
30/11/2011
Assembleia Geral do CACC
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cacc
29/11/2011
O Chafariz das Duas Bicas
A sua água, segundo os mais velhos, era de uma qualidade excelente.
Como disse, esse chafariz foi, durante muitos anos, meu vizinho muito próximo.
Sempre gostei, e até quase venerei, aquele chafariz.
Quase o sentia só meu.
Fez-me companhia nos bons e nos maus momentos.
Junto dele brinquei, fui feliz, amei, chorei – enfim, foi meu companheiro de todos os momentos.
O que mais recordo, e recordo com muita ternura, é o momento de deitar.
Sabia-me muito bem no silêncio da noite (o chafariz era mesmo em frente ao meu quarto), ouví-lo e ser embalada suavemente ao som da cadência monótona e calma da água a correr para dentro do pio (era assim que se chamava), eternamente…
E eternamente porquê?
Porque, ao acordar, lá continuava o mesmo som da água, com a mesma cadência, sempre pronta a dar-me os bons dias.
Assim.
Vinte e quatro sobre vinte e quatro horas.
Lembro-me muitas vezes daquele chafariz.
E também do sussurrar dos diálogos que aconteciam enquanto os cântaros enchiam.
Como não havia de lembrar?
Afinal, foi lá que cresci e me fiz mulher.
As minhas raízes estão lá bem fundas.
As minhas emoções também.
As recordações estão guardadas numa gaveta especial do meu cérebro.
E, claro, num lugar de eleição do meu coração.
Há coisas de que pouco se fala, mas estão e estarão sempre connosco.
Não foram afinal essas vivências que nos deram a personalidade que temos hoje?
Gostei de o ver a mostrar-se assim destacado e vaidoso, por aquele mimo que o realça ainda mais.
Até sempre, meu amigo chafariz.
Texto de autoria de Maria Dulce Martins
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27/11/2011
Património iluminado
Com o objectivo de valorização do património edificado da aldeia, a Junta de Freguesia procedeu à instalação de um sistema de iluminação em todas as fontes e ainda na Capela do Reduto.
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26/11/2011
A extinção de Freguesias
As Juntas de Freguesia rurais são, na sua grande maioria, o único elo de apoio a que as populações recorrem e quase sempre a única instituição presente.O trabalho desenvolvido pelas autarquias após o 25 de Abril foi e é exemplar no apoio e defesa das suas populações e na melhoria das suas condições de vida. O poder local democrático tem obra feita e lugar assegurado na história administrativa do País.
O actual Governo apresentou, e encontra-se em discussão pública, uma proposta de reorganização administrativa das Freguesias. Os critérios desta proposta, embora não atinjam o Casteleiro, ditam que serão extintas metade das freguesias do Concelho do Sabugal.
Sou totalmente contra a extinção de freguesias rurais. Penso que a existir uma reorganização, deveriam ser as freguesias urbanas as primeiras a ser reduzidas, pois é aí que são menos necessárias e, no seu conjunto, as que gastam a maior fatia do orçamento.
"Reduto", espaço de crónica semanal de autoria de António Marques
23/11/2011
Junta de Freguesia tem novas instalações
A Junta de Freguesia de Casteleiro acabou de concretizar um dos compromissos que tinha assumido com a população aquando das últimas eleições: a aquisição de instalações dignas para o órgão autárquico.
Recorde-se que o Casteleiro era, até aqui, a única Freguesia do Concelho do Sabugal que não dispunha de sede, encontrando-se instalada numa sala cedida pelo Centro de Animação Cultural.
O imóvel ora adquirido, Largo de São Francisco, nº1, bem como o olival anexo, (antiga casa Mourinha), situa-se numa zona central e das mais nobres da Aldeia e irá permitir o funcionamento digno da Junta, proporcionando a todos melhores acessos e excelentes condições para a instalação dos mais diversos serviços de apoio à população.
Recorde-se que o Casteleiro era, até aqui, a única Freguesia do Concelho do Sabugal que não dispunha de sede, encontrando-se instalada numa sala cedida pelo Centro de Animação Cultural.
O imóvel ora adquirido, Largo de São Francisco, nº1, bem como o olival anexo, (antiga casa Mourinha), situa-se numa zona central e das mais nobres da Aldeia e irá permitir o funcionamento digno da Junta, proporcionando a todos melhores acessos e excelentes condições para a instalação dos mais diversos serviços de apoio à população.
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22/11/2011
Magusto do CACC
O Centro de Animação Cultural do Casteleiro, convida toda a população, sócios e simpatizantes a participar no tradicional magusto, que se irá realizar no dia 27 de Novembro pelas 14:00h no largo de São Francisco.Venha provar a nossa doce jeropiga, assim como a tradicional água-pé.
Estão todos convidados!
Apareçam!
20/11/2011
César Cruz
Seis anos após a sua chegada, o Casteleiro homenageou o Padre César Cruz. Aqui fica parte das palavras que então tive oportunidade de lhe dirigir.Em “Diário de um Mago” o peregrino, como forma de punição, parte pelos caminhos de Santiago para recuperar a espada e o grau máximo que lhe tinham sido retirados pelo Mestre.
O seu guia Petrus ensina-lhe vários exercícios e aqui, hoje, apenas gostaria de referir um: O BOM COMBATE. Ou seja, a redescoberta da batalha diária da vida travada em nome dos nossos sonhos. E a lição de que não podemos matar os nossos sonhos por termos medo de combater.
E eu sei que esse é um combate que ganhas todos os dias. Nas tuas palavras: saboreando o vento, sentindo o invisível, olhando o infinito.
Disseste um dia que “Há ovelhas que me acompanham e outras nem tanto”.
Mas, se isso é verdade, é isso importante?
Como o Padre António Vieira bem referiu: “ A cegueira que cega cerrando os olhos, não é a maior cegueira; a que cega deixando os olhos abertos, essa é a mais cega de todas”
As ovelhas seguem o seu caminho em alheamento dos cegos que vendo o demais, só a sua cegueira não vêem.
O meu sentimento, resultante de 6 anos da tua presença nesta aldeia, nesta margem da ribeira de Casteleiro, é de conforto e gratidão. E será, nos tempos futuros, aquele porto de abrigo e de reencontro com a verdade, apesar desta não ser a margem do rio piedra mas, ainda assim, ser uma margem onde todos se podem sentar, chorar e viver.
Quero acreditar que nestas ruas de Casteleiro, encontras a cada passo mais o Deus das Pequenas do que das Grandes Coisas e que cada reflexão gera sentimentos, como no romance, com limites que as pessoas vulgares não estão dispostas a assumir.
O mais importante é, afinal, que hoje este encontro acontece para, no que me diz respeito, celebrar a tua presença e dizer que alguns dos caminhos que trilhamos e que sei movem o mundo: Eros, Philos e Ágape, merecem o teu respeito.
E sei que olhas com olhar atento as ovelhas, no redil ou longe dele.
Por vezes, quando sentimos o absurdo sentido da realidade, algo parece vacilar. E, mais uma vez, atrevo-me a citar o autor das margens do Rio Piedra para dizer que :
“A melhor maneira de servir a Deus é indo ao encontro de seus próprios sonhos. Só quem é feliz pode espalhar felicidade.”
Bem Hajas por estar entre nós.
"Reduto", espaço de crónica semanal de autoria de António Marques
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Nascer Casteleiro
No decurso do almoço/convívio com o Padre César Cruz, a Junta de Freguesia de Casteleiro procedeu à entrega dos apoios (€500), a cada um dos casais residentes na Aldeia cujos filhos nasceram no corrente ano: a Leonor, filha do Rui Cerveira e da Isabel Fortuna; o Simão filho da Beatriz e do Sérgio e a Francisca, filha do José António e da Nazaré Rosário.
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Casteleiro homenageou o seu Pároco
Foi no radioso dia 18 de Setembro de 2005 que um jovem sacerdote, de nome César António da Cruz Nascimento, acompanhado pelo já falecido e saudoso P.e Francisco Domingos Chorão, deu entrada no Casteleiro, como Pároco.
Decorridos seis anos, como prova de agradecimento e amizade, a Paróquia do Casteleiro, com o apoio das forças vivas da freguesia do Casteleiro, Assembleia e Junta de Freguesia, Comissão Fabriqueira da Igreja, Centro Cultural, Lar e Clube de Caça e Pesca, a que se juntou a “Casa da Esquila”, na pessoa do seu proprietário, Rui Cerveira, oferecendo o almoço/convívio, quis prestar-lhe uma singela homenagem, pelos seis anos, como Pároco.
As pessoas, as palavras, as imagens, os gestos e os actos, tudo isto constatado, no princípio e no fim da missa Dominical do dia 9 de Outubro de 2011 e, de seguida, às 13 horas, no Centro Cultural, com o almoço/convívio, gentilmente oferecido pela “Casa da Esquila” de que é proprietário, como já se disse, o nosso amigo e solidário, Rui Cerveira, a quem apresentamos o nosso muito e muito obrigado, são a afirmação positiva, a prova provada da oportuna e merecida homenagem e dizer-lhe que a Paróquia, o Casteleiro estão com o seu Pároco, agora e sempre, com amizade e respeito.
Abaixo se transcreve parte da homenagem prestada:
"Sr. P.e César
A Paróquia do Casteleiro quis, e muito bem, prestar-lhe uma singela homenagem pelos seis anos de Pároco, nesta freguesia do Casteleiro.
É precisamente com umas humildes, mas sentidas palavras que iniciamos esta homenagem, para lhe dizermos o que sentimos e desejamos, recordando o memorável dia 18 de Setembro de 2005, em que, pela primeira vez, entrou, como Pároco, no Casteleiro, acompanhado do seu ante sucessor – o Sr. P.e Chorão.
Foi neste dia que esta boa gente do Casteleiro o foi esperar e, de braços abertos, com palmas, o recebeu, no Largo de S. Francisco e o acompanhou, a que outros paroquianos se juntaram durante o percurso, até à Igreja, onde muitos fiéis já se encontravam para a concelebração da Missa Dominical com o Sr. P.e Chorão.
E se, inicialmente, ansiedade e expectativa havia em todos nós para conhecermos o Sr. P.e, bem depressa esta mesma ansiedade e expectativa se tornou numa boa realidade, numa vinda desejada e acertada dum jovem sacerdote, para alegria e bem deste seu novo Povo de Deus.
Agradecidos, aqui estamos, para, com humildade, lhe prestarmos, é verdade, uma singela homenagem; para, com sinceridade, lhe dizermos que orgulhosos estamos por ser nosso Pároco, há seis anos; por ser o sacerdote que é, sem “maçar” e, com sensibilidade cristã e humana, saber tocar e entrar na alma de cada paroquiano pela porta do coração e nela semear, grão a grão, a semente da Palavra de Deus; por ser a Pessoa que é, boa, culta, sociável, respeitadora e respeitada e sempre prestável; por nos transmitir e desejar, não só no início das missas que aqui celebra, mas também, sempre, assim: “Bom dia a todos”, a que, em coro, toda a Comunidade Cristã presente retribui, dizendo: “Bom dia Sr. P.e”; por, com carinho e amor, querer, junto do altar e a seu lado, as crianças e jovens; por tudo isto e por muito mais que muitos outros paroquianos poderiam dizer-lhe, que já lhe disseram ou que ainda lhe poderão dizer e não foi dito aqui, queira, Sr. P.e César, num só amplexo, aceitar umas pequenas lembranças, resultantes da expressão sincera de apreço e respeito que esta Paróquia do Casteleiro nutre por V. Rv.cia, como Pároco, Sacerdote e Pessoa, augurando-lhe muita saúde e prosperidades no múnus da sua vida sacerdotal e pessoal e que, por muitos anos, nesta freguesia do Casteleiro, apague, já que mais não seja, simbolicamente, as velas, nos dias 18 de Setembro de cada ano.
Bem-haja, Sr. P.e César."
"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado
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29/10/2011
"Casa da Esquila" em Viseu
Foi com satisfação e orgulho que soube da participação do Restaurante “CASA DA ESQUILA”, sito em Casteleiro-Sabugal, no “VIII Festival do Caldo/Festa da Sopa”, promovido pela Confraria de Saberes e Sabores da Beira “ Grão Vasco”, em Viseu, no dia 15 de Outubro findo.Sabendo-se que a sopa, com reconhecidas virtudes terapêuticas, é, para além da “tranca da porta”, um meio de preparar o estômago para receber os outros alimentos, quando vitaminada e bem confeccionada, mesmo assim, com estes ingredientes, nem sempre é pedida e comida.
Não foi, porém, assim, aqui em Viseu. Havendo só sopas, das cerca duas mil pessoas presentes que as provaram, soube que, dos muitos apreciadores que degustaram a sopa “chuchu”, apresentada pela “CASA DA ESQUILA”, gostaram e manifestaram ser uma das mais apreciadas.
Mas, alto lá, para os bons garfos, o Restaurante “CASA DA ESQUILA” não tem só boas sopas, tem, em especial, óptimos pratos e deliciosas sobremesas, onde poderão apreciar e confirmar.

Sendo assim, para a “CASA DA ESQUILA”, na pessoa do seu dinâmico e competente proprietário, Rui Cerveira, vão os nossos sinceros parabéns e votos do melhor sucesso no múnus da sua vida profissional e pessoal.
"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado
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daniel machado
14/10/2011
07/10/2011
Junta de Freguesia - Horário
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02/10/2011
Convívio com o Padre César Cruz
No próximo dia 9 de Outubro, às 13 horas, no Centro de Animação Cultural, realiza-se um almoço/convívio evocativo dos seis anos da chegada do Padre César Cruz à paróquia de Casteleiro.
Contribuem para esta iniciativa, aberta a toda a população, o Centro de Animação Cultural, Junta de Freguesia, Comissão Fabriqueira, Lar de São Salvador e Clube de Caça e Pesca.
Contribuem para esta iniciativa, aberta a toda a população, o Centro de Animação Cultural, Junta de Freguesia, Comissão Fabriqueira, Lar de São Salvador e Clube de Caça e Pesca.
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30/09/2011
14/09/2011
Sandra Fortuna
É com muita alegria, repleta de muitos parabéns que eu pessoalmente e, certamente, o concelho do Sabugal, em especial o nosso Casteleiro, nos orgulhamos da nossa querida conterrânea, Dr.ª Sandra Fortuna por ter sido escolhida e eleita para integrar a Comissão Nacional do PS, órgão máximo deste partido.Esta escolha é mais uma distinção e qualificação, que bem merece e, por arrastamento, para engrandecimento da sua Terra Natal – o Casteleiro.
Renovo os meus sinceros parabéns e votos dum bom trabalho.
"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado
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sandra
05/09/2011
Almoço/Convívio do CACC



Sabendo-se atempadamente que o tradicional Almoço/Convívio do Centro de Animação Cultural do Casteleiro é sempre no Domingo seguinte à Festa de Santo António, a actual Direcção, apesar de tudo, não quis deixar de lembrar, quer através de no “Viver Casteleiro” e na Missa Dominical, o dia e a hora do referido Almoço/Convívio que teve lugar no dia 14 de Agosto findo, no Salão do Centro Cultural.
E porquê nesta altura e neste dia?
No pensamento e no desejo da anterior e da actual Direcção tem estado e esteve sempre a preocupação de que os sócios/emigrantes e outros não residentes no Casteleiro pudessem, aquando da visita à Terra e aos seus familiares, associar-se e usufruir do Almoço/Convívio que o Centro Cultural do Casteleiro presenteia, ano após ano, a todos os associados e familiares.
Assim sendo, neste dia, enquanto os disponíveis e eficientes assadores, BA e Filipe Costa, assavam as febras e a carne entremeada que iriam juntar-se no prato ao arroz de feijão ainda a cozer e a apurar, os sócios residentes iam comparecendo e, estranhamente, infelizmente os sócios/emigrantes, muito poucos compareceram.
Mesmo assim, à hora do almoço, sob o signo de Convívio, não deixou de estar presente um bom número de sócios residentes no Casteleiro, de haver convívio, boa disposição e muito apetite para degustar e saborear as apetecíveis febras e carne entremeada com o saboroso arroz de feijão, excelentemente cozinhado pelo nosso conterrâneo e amigo Manel Leal, tudo bem conversado e regado com o bom vinho da Terra, cerveja e sumos à descrição.
Para sobremesa não faltaram, como sempre, o melão e queijo e, digam lá, por fim, para os gulosos não souberam bem uns doces de colher, gentilmente levados por sócias, molotof e o genuíno arroz doce, à moda do Casteleiro?
Claro que sim.
A todos a Direcção agradece a presença e a colaboração, com votos de que para o ano lá estaremos em força, bem dispostos e com apetite.
Até lá, um abraço!
E porquê nesta altura e neste dia?
No pensamento e no desejo da anterior e da actual Direcção tem estado e esteve sempre a preocupação de que os sócios/emigrantes e outros não residentes no Casteleiro pudessem, aquando da visita à Terra e aos seus familiares, associar-se e usufruir do Almoço/Convívio que o Centro Cultural do Casteleiro presenteia, ano após ano, a todos os associados e familiares.
Assim sendo, neste dia, enquanto os disponíveis e eficientes assadores, BA e Filipe Costa, assavam as febras e a carne entremeada que iriam juntar-se no prato ao arroz de feijão ainda a cozer e a apurar, os sócios residentes iam comparecendo e, estranhamente, infelizmente os sócios/emigrantes, muito poucos compareceram.
Mesmo assim, à hora do almoço, sob o signo de Convívio, não deixou de estar presente um bom número de sócios residentes no Casteleiro, de haver convívio, boa disposição e muito apetite para degustar e saborear as apetecíveis febras e carne entremeada com o saboroso arroz de feijão, excelentemente cozinhado pelo nosso conterrâneo e amigo Manel Leal, tudo bem conversado e regado com o bom vinho da Terra, cerveja e sumos à descrição.
Para sobremesa não faltaram, como sempre, o melão e queijo e, digam lá, por fim, para os gulosos não souberam bem uns doces de colher, gentilmente levados por sócias, molotof e o genuíno arroz doce, à moda do Casteleiro?
Claro que sim.
A todos a Direcção agradece a presença e a colaboração, com votos de que para o ano lá estaremos em força, bem dispostos e com apetite.
Até lá, um abraço!
"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado
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13/08/2011
09/08/2011
Festa de Santo António - 2011
Autor: José Manuel Machado
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Festa de Stº António
31/07/2011
As festas da aldeia
Desde criança que me lembro da ansiedade que era, até chegar esse dia.
Havia atitudes, movimentações na vida das pessoas, que mesmo sem pensar muito, iam em direcção à festa.
O melhor cabrito, o melhor galo, o melhor queijo, o melhor presunto, o melhor vinho, e a melhor roupa – era para utilizar no dia da festa.
Hoje em dia não se viverá tanto o acontecimento, pois a vida alterou-se, há muito mais divertimentos e acesso a tudo e os acontecimentos já não terão o impacto de então.
Contudo, nota-se ainda que a FESTA continua a ser um dia especial.
Compreende-se, normalmente é época de férias e os filhos da terra aproveitam para viver esse dia que por norma é de alegria, com os seus familiares e amigos.
Os imigrantes, então, acorrem em grande número, a matar saudades do canto que os viu nascer.
Sempre me entusiasmei com esse dia.
Nem que fosse apenas um fim-de-semana, era vivido ao milímetro.
Vivia-o com intensidade e muito entusiasmo.
A juventude impunha-se e toda a sensibilidade estava à flor da pele.
O tempo passa, as pessoas também, mas fica a grata recordação.
O sabor bom desses tempos ficará perpetuado na memória que, de quando em vez, se encarregará de nos oferecer uma retrospectiva desses momentos bons.
Outros interesses, outros hábitos, outros ambientes – enfim, voltas da vida.
Apesar disso, nunca esquecerei aquela terra que foi o meu berço.
A que instalou em mim as raízes da vida, e me recebeu sempre de braços abertos e com os mimos de muita gente.
O futuro é em frente.
Boa festa para quem gosta de a viver.
Abraço.
Texto de autoria de Maria Dulce Martins
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Festa de Stº António
29/07/2011
25/07/2011
20/07/2011
11/07/2011
06/07/2011
Lar de S.Salvador participou na Mostra Solidária
O Lar de S.Salvador do Casteleiro participou, no passado fim de semana, na Mostra Solidária do Concelho do Sabugal.
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04/07/2011
S.Pedro juntou casteleirenses
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30/06/2011
28/06/2011
Sardinhada em dia de S.Pedro
Amanhã, quarta-feira, dia de S.Pedro, a partir das 20 horas, o Largo de São Francisco vai ser palco da tradicional sardinhada que a Junta de Freguesia oferece a toda a população do Casteleiro.
O convite é extensivo a todos os leitores do "Viver Casteleiro".
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sardinhada
22/06/2011
A viagem do elefante passou pelo Casteleiro, de certeza
Agora que acabou a magnífica Festa da Caça de que tanto me falam (não pude estar presente este ano), é talvez o tempo certo para outros imaginários.Por estes dias, muito se tem falado da Rota das Aldeias Históricas. Diz-se que Saramago, que escreveu uma obra muito interessante sobre um elefante que foi oferecido pelo nosso D. João III ao seu primo Maximiliano II da Áustria, quis esta Rota. Nada melhor do que ler o livro, mas para já, fica aqui o acesso a uma sinopse oficial.
Agora, soube-se há dias, a Rota do Elefante, que passaria sempre por Sortelha, vai passar pelo Sabugal, como se pode ler aqui e aqui.
E isso é bom para a Região.
Este elefante tinha vindo da Índia para ser mostrado em Lisboa e existiu de facto.
Mas o nosso rei um dia resolveu oferecê-lo ao primo. E mandou o exército levá-lo país acima até à fronteira para aí o entregar aos soldados do sacro imperador.
Uma viagem longa e lenta – a passo de elefante, claro.
Na sua deslocação, o exército português que o levava conduz o elefante Salomão pelas calçadas romanas país acima desde a corte de Lisboa até à fronteira na Beira Alta. Lá para perto de Castelo Rodrigo.
Ora, aqui, na nossa zona, terá passado por Sortelha.
Há exactamente dois anos, Saramago refez a viagem e passou por estas zonas, desde Castelo Novo a Sortelha: ia para Figueira de Castelo Rodrigo, mas, antes, quis revisitar Sortelha e passou pelo Sabugal «sem parar». Pode ler isso aqui.
Pois bem, dito de repente e sem perder tempo, digo com clareza que tenho uma teoria: o elefante indiano Salomão, o real (porque ele existiu mesmo e fez esta viagem romanceada «agora» por José) passou por aqui.
A minha teoria é simples: inevitavelmente, neste troço da viagem, entre Castelo Novo e Sortelha, naqueles anos de antanho (meados do século XVI), o Salomão foi conduzido por aqui: pela Ribeira da Cal e pelo Casteleiro (parece que era esse o traçado da Calçada), passando na Calçada Romana que está assinalada pelo Mar(i)neto acima, Serra da Vila acima, até Sortelha.
Alguém me explica como passaria na Calçada Romana (ou calçada medieval, sabe-se lá), que vinha desde a Beira Baixa até à fronteira a Norte… sem passar no Casteleiro?
Claro que Saramago preferiu dizer sempre que «o elefante poderia ter passado por aqui». É que ele não estava a fazer um livro de História mas sim um livro de ficção literária…
"Memória", espaço de opinião de autoria de José Carlos Mendes
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