09/05/2013

A minha aldeia é esta?


 
É com um misto de nostalgia e prazer (e muita alegria também) que me dou conta de que a minha velha aldeia não é mais aquela que me recebeu quando nasci.
Cá de longe, sempre atenta, vejo que nesse canto do país, tudo está a mudar.
Não vejo mais as ruas descarnadas e sujas, não vejo mais o marasmo contínuo dia após dia, não vejo a aldeia atrasada e sem futuro que estava fechada ao progresso e ao desenvolvimento.
Vejo uma luz ao fundo.
Disse nostalgia, porque é a essa aldeia antiga que se reportam as minhas memórias.
Foi nessa aldeia que aprendi a ser gente.
É lá, nessa imagem, que está a minha matriz e foi a ela que me entreguei durante anos felizes da minha juventude.
Contudo, fico satisfeita quando me dou conta de que alguém decidiu que essa aldeia tinha futuro.
Não a reconheço e isso traz-me um natural misto de desconforto e de esperança.
Preciso de acompanhar de perto toda a mudança.
Preciso de interiorizar e absorver as alterações.
Preciso de me situar.
De, sem esquecer a outra, guardar essa aldeia de hoje no meu coração. 
Vejo com orgulho que a minha aldeia não é mais uma das votadas ao esquecimento, pelo menos por parte da sua gente.
Parabéns e um obrigada a quem tanto tem trabalhado para que, apesar da desertificação, ainda consegue que se fale, que se visite e que se viva com gosto no Casteleiro.
Abraço.
 
 
 


Dulce Martins


Que venha a quarta edição!



Para mim, falar da Festa da Caça é algo que faço com muita dificuldade pois não consigo encontrar as palavras que melhor a identifiquem.
De uma coisa eu tenho a certeza: são momentos muito especiais que mexem com as pessoas que têm como companhia o silêncio das ruas…das casas, quebrado apenas pelo bater das horas do relógio, colocado bem no alto da torre da igreja.
Os emigrantes, a viver no estrangeiro ou mesmo no nosso país, juntam-se à festa, revêem familiares e amigos, confraternizando todos, entre conversas e algo que vá molhando a garganta – “Não há festa como esta!”.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Entre bombos, concertinas, gaitas de foles, tunas académicas, ranchos folclóricos, o novo largo das festas, construído no antigo olival contíguo à casa dos Mourinhas, adquirido recentemente, pela atual Junta de Freguesia, mostrou-se e afirmou-se a todas as pessoas que o visitaram como “espaço nobre” da aldeia.
Em conversas desgarradas, as pessoas que se acautelavam do sol de maio, junto às oliveiras, distribuídas cirurgicamente, neste anfiteatro natural ouviam-se, repetidas exclamações: “mas que obra aqui ficou!”... “no Casteleiro nunca se fez obra assim!”
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nesta edição da Festa da Caça, mereceu especial destaque o lançamento de um vinho com a marca Casteleiro, graças a uma parceria da Junta de Freguesia com a Quinta dos Termos. Entre o branco e o tinto impera o mesmo padrão – QUALIDADE.
Para quem não sabe, a Quinta dos Termos situa-se, a poente, da quinta de Valverdinho e assume-se, hoje, no mercado vinícola pela variedade e excelência dos seus vinhos.
É evidente que não podemos esquecer as várias provas ligadas à caça – não seja esta a Festa da Caça – e que movimentam um público muito próprio e aficionado, tal como acontece com os passeios a cavalo, que deliciam cavaleiros e o público, que atenciosamente os recebe quando estes chegam ao largo de S. Francisco.
A FESTA DA CAÇA É ISTO E MUITO MAIS!

Joaquim Luís Gouveia

 

07/05/2013

"Casteleiro" é marca de vinho


 

No passado sábado, dia 4 de Maio, no momento da inauguração da Festa da Caça, foi oficialmente apresentado o vinho marca “Casteleiro”, engarrafado pela Quinta dos Termos. Esta iniciativa da Junta de Freguesia só foi possível graças à colaboração do Eng.º João Carvalho, proprietário e produtor da “Quinta dos Termos”.

O facto de colocar a circular vinhos, branco e tinto, com o brasão do Casteleiro no rótulo, insere-se num projeto mais amplo de divulgação da Freguesia de Casteleiro, onde se inclui o evento ora realizado – Festa da Caça – que anualmente leva ao Casteleiro milhares de pessoas oriundas de várias regiões do país.
O rótulo, com destaque para o brasão da freguesia, inclui ainda dois versos de autoria do Dr. Manuel Leal Freire, um grande amigo desta terra que prontamente anuiu à iniciativa: “O nome Casteleiro evoca títulos de lavradores que aos demais se impõem, antigas cortes, aradas em capítulos, nobrezas que estes agros pressupõem.”
O nome “Casteleiro” é agora marca de vinho, com a qualidade amplamente reconhecida dos vinhos “Quinta dos Termos”.
 
António José Marques
Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro
 

Dois dias...

Foto: Paulo Pinto Martins
Terminou a Festa da Caça, edição 2013.

Dois dias em que as ruas e largos do Casteleiro foram percorridos por milhares de pessoas.
Dois dias em que muitos casteleirenses regressaram à sua aldeia, vindos de vários pontos do país e de muitos países da europa.
Dois dias de muita animação, encontros e reencontros.
Dois dias em que a aldeia fervilhou de sons.
Dois dias em que o Casteleiro respirou a agitação de tempos idos.
Dois dias em que o interior das casas viu a luz do sol.
Dois dias em que o silêncio se ausentou.
Dois dias…
E um ano que tem tantos e tantos dias…. de silêncio!

Não, não baixamos os braços, não podemos, não queremos desistir!
O Casteleiro tem que ser uma terra com futuro.
E isso também passa por todos nós, todos os dias e sempre.
 
 
"Reduto", crónica de António José Marques
 
 
 

01/05/2013

Festa da Caça - Faltam dois dias!







Automóveis clássicos no Casteleiro

Hoje o Casteleiro foi visitado por cerca de 50 automóveis clássicos. Um passeio anual pelo concelho, promovido pela Associação "Os Amigos de Cerdeira". A Junta de Freguesia de Casteleiro associou-se a esta iniciativa.

 










 

Dia da Mãe

O Dia da Mãe, antes comemorado no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, passou a ser celebrado no primeiro Domingo de Maio que, neste ano, será no próximo dia 5 de Maio.
À semelhança do Dia do Pai, também o Dia da Mãe teve a sua origem, assim:
Na Grécia antiga, ”A origem do Dia da Mãe remonta às comemorações primaveris, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses e, em Roma, as festas do Dia da Mãe eram dedicadas à Cybele, a Mãe dos Deuses Romanos, cujas cerimónias em sua homenagem come
çaram por volta de 250 anos antes de Cristo.”
Na Inglaterra, “No século XVII, celebrava-se no 4º Domingo da Quaresma um dia chamado “Domingo da Mãe” que homenageava todas as mães inglesas.”
Foi, no entanto, nos Estados-Unidos que à semelhança do Dia do Pai, o Dia da Mãe teve a sua origem, sabendo-se que “A ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis e algumas amigas, mas a principal ideia de Anna Jarvis era criar uma data em homenagem à sua mãe, Ann Marie Reeven Jarvis, que havia falecido e era um exemplo de mulher, pois havia prestado serviço comunitário durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte Americano. Assim, a lei que declarou o Dia das Mães, como festa nacional, foi aprovada pelo Presidente Thomas Woodrow Wilson, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo Domingo de Maio.
Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no Calendário.”
Em Portugal, porém, a celebração, de caracter religioso, teve lugar nos primórdios do cristianismo, em honra da Virgem Maria, mãe de Jesus, no dia 8 de Dezembro, data em que mais tarde e simultaneamente se passou a celebrar também o Dia da Mãe terrena.
Atualmente, o Dia da Mãe celebra-se no primeiro Domingo de Maio.
 
 
 
Daniel Machado



29/04/2013

Festa da Caça com Sol

Apesar de neste momento estar um frio de rachar no Casteleiro, segundo a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a temperatura vai subir nos próximos dias e no fim-de-semana da Festa Caça, 4 e 5 de Maio, vamos ter dois belos dias de primavera com muito sol.



21/04/2013

Caminho da "Estrada" vai ser alcatroado

O antigo caminho da “estrada”, outrora via principal de acesso ao Casteleiro, está a ser objecto de requalificação total, numa extensão de 2,6 km, com vista ao seu alcatroamento. Assim, ficará feita a ligação, em alcatrão, do troço desde o cruzamento das “cruzes” até à estrada nacional, em Santo Amaro.

 
 




 
 
 
 

17/04/2013

Lar do Casteleiro abre as suas portas


O Lar e Centro de Dia de S. Salvador do Casteleiro assume-se, hoje, como uma instituição de grande interesse local e regional, pois presta um serviço de apoio, de elevado nível a pessoas que, por força de circunstâncias várias se encontram debilitadas, isoladas e a necessitar de cuidados de saúde, de higiene, alimentação e…muito carinho.
Concretizar este grande desafio é a sua principal MISSÃO!
Hoje, convidamos todos aqueles que nos queiram visitar, a percorrer alguns dos espaços que permitem a todos os seus utentes usufruírem de uma boa “qualidade de vida”.
 






















Joaquim Luís Gouveia

15/04/2013

Casteleiro Wireless

Com a instalação de uma quarta antena no futuro edifício da Junta de Freguesia, no Largo de S. Francisco, o Casteleiro fica agora totalmente coberto por rede wireless. O acesso à internet é gratuito!
 

 
 
 
 
 

13/04/2013

Festa da Caça - Encontro de Tunas

DIA 4 DE MAIO
 
Divulgamos hoje a terceira tuna confirmada para o Encontro, no âmbito da Festa da Caça.
 
"C'a Tuna aos Saltos"
Tuna Médica Feminina da Universidade da Beira Interior
 
 
 
 
 


12/04/2013

Casteleiro: "Uma Obra em Marcha"

O centro urbano do Casteleiro transformou-se radicalmente com a requalificação de um antigo olival adquirido pela Junta de Freguesia. A primeira fase deste novo espaço de lazer está concluída e a Festa da Caça que terá lugar nos próximos dias 4 e 5 de Maio, ganhou mais um largo. Até final do mês será ainda colocado algum mobiliário urbano que proporcionará a todos os visitantes melhores condições para usufruir do espaço. Aceite o desafio e visite o que JUNTOS PELO CASTELEIRO estamos e queremos fazer.