11/09/2013

O Casteleiro tem novo Pároco


Em substituição do então Pároco, Rev. P.e César Cruz que, ao celebrar a missa dominical, no passado dia 1 de Setembro, se despediu da freguesia do Casteleiro, um outro jovem P.e de nome Eduardo Jorge Nunes Mendes, é o novo Pároco da freguesia do Casteleiro. 
Da entrevista dada ao Jornal “A Guarda”, sabe-se que o Rev. P.e Eduardo Jorge Nunes Mendes, de 32 anos, nascido a 2 de Setembro de 1981 na freguesia de Figueira de Castelo Rodrigo, após ter adquirido as habilitações literárias do ensino secundário na Escola da sua terra natal de Figueira de Castelo Rodrigo, estudou no Instituto Superior Politécnico de Viseu, onde se licenciou no curso de Turismo.
Aos 26 anos, porém, a sua vida mudou e ingressou no Seminário Maior da Guarda, passando, simultaneamente, a frequentar o Instituto Superior de Teologia de Viseu.
Tendo, ultimamente, ocupado o seu tempo com trabalhos prestados na Comunidade de S. Miguel da Guarda e frequentado, uma vez por semana, algumas aulas do 6.ºano do Curso de Teologia no referido Instituto, em Viseu, onde concluiu a sua formação filosófico-Teológica, foi ordenado sacerdote em 30 de Junho de 2013 na Sé Catedral da Guarda.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A 7 de Setembro de 2013, o nomeado Rev. P.e Eduardo Jorge Nunes Mendes, acompanhado por Sua Excelência Reverendíssima, o Sr. Bispo da Guarda, D. Manuel Felício e seus pais, José Carlos Mendes Nunes e Maria Alice Nunes Mendes, deu entrada na freguesia do Casteleiro em direção à Igreja, onde com expetativa e ansiedade era aguardado.
Chegado junto da Igreja e na sacristia, após os primeiros cumprimentos aos presentes, o Sr. Bispo e o Rev. P.e Eduardo Mendes, depois de paramentados, e os demais acompanhantes, ao entrarem pela Porta Grande da Igreja, em direção ao altar, a comunidade paroquiana presente, de pé, tributou-lhe uma calorosa salva de palmas de boas vindas, a que, com simpatia e a sorrir-se, correspondeu o Rev. P.e Eduardo Mendes.  
        
 
Já no altar, o Sr. Bispo, D. Manuel Felício, ao apresentar o Rev. P.e Eduardo Jorge Nunes Mendes, como novo Pároco da freguesia do Casteleiro, da comunidade casteleirense presente irrompeu de novo uma efusiva salva de palmas que, depois da tomada de posse, da concelebração da missa, do juramento e do Presidente da Junta, António José Marques, em representação da Freguesia do Casteleiro, o saudar e apresentar as boas vindas que, na íntegra, abaixo se transcreve, nova salva de palmas e, com mais veemência, se repetiu:
 
"Sua Excelência Reverendíssima,
Dom Manuel, Bispo da Guarda
Reverendo Padre Eduardo Mendes
Caros amigos
A comunidade do Casteleiro dá as boas vindas ao seu novo Pároco.
Esta pequena, grande aldeia, tem um historial de séculos, de gente trabalhadora, humilde, de gente que sabe receber bem, mas de gente com memória.
Rev. P.e Eduardo
A sua chegada a esta paróquia, neste dia de Santa Regina, fica para já associada a um acontecimento que, nos tempos que correm, festejamos com emoção: o nascimento da casteleirense Matilde, filha do Rui e da Isabel. A nossa comunidade hoje está mais rica.
Os nossos sinceros votos são que o seu caminho tenha nesta terra uma etapa feliz. Estou certo que todos contribuirão para esse objetivo.
Padre Eduardo,
seja bem-vindo às terras do Casteleiro!"
 
 
 
 
 
 
 
Daniel Machado
 
 
 

08/09/2013

Força César


 
 
O nosso caminho é único e a sua construção, com escolhas diárias, é de cada um de nós. Percorremos trilhos, reflectindo optamos, às vezes racionalmente outras pela voz da emoção. Temos, no entanto, essa grande possibilidade única e nossa: seguir por onde os nossos passos nos querem levar.
O César Cruz dá-me o privilégio de ser meu amigo. E sei que o seu caminho é o dele. O futuro é o que ele quiser que seja. Respeito-o pela sua personalidade ímpar e pela frontalidade em assumir, de cabeça erguida, as suas opções, as suas razões.
Faz uma semana que o César entrou num novo ciclo do seu percurso. E tenho a certeza que, nos dias que passam, por aí, onde os futuros se cruzam, o César estará presente.
 
 




"Reduto", crónica de António José Marques



Nasceu a Matilde


Ontem, 7 de Setembro, nasceu a Matilde, filha do Rui Cerveira e da Isabel Fortuna. O Casteleiro está mais rico. Parabéns e toda a felicidade do mundo para a casteleirense Matilde.
 
 

04/09/2013

Em dia de despedida, "Não é uma despedida"


 
Em fins de Setembro de 2005, a Dr.ª Lucinda Pires (Lucindinha), de saudosa memória, escreveu para o Jornal do Casteleiro n.º 43 a vinda de um jovem P.e de nome César António da Cruz Nascimento para Pároco desta freguesia do Casteleiro.
Com entrada triunfal, em 18 de Setembro de 2005 e a ser recebido por muitos Casteleirenses e pelo então Pároco, Francisco Domingos Chorão, que lhe iria passar o testemunho, a Igreja encheu-se de fiéis para conhecerem e ouvirem o novo Pároco.
A alegria e a satisfação foram as notas dominantes das primeiras impressões que os Casteleirenses manifestaram acerca do novo e jovem sacerdote.
Os dias e os anos foram passando e o novo Pároco cativou e conseguiu que mais fiéis passassem a ir à missa e, ao mesmo tempo, granjeava muitos amigos, até que em 9 de Outubro de 2011, ao perfazer 6 anos de Pároco, foi-lhe prestada, antes do início da missa dominical, uma singela, mas sentida homenagem e, de seguida, às 13 horas, um almoço comemorativo, no Centro de Animação Cultural. (vide Jornal do Casteleiro n.º 68 de Dezembro 2011.)
A perfazer quase 8 anos, no dia 18 de Setembro de 2013, como Pároco do Casteleiro, o Sr. P.e César, antes deste dia, surpreendeu-nos com uma decisão, que é sua, de tomar novo rumo de vida.
Assim, com um forte sentimento de comoção e esperança de uma boa aceitação da “despedida”, o Sr. P.e César, a celebrar a sua última missa no Casteleiro, Domingo, dia 1 de Setembro, “despediu-se” da Paróquia do Casteleiro que, na Igreja, os muitos paroquianos e amigos, marcaram presença de amizade, apoio, respeito e reconhecimento, ouvindo com muita atenção as sinceras e amigas palavras dos intervenientes que abaixo citamos:
-As leituras feitas por jovens.
 
-Nelson Francisco Leitão Clara
Caríssimo Padre César
Muitas vezes somos surpreendidos por factos que acontecem nas nossas vidas, independentes da nossa vontade ou desejo. Porém, quando temos uma missão a ser cumprida, devemos aceitá-la, pois faz parte dos desígnios de Deus.
Durante 8 anos tivemos a sorte da sua presença no nosso meio. E somos profundamente agradecidos por isso. O senhor liderou e participou connosco em vários momentos da nossa paróquia, uns repletos de dor e outros de grande alegria.
Padre César, de uma forma bem especial recordou-nos como é difícil ser cristão autêntico, nos dias atuais e incentivou a conhecer, praticar e preservar os rituais e mandamentos da Igreja, na nossa vida e encorajou-nos a ser uma comunidade unida.
Dotado de um grande carisma espiritual, aproximou-nos mais de Deus e pelo seu exemplo de dedicação, paciência e persistência ensinou-nos a participar em cada missa como se fosse a primeira e última missa.
Padre César, Deus coloca pessoas nas nossas vidas que são como anjos, mostram o caminho que devemos percorrer. Saiba que para muitos desta paróquia que passaram por momentos difíceis, a sua presença foi como um anjo que trouxe paz, luz, conforto e esperança.
Charles Chaplin disse:
“Cada pessoa que passa na nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa na nossa vida passa sozinha e não nos deixa só, porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.”
Padre César, “quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro.” E a nossa comunidade recebeu durante estes anos, um valioso tesouro: o senhor e a sua amizade. E podemos afirmar com toda a certeza: se hoje formamos uma grande comunidade é por que por trás esteve um grande pároco.
Não diremos adeus, mas um até breve, Padre César.
Deus o abençoe nesta nova missão.
Tenha a certeza da missão cumprida!!!
Padre César Cruz, obrigado por tudo!!
 
-Pela Paróquia, José Marques Antunes
Chegou o momento da “despedida” de quem nos guiou durante 8 anos. Foram dias que passaram sem se dar conta, mas que deixaram as suas marcas no meio de nós. Mas nada no mundo é eterno, somente Deus!
Em nome da paróquia, queremos agradecer os serviços prestados à comunidade católica Casteleirense, assim como o carinho e a amizade aos fiéis.
Desejamos-lhe os maiores sucessos.
Que Deus guie os seus passos com toda a sua bênção e ilumine o seu caminho!
O nosso BEM-HAJA.
 
-Presidente da Junta, António José Marques
“Caros amigos
Rev. Padre César António da Cruz Nascimento
Hoje é um dia diferente para ti e para as gentes do Casteleiro.
Poderia neste momento tão só dizer as habituais palavras de circunstância, dirigidas de quem fica a quem parte. Mas não.
As minhas curtas palavras são certamente de reconhecimento por teres estado entre nós durante os últimos oito anos. De exprimir a gratidão desta comunidade pelo seu pároco e amigo.
Mas as minhas palavras, no dia de hoje, 13 anos depois da tua ordenação sacerdotal, são palavras a olhar o futuro, esse futuro que nas palavras de Pio XII “pertence aos  enérgicos que esperam e agem com firmeza e não aos tímidos  e aos indecisos.”
Gandhi dizia que “não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho”. Tu, como todos nós, procuramos o nosso caminho e, mais tarde ou mais cedo, somos sempre levados para o caminho que desejamos percorrer.

Chegou a hora de encetares um novo trilho, uma nova etapa na tua vida. E o que importa, como dizia o poeta, é que “a vida é um trabalho que se deve fazer de pé”, com frontalidade e honestidade. É isso que fazes. Parabéns por isso, porque, acredita, não importa o que pensam de ti, mas o que tu és.
Na vida não existem soluções, existem forças em marcha. E faço minhas e nossas as palavras de Santo Agostinho: “lança-te corajosamente à ação e faz com que às palavras se sigam os atos.”
Reverendo Padre César António da Cruz Nascimento
A comunidade do Casteleiro deseja-te toda a sorte e felicidade do mundo.
Amigo César
Esta mesma comunidade também te quer dizer: Até Amanhã e Sempre." 
 
De seguida, a Paróquia, como lembrança, ofereceu-lhe um lindíssimo quadro com a Sagrada Família e as crianças e jovens que o P.e César tanto gostava de os ter, durante a missa, junto de  si no altar, não o esqueceram, dando-lhe, além duma lembrança e um ramo de flores, com carinho e gratidão, muitos beijinhos.
Comovido e agradecido, disse que “este dia não é despedida porque, eu só ou já com família, virei ao Casteleiro quando puder e, há oito anos, entrei pela porta da sacristia e, hoje, saio pela Porta Grande desta Igreja. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em cada uma das intervenções e entrega das lembranças, os muitos paroquianos e amigos presentes tributaram-lhe calorosas salva de palmas que repetiram, aquando, pela coxia abaixo, cumprimentando todos e qualquer paroquiano, se dirigia para a saída pela Porta Grande.   
Prometeu e cumpriu.
Porque acreditamos que o Sr. P.e César procurou ser e foi um excelente Pároco e amigo, neste momento de “despedida” como Pároco, eu preferiria não rabiscar estas linhas de “despedida”, e a fazê-lo, só Deus sabe quanto me custou, dizendo que esta situação é uma amálgama de tristeza e de alegria.
Tristeza, porque nos deixou como Pároco e alegria, porque consciente de um dever bem cumprido como Pároco, só depois, certamente, de muito pensar e refletir, em consciência, resolveu mudar de vida.
Como pessoa amiga que é, certo de que não esquecerá o Casteleiro, vindo até nós, quando puder, e ser esse o seu desejo, o desta comunidade é, como já lhe fora manifestado: “Até Amanhã e Sempre”, porque o Casteleiro é hospitaleiro.
Até lá, com um abraço de amizade e agradecimento por tudo o que de bom nos deu e bem fez, auguramos-lhe votos de saúde e muitas Felicidades.
 
 
 
 
 
 
Daniel Machado
 
 
 

02/09/2013

Tão longe e tão perto


 
Nesta nossa aldeia alojada numa encosta solarenga da Cova da Beira, havia, como em muitas outras, gente boa, séria, simples e trabalhadora.
De sol a sol, no Verão ou no Inverno, o tempo era preenchido a trabalhar no campo, onde as costas se curvavam, as mãos calejavam e a pele tisnava.
Este mourejar dava a alguns para o sustento da família.
Do mal, o menos, para esses.
Mas para outros, os mais desprovidos da sorte, nem tanto.
Viam as dificuldades entrar-lhes portas dentro, sem conseguirem resposta para elas.
O pão e o resto, nem sempre marcavam presença na mesa onde os filhos se sentavam de barriga vazia.
O que conseguiam angariar não dava sequer para cumprir prioridades.
Pior ainda para os que andavam à jorna.
Os donos das terras nem sempre os contratavam.
A pouco e pouco, a tristeza, a incerteza e a revolta iam surgindo.
As preocupações eram visíveis nos seus rostos.
Tinha que haver uma saída!
Então e as obrigações como homens e pais?
Então e a dignidade que tinham por direito e lhes era negada?
De repente, fez-se quase silêncio em muitas famílias.
Os diálogos deixaram de ser abertos.
As conversas francas e descontraídas deram lugar a um quase murmúrio fora do normal.
Inesperadamente, umas figuras desconhecidas começaram a aparecer.
Rápidas e quase sem deixar rasto.
Tais encontros eram furtivos e fora da aldeia.
Demoravam algum tempo as conversações.
O tempo de arranjar a «fortuna» (naquela altura) que lhes exigiam para a ida «a salto» para fora do País – quase todos para a França.
Eram os passadores e seus agentes.
Ir a salto era arriscar ir para a prisão.
Os passadores prometiam o paraíso lá longe.
Mas… Quanto? Quando? Onde? 
Depois de muitos murmúrios e à boca calada:
– Amanhã às tantas horas à saída da aldeia.
Em casa, pela calada da noite, as despedidas eram rápidas.
Sem tempo para lamúrias:
– Direi qualquer coisa logo que possa.
Suspiros, ansiedade, medo.
– Um dia eu volto.
Estropiado e sem saúde?
Ou não?
Foi há 50 anos. Mas parece que foi ontem.
 
 



Dulce Martins

30/08/2013

Preso por bigamia


 
A 12 de Setembro de 1710, Manuel Gonçalves, de 30 anos de idade, natural do Casteleiro, filho de António Fernandes e Maria Gonçalves, casado com Isabel Mendes, foi preso pela Inquisição, acusado de bigamia.
Este casteleirense, que à data da prisão vivia em Alpedrinha, referenciado como cristão-novo, terá casado novamente, ainda era viva a sua mulher, com Catarina Giraldes.
Mas que estória encerra esta prisão e qual terá sido a sentença aplicada a este nosso conterrâneo há mais de 300 anos? Um estudo em desenvolvimento….






"Reduto", crónica de António José Marques

24/08/2013

Empalhador de garrafões e garrafas



Durante a minha meninice, pelo Casteleiro vi passar, por alturas do final do Verão, estas habilidosas mãos que, das vergas de salgueiro, cortadas antes do nascer do sol, nas margens dos ribeiros que refrescam esta linda terra, produzirem verdadeiros rendilhados à volta de um garrafão ou de uma simples garrafa.
Empalhador de Garrafões era sinónimo de vida. Quantas vezes estes objetos que serviam para transportar vinho, tão necessário a uma “jorna mais produtiva” (dito popular com o qual não concordo), eram rebuscados dos sótãos, por entre as teias de aranha, que o tempo se encarregou de produzir e o caniço onde mais tarde as chouriças irão secar.
No Casteleiro não havia tal sabedoria! Havia outras, dirão os leitores! Claro que sim.
À semelhança de outros artesãos também este fazia uma rota algo distante e bastante penosa, no tempo. Saía da sua terra, e pelas aldeias onde passava, permanecia o tempo suficiente de satisfação total dos seus clientes. Não havia garrafão a necessitar de ser devolvido à sua serventia que não fosse minuciosamente reparado. Hoje chamar-se-ia reciclagem e antigamente? A “necessidade aguçava o engenho”. Isso mesmo, a miséria era tanta que nada se podia deitar fora. Como o vidro, “de velho vira a novo”, então aí temos um novo objeto, desta vez, com novo revestimento, prontinho a sair à rua (neste caso, à mesa), especialmente em dia de festa na aldeia ou na romaria mais próxima.
Podemos questionar onde trabalhava este artesão durante o seu périplo pelas aldeias? Muito simples: onde quer que houvesse trabalho, haveria, certamente, uma loja, bem fresca, onde esta hábil visita faria jus à sua arte de trabalhar o vime ou a verga.
O empalhador levava “uma vida de cigano”, andava de terra em terra, procurando, também este, o sustento de que tanto precisava para alimentar os sete filhos que deixara na terra, junto com a mãe, ajudando na lide da casa mas, sobretudo, nos trabalhos do campo que, esses, não podiam esperar pela vinda do progenitor.
Com a chegada da geração do plástico, esta arte foi desaparecendo, dando lugar ao sintético produto que, para além de prático, nada tem de belo, nem tão pouco o poder térmico do vime conseguiu conservar.
A arte de empalhar garrafões e garrafas de vidro é algo que a geração do plástico eliminou completamente.
                            







Joaquim Luís Gouveia
 
 

22/08/2013

Eugénia Lima no Casteleiro 72 anos depois


Eugénia Lima, já tinha actuado no Casteleiro no ano de 1941. Tinha então 15 anos e era conhecida como a “miúda de castelo branco”. A famosa acordeonista, hoje com 87 anos, marcou presença no Casteleiro nos festejos das bodas de ouro do Padre António Diogo, de quem é amiga há longos anos.
Em ambiente informal, no largo da aldeia, maravilhou os presentes com uma actuação intimista e que ficará na memória de todos os presentes.
 

20/08/2013

Rota dos Casteleiros


 
Foi já criada e devidamente assinalada a “Rota dos Casteleiros”, um percurso pedestre que liga Sortelha ao Casteleiro, numa extensão de 5,8 Km, com duração prevista de duas horas. O percurso varia de uma altitude máxima de 770m (Sortelha) e 538m (Casteleiro).
Com início na Porta da Vila em Sortelha e chegada ao núcleo primitivo do Casteleiro no Reduto, este trajecto está inserido nos “Percursos pedestres do Concelho do Sabugal”, promovidos e divulgados pelo Município.
 
Uma iniciativa apoiada pela Junta de Freguesia que importa agora divulgar e que abre outra perspectiva na captação de novos visitantes à nossa Aldeia.
 
 

19/08/2013

Almoço e convívio do CACC


 

Realizou-se, como vem sendo habitual, o almoço/convívio do Centro de Animação Cultural do Casteleiro que teve lugar no passado dia 15 de Agosto, Quinta-feira da Assunção, no referido salão do Centro Cultural.
Na esperança de que a presença dos sócios e seus familiares seja sempre a maior possível, aproveitando a presença dos casteleirenses não residentes e emigrantes, a Direção do Centro Cultural tem procurado que o almoço se realize num dos dias (Domingo ou dia Santo) mais próximo, após o dia da Festa de Santo António.
Se a presença dos casteleirenses não tem sido a maior e desejável, porém, desta vez, o salão foi pequeno para o elevado número de presentes que alguns, não tendo já lugar nas mesas existentes, se sentaram, onde puderam e outros foram para a rua, procurando a sombra e, é claro, perto dos grelhadores.
Mesmo assim, os que não puderam sentar-se, compreensivelmente, não deixaram de comer, beber e conviver, assim como os restantes sócios e familiares que, ante um apetitoso e saboroso arroz com feijão, confecionado pelo nosso conterrâneo e amigo Manel Leal, acompanhado de febras e carne entremeada, bem assadinhas, à maneira, a cargo dos também conterrâneos e amigos Bruno Antunes, BA (Carlos Barbas) e Pedro Soares, também comeram, saborearam e conviveram, tudo acompanhado pela boa pinga do Casteleiro, cerveja e sumos, à descrição.
Para sobremesa houve queijo, melão e melancia, boa disposição e convívio.
Com um até para o ano, um sincero agradecimento à Direção do Centro de Animação Cultural e a todos os que de qualquer maneira colaboraram para o bom êxito deste salutar e agradável convívio.  





Daniel Machado

 
 
 

18/08/2013

Casteleiro com edifício polivalente


 
No decurso da Festa de Santo António, a Junta de Freguesia de Casteleiro apresentou publicamente os primeiros esboços do projecto de recuperação do novo edifício que albergará todos os serviços da autarquia e que incluirá ainda espaços polivalentes, nomeadamente um auditório com 67 lugares. Um projecto ambicioso que irá proporcionar novas e melhores condições de acesso e novos serviços à população, no Largo mais nobre da Freguesia.










Festa de Santo António





 




















































Fotos: José Manuel Machado