13/02/2013

Carnaval no Lar de S. Salvador



O Lar de S. Salvador do Casteleiro festejou no dia 10 de Fevereiro o Carnaval com boa disposição e muita alegria entre utentes, colaboradores, familiares e amigos.
Os dias que antecederam este evento foram marcados pela criatividade dos nossos utentes ao ser-lhes proposto planear e confeccionar os fatos carnavalescos a partir de materiais reciclados designadamente sacos de plástico e de papel, cujo tema deste ano se desenvolveu em redor das “Tradições, lendas e mitos das comunidades locais".
O resultado surpreendeu pela vivacidade de cores e pelo orgulho em exibirem objectos feitos por eles, as fotos ilustram esse momento de alegria.
Este tipo de iniciativas de Animação Sociocultural no Lar de S. Salvador do Casteleiro pretende ser um estímulo permanente na vida mental, física e afectiva das pessoas idosas valorizando as suas capacidades, os saberes e a sua cultura.













Testamento do Galo

 
Devido às más condições atmosféricas, o "Testamento do Galo" terá lugar no próximo domingo, dia 17, à tarde, no Largo de S. Francisco. Uma iniciativa do Centro de Animação Cultural do Casteleiro.
 
 

10/02/2013

O Entrudo


Nos tempos antigos, a meio da noite, ouvia-se nas ruas:
- UUUUUUUUU!!!!! É uma vergoooonha!!!!! …
Era a chorar o Entrudo.
É que, mesmo antes da Quaresma, o Entrudo era uma tradição entre outras no Casteleiro.
Era muito engraçada quando era apenas para brincar.
Depois havia outras versões: as que poderiam ser ofensivas.
As que se aproveitavam para vinganças ou para se difamarem e ofenderem pessoas.
Eram coisas combinadas normalmente entre rapazes.
Era uma oportunidade para se referirem situações observadas ao longo do ano, faladas à boca pequena e relatadas apenas nessa noite.
Nesse tempo, a iluminação era quase nada.
Então, noite de breu e já adiantada nas horas, o grupo já preparado aproximava-se das casas escolhidas.
Com um funil a servir de altifalante, gritavam:
- U! U! U!... Menina Maria! Que vergooooonha, no dia tantos do tal, ao carregar o cântaro da água, tropeçou e caiu! Partiu o cântaro todo e foi para casa sem nada! U!...U!...U!... Que perninhas fracas menina! Veja se as engorda, se não ainda vão para Guimarães para fazerem tachas de navalhas com elas! U! U! U!...
E a saga continuava.
A pessoa visada ou achava graça e ia à janela sem se mostrar ou ficava quieta na cama envergonhada.
Havia depois outras situações mais graves.
Em que diziam para quem quisesse ouvir, segredos bem cabeludos que ninguém se atrevia a mencionar em situação normal.
Aí as coisas podiam aquecer.
Chegava a haver zaragatas em plena noite, que em princípio era suposto ser de divertimento.
Aí, a carnavalada era mesmo real, com factos ao vivo!...
Isto para não falar dos entrudos caseiros, que eram os mais engraçados, espontâneos e castiços!...
Outros tempos, outras gentes, outros interesses!
Bom Carnaval.
Abraço.
 
 
 
 
 
Dulce Martins

28/01/2013

Festa da Caça - 4 e 5 de Maio


A Festa da Caça regressa ao Casteleiro nos próximos dias 4 e 5 de Maio. As ruas e largos da aldeia vão, mais uma vez, ser palco de numerosas actividades de cariz cultural e gastronónico com um programa diversificado e que promete novas iniciativas.
 
 

13/01/2013

Manuel Leal Freire e a Vila Mimosa

Manuel Leal Freire publica hoje no "Capeia Arraiana" um soneto dedicado à Vila Mimosa.
  
 
 
Leia aqui
 


12/01/2013

Junta de Freguesia de Casteleiro de parabéns

Todos sabemos que esta ideia anárquica, megalómana, do atual governo deste país, usurpador do Poder Local – Agregação de Freguesias – retirando às nossas aldeias aquilo que de mais nobre a revolução de Abril de 1974 lhes ofereceu: liberdade para escolher os seus e
leitos e ter, bem perto de si, quem ajuda os seus habitantes na resolução dos mais variados problemas, que vão crescendo à medida que as populações envelhecem e a desertificação continua a aumentar velozmente.
Vale a pena lembrar todos aqueles que já fizeram parte dos eleitos e o papel que, cada uns à sua maneira, contribuíram para a melhoria das condições de vida de todos os casteleirenses, residentes ou habitantes de “fim de semana” ou “tempo de férias”.
Perante este cenário e passados que são três anos sobre o mandato da atual Junta de Freguesia, é justo fazermos uma análise ao seu trabalho e à sua visão estratégica para a nossa aldeia.
 
 
A equipa que constituiu este órgão do Poder Local, liderada pelo nosso conterrâneo Tó Zé Marques, tem marcado a sua ação dirigida à sua população, desenvolvendo ações de promoção do Casteleiro, levando o seu nome a vários eventos e fazendo-se representar dignamente no conjunto das freguesias do concelho do Sabugal.
 Mas vamos à obra feita:

- Arranjo e manutenção dos caminhos rurais.
- Iluminação especial de alguns locais de interesse público, destacando: chafarizes, Fonte do Terreiro da Fonte e Torre da Igreja.
- Atualização e reforço da iluminação de várias ruas.
- Atribuição de cheque no valor de 500 euros a todos os nascimentos na aldeia.
- Limpeza de várias linhas de água com especial destaque para a nossa ribeira que estava praticamente irreconhecível, para quem, em tempos distantes, nas suas águas cristalinas, tomava uns banhos (era ali que a malta da inspeção tomava o seu banho, no dia em que era mandatado para aprender a guerrear o “inimigo) e por vezes, pescava uns peixinhos à socapa do seu “Guarda rios”.
- Posto de atendimento à população: pagar reformas aos idosos, receber o montante de água, luz, telefone, levantar ou enviar uma carta pelo correio ou mesmo tratar qualquer assunto no Sabugal…
- E quem não se lembra da Festa da Caça?! Não pode parar…parar é morrer!
- Aquisição de um espaço nobre – mesmo no largo de S. Francisco (Centro Cívico da aldeia) - para ali surgirem as novas e merecidas instalações da Junta de Freguesia. Para além de melhorar a acessibilidade daqueles que mais dificuldades têm em deslocar-se, serão criados espaços polivalentes que, certamente, darão resposta a muitas ideias futuras.
Também um espaço de lazer será criado no olival adjacente à casa dos “Mourinhas”. Vamos esperar para ver!
- Por último e, segundo fonte segura, brevemente será alcatroado o caminho estrada (antiga estrada), Stº Amaro.
É caso para dizer: É OBRA!
Todos sabemos que os tempos estão difíceis mas, por favor não desistam.
 
 
 
 
 
Joaquim Luís Gouveia
 
 
 
 
 
 

07/01/2013

Manuel Leal Freire e a Qtª de Santo Amaro

Manuel Leal Freire publica no "Capeia Arraiana" um soneto dedicado à Quinta de Santo Amaro.
 
 
Leia aqui. 
 
 
 



01/01/2013

Uma obra em marcha


 
Neste primeiro dia do ano de 2013, o Viver Casteleiro dá a conhecer o projecto de remodelação do espaço (olival), recentemente adquirido pela Junta de Freguesia. Pretende-se, em ligação com o Largo de S. Francisco, criar uma grande zona de lazer que todos os casteleirenses possam usufruir e que proporcione um agradável espaço de convívio social.
Uma obra que terá início nas próximas semanas.

 

31/12/2012

Natal no Lar de S. Salvador


 
 







Natal! Época de harmonia, paz, amor, tempo de união.
Foram com estes ingredientes que se realizou no passado dia 23 de Dezembro, no Lar S. Salvador do Casteleiro, uma festa de Natal para todos os utentes e famílias.
Para ajudar a este espírito natalício, estiveram presentes o Grupo Musical do Sabugal: Côa-ristas, que encantaram os presentes com um rol de músicas características desta quadra.
Durante a actuação foi clara a interacção entre o grupo musical e o público, ouvindo-se em algumas músicas, o som de fundo dos utentes a cantarolar.
No final houve um lanche partilhado com todos os presentes, onde não faltaram rabanadas, filhóses, o tradicional Bolo Rei e outros doces típicos da época.
Não poderíamos deixar de agredecer ao Grupo da Catequese do Casteleiro que inauguraram esta tarde de convívio cantando músicas tradicionais natalícias.
Um Bem-haja a todos!
 Votos de um Feliz Ano 2013!
 A Direção do Lar S. Salvador
 

30/12/2012

25/12/2012

Conto de Natal


Reza a História que em Belém, à meia noite – 25 de dezembro - nascera o “Menino Jesus, filho da Virgem Maria”. Foi assim que nos ensinaram e foi assim que aprendemos!
Era uma noite misteriosa que juntava famílias em torno da mesa, nem sempre farta, como agora, mas onde o espírito natalício estava bem patente nos rostos, por vezes cansados do duro trabalho de uma jorna, mas com a enorme vontade de cumprir o ritual da ceia bem regada…das filhoses, e do madeiro.
Depois do jantar (ceia) pequenos e graúdos acorriam ao madeiro onde, entoavam cânticos em louvor do Menino que acabara de nascer. Pela noite dentro uns valentes copos de vinho sangravam das adegas para ajudar a aquecer os corações dos mais resistentes.
Na minha aldeia – Casteleiro – o Natal era, sem dúvida, a festividade do ano vivida com mais fervor, em que os valores humanísticos povoavam o espirito daquelas gentes.
Presentes? Prendas? Eram algo raro, e que nem a todas as crianças lhe calhavam em sorte: uma moeda…uns rebuçados…uma boneca…um ou outro brinquedo…
Hoje fala-se do Natal e a sociedade consumista encarregou-se de inventar o “Pai Natal” – aquele que satisfaz todos os desejos de cada criança. A árvore de Natal, essa recente criação desta mesma sociedade, deve ser bem brilhante, com enormes bolas multicolores, entremeada de luzinhas, catrapiscando ao som de melodias musicais alusivas à época. Mas para esta estar completa, deve ter amontoada à sua volta, embrulhos e mais embrulhos, também estes coloridos, comprados em filas intermináveis nos “shoppings”, que vão pluriferando por esse país fora e também na nossa região interior.
Então, e o que é feito do Menino Jesus, o tal Menino que, ano após ano, era recreado o seu nascimento através do presépio, feito de musgo e de figuras de barro – comprados aos loiceiros no mercado da vila - que encantavam os mais pequenos e eram venerados pelos mais velhos?
Quem no dia de Natal não fazia questão de beijar o Menino Jesus?
Na igreja, a população perfilava-se, diante do altar-mor, primeiro os homens…depois as mulheres e beijavam o Menino que o senhor padre exibia; era assim a tradição! As crianças, essas não paravam! O entusiasmo era tanto que o sossego era coisa rara…todos queriam ver e beijar o Menino, acabado de nascer, embalados em cânticos ancestrais, ensaiados repetidas vezes nas semanas que antecediam o grande dia, pelo grupo de cantores da igreja.
Podem cantar comigo:
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria
Já nasceu o Deus Menino
Filho da virgem Maria.
(…)





Joaquim Luís Gouveia

23/12/2012

Personalidade do Ano: o Emigrante!

José Malhoa - "O Emigrante"
O Emigrante Casteleirense foi a escolha da equipa do Viver Casteleiro para personalidade do ano – 2012. Aqui homenageamos, todos e cada um, que um dia partiram da sua terra em busca de uma melhor vida, de um novo caminho. Longe, em vários pontos do mundo, serão sempre casteleirenses que não esquecem esta aldeia e que, diariamente, neste blog, anseiam por notícias e fotos do lugar onde um dia nasceram.
 
 
 
O Viver Casteleiro deseja a todos os seus leitores  e amigos, especialmente aos casteleirenses que longe da sua terra aqui nos visitam diariamente, uma feliz quadra festiva.


 

22/12/2012

Sensibilidades




Por muito difícil que seja o momento por que estamos a passar, é inevitável não sentir que o Natal está por aí.
Ao contrário dos outros anos, são poucas as casas que se encontram decoradas com motivos natalícios.
Contudo é quase impossível não sentir o cheirinho.
A mim toca-me sobremaneira a música alusiva à época.
São melodias suaves, tranquilas, que mexem comigo e me levam sempre de «viagem".


Oiça aqui  uma versão do «Noite Feliz».

Em português seria:

Noite feliz, noite feliz / Ó Senhor, Deus de amor /
Pobrezinho nasceu em Belém / Eis na lapa Jesus, nosso bem
/ Dorme em paz, ó Jesus / Dorme em paz, ó Jesus...

.
Nestas alturas, percorro a minha vida desde criança.
Visito em pensamento todos os locais onde a tradição se consumou.
Sinto de uma forma especial, ainda que à distância, os sítios, os cheiros e o calor humano que então se vivia.
Então não havia estas músicas a tocar por todo o lado.
Apenas se ouviam na igreja os cânticos religiosos que já me fascinavam.
Talvez por isso tenha dentro de mim o gosto por elas.
Sinto-as com qualquer coisa de misterioso.
Revejo-me no local onde nasci, de uma forma quase real.
Quase sinto o calor da lareira e as vozes das pessoas que me eram queridas.
Saudosismo, dirão alguns.
Não.
É apenas um sentimento forte de pertença.
São as minhas raízes a não quererem que eu me solte completamente.
Foi uma herança boa, de que não deixam que me separe.
Apesar de às vezes ser um pouco doloroso, também me trazem de volta momentos únicos.
Todas as tradições que lá vivi fizeram de mim a pessoa que sou.
Afectiva, sensível e solidária.
Até parece um auto-elogio.
Não é.
São apenas três adjectivos, que têm, desde sempre, dificultado a minha existência.
Abraço.
 



Dulce Martins
 

14/12/2012

Junta de Freguesia - Novas instalações


 
Até ontem, dia 13 de Dezembro, a Junta de Freguesia do Casteleiro era a única do Concelho sem instalações próprias. A escritura de compra do edifício e terreno adjacente, situado no Largo de S. Francisco, foi ontem concretizada no Cartório Notarial do Sabugal.
O emblemático edifício do largo principal da freguesia, propriedade da família Mourinha, será a futura sede da Junta de Freguesia e o terreno anexo transformado num espaço de lazer polivalente.
Está, assim, concretizado um dos principais compromissos assumidos pelo executivo da Junta aquando da sua eleição em Outubro de 2009.
António José Marques

09/12/2012

Opções

 

Construir! Uma bela palavra que rima com resistir.
As peças movem-se no tabuleiro. Hoje prefiro a Torre.
Lembra-me castelos.
E sempre o Casteleiro!
Cubelo de prata e picões a esvoaçar.
Livres...
 
 




"Reduto", espaço de crónica de autoria de António Marques

03/12/2012

A razão do sim aos feriados

Após a morte do jovem-Rei D. Sebastião, na batalha de Alcácer-Quibir, este não tendo descendentes diretos, subiu ao trono o Cardeal D. Henrique que já de idade avançada, doente e não tendo também descendentes, reuniu pela última vez as cortes, em Almeirim, e indicou para seu sucessor Filipe II de Espanha.
Decisão tomada, o Prior do Crato com um pequeno exército tentou resistir, mas foi vencido na batalha de Alcântara, perdendo-se assim a Independência com a proclamação de Filipe I, rei de Portugal. Era o início do reinado Filipino desde 1580 a 1640.
Sessenta anos durou o cativeiro, até que, na manhã do dia 1 de Dezembro de 1640, despertou a aurora, rica de promessas. Os grilhões, carcomidos pela ferrugem dos erros castelhanos, quebraram-se; a base do trono, mirrada pela hipocrisia e cobiça, ruiu estrondosamente nesse 1º de Dezembro de 1640. Portugal riu-se do papão, caído de bruços, e o medo-arma psicológica- venceu-se a si mesmo e o “jovem Rei-Sol” voltou triunfante com a vitória dos 40 conjurados de 1640.
Todos, remoçados da alma nacional, com fé no ressurgimento nacional, saíram para a rua e, no coração de cada um, cresceu a esperança, ateou-se o fogo sagrado. Portugal, o gigante, que desconhecia a sua força, conscientemente aprendeu a lição dos seus heróis que galhardamente derrubaram do trono o poderio espanhol e aclamaram D. João IV, Rei de Portugal.
Por outras razões, o povo português republicano, o exército e a armada, descontentes com a má governação dos atuais políticos monárquicos, outra solução não havia a tomar, senão empreender uma revolução de que resultou a vitoriosa implantação da República, no dia 5 de Outubro de 1910.
Exilado o Rei D. Manuel II, foi nomeado um governo provisório, a que presidiu Teófilo Braga. 
Eis a lição profunda da página histórica dos conjurados de 1 de Dezembro de1640 e dos revolucionários de 5 de Outubro de 1910.
Com tais feitos heroicos, impensável seria retirar os feriados, ainda que provisoriamente, de 1 de Dezembro, dia da restauração da Independência de Portugal do jugo de Espanha; do dia 5 de Outubro, comemorativo da implantação da República com os seus ideais e dos dias de Corpo de Deus e de Todos os Santos, dias Santos de Guarda, de tão grande devoção da maioria do povo português, mas, mesmo assim, foram retirados.
Rasgar a história, a memória coletiva dum povo que é Portugal, é imperdoável traição. Por certo cada um de nós ainda não rasgou a história na sua mente e no coração ainda não se apagou o amor sagrado da Pátria. Sendo assim, á luz fulgurante da nossa história, descobriremos o sentido profundo e atual destes dias no coração de portugueses e guardaremos a alta lição dos conjurados e dos revolucionários-uma página da história de imputável valor heroico.
Assustados e revoltados, dos heroicos conjurados e revolucionários que jazem no eterno descanso ouvem-se gritos de contestação, dizendo que só se calarão, quando os feriados retirados voltarem a ser comemorados e guardados.
Em sinal de agradecimento e reconhecimento, desculpai terem-vos quebrado o silêncio sagrado em que viveis. Obrigado pelo vosso heroísmo, porque até na sepultura sois heróis
Descansai eternamente que bem o mereceis, na certeza de que Portugal continuará a respeitar e a comemorar os dias 1 de Dezembro de 1640 e 5 de Outubro de 1910.

 
 
"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado

14/11/2012

Magusto do CACC


Lar de S.Salvador festeja S.Martinho


 
 
 
 
O Dia de S. Martinho chegou ao Lar de S. Salvador do Casteleiro, com ele vieram as castanhas assadas, a jeropiga e muita animação com a actuação do Grupo de Cantares da Guarda “ A Mensagem”. Foi com estes ingredientes que os nossos utentes e a comunidade disfrutaram deste dia festivo no passado dia 11 de Novembro.
Reza a lenda que um soldado romano de nome Martinho, num dia chuvoso, ao passar a cavalo por um mendigo quase nu, como não tinha nada para lhe dar, rasgou a sua capa ao meio com a sua espada e ofereceu-lha. Nesse momento parou de chover e o sol brilhou, derivando daí a expressão “ Verão de S. Martinho”.
Também nós no Casteleiro fomos presenteados com um dia soalheiro de Magusto e de festa como manda a tradição, ao som de boa musica, um baile popular e castanhas assadas, com alegria e boa disposição de utentes e visitantes, muita animação se viveu nesta Instituição.
A organização de actividades socioculturais deste tipo tem como objectivo o desenvolvimento pessoal, melhorar a mobilidade e as relações com o exterior, promovendo o convívio ao fomentar a qualidade de vida dos idosos, prevenindo o isolamento social. É objectivo desta prática os utentes poderem partilhar ideias e experiências entre si. Nesta partilha o convívio e as relações inter-pessoais sairão mais fortes e produtivas.
Aqui ficam algumas das quadras recolhidas entre os nossos utentes:
 
S. Martinho está a chegar
A lareira vou acender
Para as castanhas assar
E contigo as comer.
 
Como é bom comer
Castanhas assadas
E no magusto ver
As meninas coradas.
 
Castanhas, castanhas
Que boas que elas são.
Quentinhas, assadinhas
Fazem bem ao coração.
 
A Direcção do Lar S. Salvador

07/11/2012

Magusto no Lar


O Lar S. Salvador do Casteleiro tem o prazer de convidar a população a disfrutar do Magusto Comunitário que se realizará no dia 11 de Novembro, Dia da S. Martinho,  a partir das 14h nesta Instituição. Contamos ainda  com a actuação do Grupo de Cantares A Mensagem para animar este dia de festa.
Contamos com a Vossa presença!
Bem Hajam!

21/10/2012

Finalmente, S. Salvador já tem Bandeira
























Ao ler-se na bandeira “S. SALVADOR,VELAI POR NÓS”, é, por certo, um apelo dum povo com fé e devoção a S. Salvador, eleito pelos nossos antepassados como Padroeiro da Freguesia do Casteleiro.
Com o globo numa das mãos, simbolizando que é Deus do Universo, o Senhor Salvador do Mundo - o Padroeiro da Freguesia do Casteleiro, por razões óbvias, não tendo uma bandeira (estandarte), finalmente, agora já a tem, graças à iniciativa, persistência e empenho, em especial, do casal D. Angelina e José Marques Antunes, a quem, com aplausos, apresentamos os nossos agradecimentos.




"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado