma a uma caindo
no chão, onde calcadas e recalcadas são, morrendo, deixando a nu e ao frio,
tão-somente os troncos e os braços dessas mesmas árvores que, ao deliciarem-nos
antes com um lindo quadro de uma beleza rara, bem diferentes agora, abaixo se
apresentam retratados e, por analogia, algo de semelhante poderemos verificar
no ser humano, conforme o poema que a seguir transcrevemos:
Enquanto uma a uma
Já amarelecidas
E tocadas pelo vento,
Tristes e desiludidas,
Das árvores
As folhas vão caindo
Que calcadas
E recalcadas,
No chão
Vão jazendo
E, com resignação,
Morrendo,
Um a um,
Os anos vão passando
Que, calcados
E recalcados,
Vão aumentando,
E, quando formos velhinhos,
Doentes e a sofrer,
Como as folhas,
Acabamos por morrer.
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daniel machado
28/01/2014
Crónicas de Casteleirenses!


O tema é o Casteleiro. Sempre um novo
ângulo, uma nova estória! Semanalmente, no Capeia Arraiana, o José Carlos
Mendes e o Joaquim Gouveia marcam presença com as suas crónicas “A Minha Aldeia”
e “Viver Casteleiro”. São espaços fascinantes de amor à terra, ao seu passado, de
pequenas grandes estórias, modos, usos e costumes do nosso Casteleiro. Estes
nossos conterrâneos contribuem, ao seu modo, para fazer chegar o nome da Aldeia
mais longe e, por tudo isso, merecem a nossa admiração e agradecimento.
Não percam todas as semanas. Leiam e
deliciem-se com a escrita destes casteleirenses!
António Marques
24/01/2014
Joaquim Mendes Guerra
| Casa onde nasceu |
Às dez horas do dia 24 de Janeiro de
1953, faz hoje sessenta e um anos, falecia em sua casa, na Quinta Mimosa no
Casteleiro, vítima de hemorragia cerebral, o nosso conterrâneo Joaquim Lopes
Neves Mendes Guerra.
Joaquim Mendes Guerra nasceu no
Casteleiro em 1893, filho de Manuel José Fernandes Mendes Guerra, o maior
proprietário da Aldeia à época, também ele natural do Casteleiro e de Emília
dos Prazeres Neves Mendes Guerra, natural de Tamanhos no concelho de Trancoso.
Joaquim Mendes Guerra foi casado com Maria do Céu Barreiros Guerra, (a “Senhora”)
que enviuvou com apenas 52 anos.
Em crónica anterior já aqui abordei a
vida deste casteleirense a propósito do motim do aguilhão frente à Câmara do
Sabugal a 10 de Fevereiro de 1926. Referi, então, que a investigação sobre a
vida de Mendes Guerra estava adiantada. Hoje, está praticamente concluída.
Após muita e diversificada
investigação, ouso afirmar que Joaquim Mendes Guerra é, para mim, a
personalidade mais fascinante do Casteleiro do século XX. A sua vida, personalidade,
acção e obra extravasou as fronteiras da nossa terra, do concelho e da região.
![]() |
| Aluno da Universidade de Coimbra |
Em 1913, com vinte anos de idade,
estudava em Coimbra, matriculado na Faculdade de Letras. No ano seguinte optou
pela Faculdade de Direito. Contemporâneo na Universidade, e em algumas das
disciplinas, de António de Oliveira Salazar e Manuel Gonçalves Cerejeira, com
quem manteria fortes relações de amizade, Joaquim Mendes Guerra regressaria
anos depois ao Casteleiro. Na política, integra a corrente do Integralismo
Lusitano, ao invés de seu pai que pertencera ao Directório do Partido
Progressista do Sabugal até 10 de Agosto de 1898.
![]() |
| Acta de tomada de posse Presidente da Junta |
Jornalista, fundou a “Gazeta do
Sabugal”, com sede no Casteleiro, órgão defensor dos “lavradores do concelho”.
A 2 de Janeiro de 1926 toma posse como Presidente da Junta de Freguesia de
Casteleiro. Um cargo de curta duração já que, a 30 de Junho do mesmo ano é
empossado como Presidente da Comissão Administrativa do Concelho do Sabugal.
Até à sua morte, desdobrou-se em múltiplas actividades políticas e, sobretudo,
de publicação de artigos em diversos jornais do País. No dia da morte era
publicado o seu último artigo no jornal “A Voz”, sobre “Usos e Festas
Tradicionais da Beira”.
Militante, polémico, interventor, a
vida de Joaquim Mendes Guerra, o seu percurso em pormenor, merece ser do conhecimento
público de todos os casteleirenses. Isso acontecerá ainda em 2014.
| Assinatura |
"Reduto", crónica de António José Marques
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Estudos
19/01/2014
Caminhada por Terras de Casteleiro...
O Casteleiro recebeu hoje os cerca de 60 participantes na Caminhada, com uma manhã fria mas com sol. Óptimas condições para percorrer os 13 Kms do percurso com partida do Largo de São Francisco em direcção à Ribeira, Carvalha, Vale Castelões, Alto da Serra, Gralhais. Bem perto de Sortelha a Velha, a descida para as Quintas do Anascer, onde foi servido o pequeno- almoço. Já por caminhos mais planos, o regresso em direcção à Casa da Esquila para o merecido almoço.
13/01/2014
12/01/2014
Milho para o exército de El Rei
Estamos em Dezembro
de 1832. D. Miguel I, filho de D. João VI, era Rei de Portugal mas em luta com
seu irmão D.Pedro. Guerra civil entre miguelistas e pedristas, absolutistas e
liberais. Por este tempo, 1832, D.Pedro tinha já reunido em Inglaterra uma
força de sete mil soldados para lutar contra o seu irmão e defender o partido
liberal. D. Miguel perdeu esta guerra e o seu reinado viria a terminar a 26 de
Maio de 1834.
No nosso Casteleiro
de há cerca de 180 anos, com perto de 550 habitantes, a vida diária decorria de
sol a sol a trabalhar a terra. Como sempre. E por isso, em tempo de guerra,
quando chamados a contribuir para o exército “de sua majestade”, deram o que
mais tinham: milho.
A “Gazeta de Lisboa”
de 5 de Janeiro de 1833 relata essas ofertas.
“O Cura José Augusto
Cameira e Joaquim Pinto de Oliveira, dois alqueires de milho cada um.
Manoel Martins da
Costa 1 e meio do dito. José Fernandes Mendes, Manoel da Fonseca, Manoel Mendes
Esteves e Luis Baptista, 1 dito dito cada um. Felix Mendes, Manoel Gomes, José
Caetano Esteves, António Cameira, Francisco Pereira, Manoel Louro e José
António de Sequeira, em módicas quantidades 3 alqueires e 1 quarta de milho.”
O Casteleiro, no
total, contribuiu com perto de 13 alqueires de milho.
Factos e
curiosidades da nossa Aldeia!
"Reduto", crónica de António José Marques
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Estudos
Passagem de Ano voltou à Casa da Esquila
Para despedida do ano de 2013 e
entrada no Novo Ano de 2014, com desejos de prosperidade, saúde, paz e alegria,
a Casa da Esquila, sita no Casteleiro - Sabugal, não quis, uma vez mais, deixar
de proporcionar, em ambiente de convívio, uma passagem de fim de ano, para se
comer, beber, conviver e divertir.
Com um bom número de pessoas que,
certamente, mais seriam, se não fosse ainda tempo de crise e uma noite de chuva
e frio, às 8 horas e 15 minutos, iniciou-se a “maratona” de comes e bebes, com
muitos e variados aperitivos e entradas, à descrição, e sempre a mastigar e de
copo na mão até que nos sentámos em mesas redondas, artisticamente bem
decoradas, onde com requinte nos foram servidos pratos de cuja ementa foi:
- Creme de Couve-Flor com Vieiras;
- Estaladiço Folhado de Lagosta e
Caranguejo com Salada Rural;
- Suculentos Nacos de Garoupa com
Enchidos de Pata Negra e as Preciosidades das Lezírias Portuguesas;
- Tenríssimo Lombo de Novilho
Raiano com Puré de Vitelotte e Duxelle de Legumes;
- Buffet de Doces Prazeres (fruta
descascada, bolos, doces, tostas, cesta de pães, mesa de queijos, requeijão,
etc.);
- Vinho tinto e branco, outras
bebidas e café.
Já bem comidos e bem bebidos,
para desgastar, não poderia deixar de haver um pezinho de dança ao som de um
conjunto que, com música alegre, proporcionou a todos os presentes agradáveis
momentos de divertimento e alegria, até que, chegada a meia-noite, com as doze
passas e champagne, todos festejaram a chegada do Novo Ano 2014, pedindo, cada
um, em particular, o seu desejo e, na generalidade, que seja um BOM ANO.
De seguida, para espanto e regalo
dos olhos, pudemos assistir, por uns momentos, a um vistoso fogo de artificio e,
com os olhos arregalados, para as mesas voltámos, para se beber mais uns
cocktails da Esquila e outros digestivos, continuar a ouvir música, a rodos,
até que, por volta das 2:30 horas, chegou o momento do Buffet de Ano Novo, com
Caldo Verde, Pão com chouriço, Mini Pregos, Morcela, Chouriça, Alheira, Quiches de Marisco, Barriga de
Leitão, Bacalhau à Esquila, Bebidas, à descrição, e, para sobremesa, o
reforçado “Buffet de Doces Prazeres”, continuação do animado pé de dança e,
para alguns ainda de copo na mão, a Festa prolongou-se até de madrugada (5:30
horas).
Parabéns à gerência, na pessoa do
seu proprietário, Rui Cerveira, e a todos os seus colaboradores pelo excelente
serviço e bons momentos de acolhimento e ambiente.
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casa da esquila
31/12/2013
Vitorino Fortuna é Personalidade do ano 2013
Vitorino
Fortuna é a personalidade do ano 2013 por decisão unânime da equipa do “Viver
Casteleiro”.
Membro do
Executivo da Junta de Freguesia desde 1998, o Vitorino Fortuna é o exemplo
claro de dedicação e disponibilidade permanente em prol da Terra que o viu
nascer. Sem tempo nem hora, a sua presença em todos os momentos necessários é
uma realidade desde há muitos anos e no dia-a-dia da Aldeia. Profundo
conhecedor de “tudo” o que está relacionado com o Casteleiro, do nome do proprietário
de uma parcela de terreno perdida na serra ao muro que “desviou” escassos centímetros,
o Vitorino é justamente um casteleirense que se destaca pelo seu voluntarismo,
empenho e bem fazer ao próximo.
No ano de
2013, muitas foram as horas que, mais uma vez, dedicou ao Casteleiro.
Acompanhou diariamente e com rigor todas as obras executadas de que são exemplo
a construção do novo Largo e o alcatroamento da “estrada”, para além de
inúmeras outras iniciativas como é o caso da Festa da Caça ou a execução e
implantação do monumento ao Emigrante.
Personalidade
do ano 2013, Vitorino Fortuna é, afinal, personalidade de muitos anos. Aqui
fica o reconhecimento modesto do “Viver Casteleiro” para com este nosso
conterrâneo.
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personalidade do ano
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