Como é de
tradição, a noite de Natal é aquecida com o Madeiro no Largo da Praça. Este ano
não foge à regra. Já está tudo a postos! E assim se cumpre no Casteleiro o
velho provérbio “Natal na praça e Páscoa em casa”.
08/12/2013
07/12/2013
Sandra Fortuna eleita Presidente da Concelhia do Partido Socialista do Sabugal
O “Viver Casteleiro”
saúda a nossa conterrânea Sandra Fortuna, hoje eleita Presidente da Comissão
Política Concelhia do Partido Socialista do Sabugal para um mandato de quatro
anos.
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04/12/2013
João Mouro morador no Casteleiro em 1512
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| Rei D. Manuel I |
Sabemos, e
esse facto foi já aqui publicado em crónica anterior, que o Casteleiro, em 1527,
tinha 52 moradores. Será, certamente, um número discutível, dado que o conceito
de morador, residente e “vizinho” não é
o mesmo ao longo da História e sempre foi muito dependente do autor da “contagem”.
Pessoalmente,
por indicadores que fui recolhendo, atrevo-me
a dizer que o número seria muito maior. Mas isso é outra crónica…
Mas, hoje,
sabemos o nome de um desses moradores no Casteleiro no ano de 1512. Chamava-se
João Pires Mouro. E só o sabemos porque o então Rei D. Manuel I o nomeou a 28
de Novembro desse mesmo ano “Besteiro”. Por curiosidade, ele já o era, porque o
registo existente na Chancelaria de D. Manuel I refere “João Pires Mouro, morador
no Casteleiro, termo de Sortelha, nomeado novamente Besteiro, sendo
privilegiado e escusado em forma.”
Esta
nomeação remete-nos para aquilo que, ainda, não está claro ou, pelo menos, com
evidências concretas. A origem do Casteleiro e a sua relação com Sortelha. É
que esse nosso antepassado foi nomeado “besteiro” de Sortelha. De facto, o Rei
D. Manuel tinha dois anos antes, em 1510, dado novo foral à vila de Sortelha
que iria regular a vida do concelho até 1832, data em que os foros cessaram.
Um “Besteiro”
não era um simples soldado. Através do Rol de Besteiros das diferentes
fortificações podemos deduzir da sua importância militar. Os Besteiros eram os
principais defensores das vilas e neles só o Rei mandava. E o número de
besteiros de Sortelha, nesse tempo, seria de pouco mais de duas dúzias.
O
Casteleirense João Pires Mouro era um deles.
24/11/2013
Lar do Casteleiro em Festa
No passado domingo, 24 de novembro realizou-se, no Lar do Casteleiro, o tradicional magusto.
Para ajudar à festa, a Tuna Feminina do
Instituto Politécnico da Guarda trouxe música, cantares e muita animação.
Para quem pensa que os nossos idosos estão
arrumados, engana-se! Mal as melodias saíam da concertina já os pés, arrastados
pelos muitos anos, começavam a mexer e, o baile foi mesmo ali.
Dos rostos, frisados mas felizes, saltavam
sorrisos ao mesmo tempo que trauteavam as modinhas das jovens, que por uns
momentos, foram as vedetas da tarde.
A festa terminou com um lanche partilhado
e, claro está, com umas saborosas castanhas que mãos tão habilidosas, souberam
produzir.
Os meus parabéns a todos aqueles, nomeadamente
aos funcionários, que organizaram e souberam proporcionar, aos utentes deste
Lar, uma tarde tão agradável.
No final, os sorrisos multiplicaram-se e os
pedidos também: “meninas voltem mais vezes, gostámos muito de vocês!”
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20/11/2013
O Casteleiro e o Regadio da Cova da Beira
A Freguesia
de Casteleiro tem uma área de 43 Km2 e é das maiores freguesias do Concelho.
Foi do “termo” de Sortelha desde tempos remotos e passou, com a reorganização
administrativa de 1855, a fazer parte do Concelho do Sabugal. Independentemente
de factores diversos, que possamos valorizar ou não, tais como clima, relevo,
flora, fauna, localização geográfica por proximidade, etc..., é meu
entendimento e faz todo o sentido a sua ligação ao Sabugal. Aliás, pouco
interessa, ou mesmo nada, discutir nos tempos que correm se determinado lugar
fica aqui ou ali, se foi ou é da Beira Alta ou da Baixa, do Interior Norte ou
Sul…
O que
interessa e é relevante é que, independentemente dos rótulos administrativos, o
Casteleiro tem uma identidade própria, uma história rica, um passado secular,
um património de que se orgulha. O Casteleiro e todos os homens e mulheres que
o souberam construir, pedra a pedra, sol a sol, ergueram-no aqui, neste local,
que é o nosso. Também é justo referir que as gentes do Casteleiro sempre
conheceram a diferença de estar situado na margem esquerda ou na margem direita
do Côa. A Aldeia sempre viveu com isso e soube, sempre que necessário, erguer a
sua voz ou mesmo agarrar em varapaus e caminhar em direcção à Câmara do Sabugal.
Hoje, o que
importa é reconhecer que toda esta região está em profunda escalada de
desertificação. E que é necessário fazer algo para inverter esse futuro. Isto é
que é realmente importante e transversal a todo o Interior. Tudo o resto que se
possa dizer são “brincadeiras” sem qualquer significado.
Tem-se
falado do Regadio da Cova da Beira. A verdade, os factos, os números, a
realidade, é bem diversa do que tenho lido.
A área total
do Concelho do Sabugal beneficiada pelo Regadio é de 402,5 hectares. Destes,
121,5 no Sabugal e Quintas de São Bartolomeu e os restantes quase que na
totalidade na Freguesia de Casteleiro, cerca de 280 hectares. Estaremos todos
de acordo que a área deveria ser maior. Claro que sim. Mas os números são
estes. E a realidade que transmitem é que o Casteleiro é, de facto, a freguesia
do concelho que mais beneficiou com o Regadio.
Importa
também referir que, de facto, a área a nascente do Casteleiro não está
beneficiada. Mas, como atrás ficou claro, as gentes desta terra sempre souberam,
na maioria dos casos com eficiência e eficácia, como por aqui dizemos, “levar a
água ao seu moinho”. A referida área ainda não está beneficiada mas existe um projecto
para irrigar essa área em falta…
O caminho
faz-se caminhando e o ruído só atrapalha. Quem, como eu, se movimenta na área
da comunicação, deve conhecer esse elementar ensinamento. Por vezes o silêncio
é o melhor meio para atingir os fins. E quando não ajudamos, estragamos…
"Reduto", crónica de António José Marques
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19/11/2013
Feira de S. Martinho e Magusto
Dos mercados
e feiras nos dias 10 de cada mês, no Casteleiro, destaca-se a antiga e
tradicional Feira de S. Martinho que, não sendo no dia litúrgico de S.
Martinho, 11 de Novembro, não é de estranhar, já que “ o S. Martinho são três
dias e um bocadinho.”
Temos visto
e é sabido que, nos dias de mercado, os feirantes e os compradores são poucos,
em contraste com os da Feira de S. Martinho que, numa perfeita simbiose com o
magusto, realizado pela Comissão de Festas no passado dia 10 de Novembro, o
Largo de S. Francisco encheu-se de feirantes e de gente.
Da azáfama
bem cedo dos feirantes, dos visitantes, da Comissão de Festas e dos repórteres
fotográficos que, ao longo do dia de Feira e do magusto, a serem transmitidas
as notícias e imagens fotográficas, em direto, foi uma inovação, não esperada,
a que com agrado, os leitores, de imediato, também comentavam e
agradeciam.
E, enquanto
na Feira, muitos visitantes da terra e circunvizinhos percorriam a Feira, vendo
e comprando o que mais lhes agradavam e precisavam, no Bar da Comissão de
Festas o negócio era outro com a finalidade de angariar dinheiro para a Festa
de Santo António, a realizar-se no princípio do mês de Agosto de 2014.
Com
castanhas assadas, como não podiam deixar de haver, o bar cedo abriu, onde as
mordomas serviam as bebidas, em especial, jeropiga (que boa era) e vinho, para
mais tarde, à hora de almoço, os mordomos se esmeravam a assar,
simultaneamente, mais castanhas, frangos, carne entremeada e febras, para serem
acompanhadas com a boa pinga do Casteleiro e, por fim, até houve uma especial
sangria que soube a pouca.
Parabéns à
Comissão de Festas pelo serviço e bons momentos que nos proporcionaram, com
pena de que, com o dia a chegar ao fim e o frio a vir, a Feira de S. Martinho e
o magusto acabassem assim:
Logo que a Feira terminou,
Os feirantes arrumaram tudo e
foram,Mas o bar a funcionar continuou,
Para vir a fechar,
Quando a noite fria chegou.
Daniel Machado
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17/11/2013
"Castelleyro" já em 1320
A palavra Casteleiro chegou aos nossos dias
com a grafia que todos conhecemos. Mas, ao longo dos tempos sofreu muitas
alterações. Na foto, retirada das “Memórias Paroquiais” de 1758 surge como
“Castelleyro”. Mas, alguns séculos antes, designadamente no cadastro ou
“numeramento” do Reino realizado entre 1527 e 1532, surge de forma abreviada “o
lugar do castel’o”, como podem ver na foto, retirado do manuscrito original,
ali entre a “bimdada” e a “mouta”.
Deixo aqui,
bem a propósito, um estudo sobre a origem e evolução da palavra que o nosso
conterrâneo e meu primo Ismael Gonçalves teve a gentileza de me enviar há
alguns meses.
“1, Da
consulta dos Dicionários – José Pedro Machado, Cândido de Figueiredo, Houaiss e
Lello Universal - se conclui que a palavra Casteleiro vem do étimo latino
Castellariu-, significando o mesmo que o adjetivo CASTELÃO « relativo a castelo
», assim como o substantivo CASLELÁRIO « senhor de castelo».
2. A palavra
CASTELEIRO aparece com a grafia medieval CASTELLEYRO em 1320 e no sec. XV já na
forma actual CASTELEIRO. Nas Memórias Paroquiais de 1758 a palavra assume as
duas grafias: CASTELLEYRO e CASTELEIRO.
3, Registam-se ainda a forma feminina
CASTELEIRA « proprietária de castelo» e o regionalismo « às casteleiras» significando
«às cavalitas»,
Assim a
palavra CASTELEIRO como adjetivo significa o mesmo que CASTELÃO « relativo a
castelo » - cf, O Bobo, Herculano; como substantivo significa o mesmo que
Castelário - « dono e senhor de castelo»."
"Reduto", crónica de António José Marques
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16/11/2013
Casa da Esquila inova e marca a diferença também nas aplicações móveis
Situado perto de Sortelha, na Freguesia de
Casteleiro, o Restaurante Gourmet Rural Casa da Esquila lançou, dia 07 de
Novembro, uma aplicação (app) que permite a todas as pessoas ter no seu Iphone,
Ipad ou Smartphone Android, as promoções do restaurante, noticias, fotos dos
pratos ou simplesmente consultar a carta para decidir o que escolher. Sendo um
dos primeiros restaurantes a ter uma app disponível ao público, a Casa da
Esquila marca a diferença pela inovação, não só nos seus pratos, mas também na
relação com os seus clientes.
Desde há muito que a Beira Interior é
conhecida pela sua riqueza em produtos agrícolas de excelência, a Cereja da
Cova da Beira, o Cabrito Serrano, o Queijo da Serra ou mesmo o Queijo Amarelo
da Beira Baixa, são alguns dos exemplos. Recentemente com a grande aposta
vitivinícola na região por uma série de empresários de sucesso, surgiram vinhos
fantásticos capaz de fazer jus a toda uma panóplia de legumes, frutos, carnes,
queijos e muitas outras iguarias de primeira categoria.
É neste clima que surge a Casa da
Esquila – Gourmet Rural, com o propósito claro de levar à mesa o que a terra
tem de melhor. A aposta nesta app surge como mais um cruzamento da tecnologia
com o mundo rural. Totalmente desenvolvida pela madeirense Fapptory ,
responsável pelo site www.a-minha-app.com, este é sem dúvida um bom exemplo a ser seguido.
Descarregue a aplicação Casa da Esquila
gratuitamente através do Itunes ou do Google Play (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.yapp.casa_da_esquila)
e descubra o restaurante mais Gourmet do Mundo Rural.
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11/11/2013
Feira de São Martinho

Ontem foi
dia da Feira de São Martinho no Casteleiro. Assim acontece há muitos anos sempre
no dia 10 do mês de Novembro. Os mordomos da Festa de Santo António de 2014
abriram o bar e proporcionaram a todos belos petiscos, um farto Magusto e
muitos litros de Jeropiga.


O Casteleiro
transfigurou-se por um dia. As ruas cheias de gente e os feirantes a ocupar
todos os cantos disponíveis do Largo de São Francisco e ao longo da Estrada. Da
Feira fez-se Festa. Viva o São Martinho!

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01/11/2013
27/10/2013
24/10/2013
Casteleiro Freguesia do Sabugal há 158 anos
Faz hoje 158 anos que o Casteleiro deixou de pertencer ao Concelho de Sortelha e passou a freguesia do Sabugal. Tudo isto por força da extinção da Câmara de Sortelha contemplada na reorganização administrativa do País imposta pelo por Decreto de 24 de Outubro de 1855. A partir desta data todas as freguesias de Sortelha passaram a integrar o Concelho do Sabugal.
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23/10/2013
Utentes do Lar S. Salvador do Casteleiro visitam Museu do Queijo em Peraboa
No passado dia 18 de Outubro os
utentes das três valências do Lar S. Salvador : Lar, Centro de Dia e Serviço de
Apoio Domiciliário realizaram um passeio ao Museu do Queijo em Peraboa,
Covilhã.
“O Museu do Queijo permite
conhecer o processo de fabrico de um dos melhores queijos do mundo através de
um percurso real e multimédia, o queijo de ovelha Kosher, produzido segundo os
preceitos da religião judaica”.
A recepção foi muito calorosa
por parte do guia que nos recebeu o que permitiu que se criasse um clima de
grande empatia.
Os nossos utentes relembraram o meio e o
ambiente que envolvem a arte e o processo de fabrico artesanal do Queijo da
Serra, bem como as técnicas e os utensílios utilizados ao longo dos tempos para
confeccionar esta iguaria.
A visualização de um filme em
3D, sobre a Transumância, com necessidade de uns óculos especiais foi um dos
momentos altos desta visita ao Museu, dado que para alguns dos nossos idosos
representou o primeiro contacto com o cinema.
No final da visita fomos
presenteados pelo Museu com um lanche onde o queijo era o elemento essencial.
Com mais esta iniciativa o Lar S. Salvador do Casteleiro
pretende proporcionar aos seus utentes momentos de lazer e de animação com a
comunidade exterior e o meio envolvente, promovendo o envelhecimento activo, a
partilha de vivências e o intercâmbio sociocultural.
A Direcção do Lar S. Salvador
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lar
22/10/2013
Escuridão
Penso muitas vezes nesse tempo
longínquo.
Portugal era um país ignorado e vivia
nas trevas.
A sua gente, pelo menos a grande maioria,
era analfabeta e demasiado limitada no conhecimento.
As pessoas desconheciam que havia mundos
diferentes e outras culturas.
Viviam oprimidas e subjugadas.
Havia depois os senhores da terra.
Esses, apesar de serem os senhores,
pouco mais sabiam.
Sabiam, sim, explorar os que dependiam
deles.
A escuridão era total.
No País, na nossa aldeia, assim como nos
cérebros.
Uma das consequências dessa situação
tinha a ver com a falta de higiene nas ruas e nas pessoas – o que era tido como
um estado normal.
A escola era vedada aos filhos, porque
estes faziam falta nas tarefas do campo.
Se fossem do sexo feminino a coisa piorava
um pouco.
Havia a ideia de que o conhecimento
levava a maus caminhos.
Achava-se que quanto mais se sabia,
maior seria a confusão.
O mais grave, é que ninguém se apercebia
de que estava ser enganado.
Ninguém se dava conta de que poderia ser
doutra forma; que seria benéfico em todos os aspectos que as coisas fossem
diferentes.
Essa informação não lhes chegava.
A «escuridão» tinha a primazia.
Em termos de higiene: a nossa aldeia estava
enxameada com currais, galinheiros e palheiras com animais, que desaguavam os seus
detritos para as ruas.
Os habitantes procuravam o campo ou um
local escondido atrás de qualquer obstáculo, um sítio para fazerem as
necessidades fisiológicas, porque as casas, mesmo as mais ricas, não tinham
casas de banho.
Durante a noite, usavam-se baldes que
depois, de manhã, eram despejados para a rua que todos pisavam.
Vivia-se e respirava-se um cheiro
nauseabundo, que ninguém estranhava.
Era assim. Era normal.
A falta de conhecimento e a escuridão em
que se vivia, convinha aos governantes e a muitos outros que viviam à sombra
dessa escuridão e dessa ignorância.
Alguém quer voltar atrás?
Abraço.
Dulce Martins
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dulce martins
21/10/2013
Uma mais-valia para o Casteleiro
Nem sempre a
interioridade é sinónimo de apatia, encolher dos braços…desistir!
Situada no Casteleiro,
a Casa da Esquila é hoje sinónimo de requinte, bom gosto, profissionalismo e
muita simpatia.
Rui Cerveira,
proprietário e criativo na arte da gastronomia tem o gosto pela ruralidade do
Casteleiro e das suas gentes.
A consideração pelo
cliente e o respeito que este lhe merece fez com que, aos domingos, o som do saxofone
se misture com o requintado bufet, com que presenteia as dezenas de forasteiros
que ali se deslocam, oriundos de variadas terras.
Numa destas refeições
dominicais fui presenteado com este requinte, invulgar, por estas e outras paragens…
Mas a surpresa não ficou por aqui!
Não resisti, e trouxe comigo um documento
informativo dos vários serviços que a Casa Esquila presta.
“É o manifesto” do PORQUÊ
GOURMET RURAL que não resisto a transcrever, aqui:
«Antes de mais, Rural, porque é a nossa identidade, somos
assumidamente rurais; gostamos de ter tempo para as coisas, gostamos de provar
os primeiros frutos da época, os legumes que vemos crescer da terra, a carne
que vem das pastagens beirãs, o peixe com os perfumes da tradição.
Gourmet, porquê? Porque
são esses produtos, naturalmente rurais, produtos de excelência. Carnes criadas
livremente em pastos, legumes cultivados com a ternura das avós, que explodem
de sabor quando os provamos; frutas que tiveram tempo para amadurecer…de manhã,
ainda, na árvore e ao almoço apresentam-se, delicadamente, na mesa com todos os
seus perfumes.
(…) Acima de tudo
pretendemos com esta nossa forma de estar, proporcionar-lhe sensações de puro
prazer e bem-estar físico e etéreo».
OBRIGADO RUI, PELO TEU PROFISSIONALISMO E BOM GOSTO!
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joaquim gouveia
20/10/2013
Posse da Junta e Assembleia de Freguesia
Ontem, 19 de Outubro, tomaram posse a Junta e Assembleia de Freguesia, eleitas no acto eleitoral realizado a 29 de Setembro, candidatos pela lista "Juntos pelo Casteleiro".
Junta de Freguesia
Presidente - António José Gonçalves Marques
Tesoureiro - Vitorino dos Reis Cantinhas Fortuna
Secretário - Carlos Alberto Antunes Gonçalves
Assembleia de Freguesia
Presidente - Cristina Maria Soares Alexandrino
1º Secretário - Beatriz da Conceição Costa Nabais
2º Secretário - Jaime de Jesus Rodrigues
Vogal - Ismael Gonçalves Valentim Martins
Vogal - Cristina Maria Leitão Clara
Vogal - Manuel João Gouveia Moita
Vogal - Albertino Machado Lopes
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posse
17/10/2013
Lucinda Pires (18/06/1958 - 17/10/2007)
Faz hoje seis anos que a Lucinda partiu. Aqui fica a homenagem que então foi feita pelo Agrupamento de Escolas do Teixoso onde era professora de Português e História.
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Lucinda Pires
Rotas e Raízes promove Freguesia de Casteleiro e Concelho do Sabugal em Setúbal
No passado fim-de-semana, 12 e13 de Outubro, a Rotas e Raízes, Lda. participou na V Edição da Feira Observanatura, realizada na Quinta da Mourisca, em Setúbal.
A Feira Observanatura tem como principal
pressuposto divulgar recursos turísticos
naturais, em particular o Turismo Ornitológico (modalidade do turismo de
natureza com particular ênfase na observação de aves) e consciencializar para a
conservação da natureza e da biodiversidade.
Representadas
na Feira estiveram várias Empresas de Turismo de Natureza, Entidades de
carácter Público e Associações de Preservação e Conservação da Natureza.
A
Rotas e Raízes, empresa de animação turística, esteve presente pela primeira vez nesta feira tendo divulgado durante o evento as suas actividades e
programas, mas também enquanto promotora do concelho do Sabugal e da freguesia
do Casteleiro.
No
stand podiam também recolher informação sobre os nossos parceiros: Casas da
Pedra; Casas de Campo Carya Tallaya e Moinho de Maneiro e sobre a história,
cultura e infra estruturas do concelho.
Todos
os produtos comercializados foram do agrado de quem os provou e também comprou.
A Rotas e Raízes
continuará a participar em Feiras e outras iniciativas onde seja possível
divulgar a Região.
Não
prometemos, mas continuaremos a surpreender e a levar a nossa Região a todo o
país.
Ricardo Nabais
16/10/2013
Posse da Junta de Freguesia
No próximo
sábado, dia 19 de Outubro, às 20 horas, realiza-se a reunião da Assembleia de
Freguesia de Casteleiro, resultante das eleições autárquicas do passado dia 29
de Setembro, com a tomada de posse da Junta de Freguesia para o mandato 2014/2017. A reunião é aberta ao
público.
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