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20/06/2011

Festa da Caça no Casteleiro

Aproveitando o feriado do dia 10 de Junho, a Junta de Freguesia do Casteleiro, cumprindo o prometido, marcou para os dias 10, 11 e 12 de Junho a realização da FESTA DA CAÇA que, para além de algumas atracções do ano transacto, muitas mais novidades foram incluídas no programa.
Sabendo-se da forte desertificação, verificada no Casteleiro, e dadas as potencialidades agrícolas, gastronómicas, patrimoniais e culturais, a Junta de Freguesia não se poupou a esforços e, tal como no ano anterior, empenhou-se, e ainda mais, para dinamizar e potenciar o desenvolvimento e engrandecimento desta risonha e hospitaleira aldeia que é o nosso torrão natal - Casteleiro, chamando a si os seus filhos e forasteiros para lhe darem mais movimento e vida.
E porque, em tempo não remoto, a vasta área de caça, na freguesia do Casteleiro, devido à muita e variada espécie de caça - javalis, coelhos, lebres, perdizes, codornizes, tordos, etc., era um local apetecível e frequentado por muitos caçadores da Terra e de fora, a Junta de Freguesia, respeitando a tradição cinegética, resolveu, e muito bem, dar a este evento o nome de FESTA DA CAÇA.
Com a Largada de perdizes às 9 horas do dia 10 de Junho, deu-se início à FESTA DA CAÇA, no local da Serra d´Opa, para de seguida, às 11 horas, ser a “Abertura da área de exposições”, nas barracas dos diversos Largos do Casteleiro, com produtos endógenos e regionais - coscoreis, cafés, bifanas e bebidas, amêndoas caseiras, crepes, talassas, buchas do caçador, doçarias, queijos, frutas, licores, tapeçarias, bordados, rendas, trabalhos manuais e de artesanato, cutelaria, antiguidades, caça menor, carne de porco, enchidos, presuntos e bacalhau, chapéus, “t-shirts”, bonés, roupas, etc., etc.
Às 13 horas, com a “Inauguração oficial da Festa,” na Rua ao lado do Posto Médico, para todos os caçadores e Casteleirenses foi servido um lauto almoço ambulante de porco no espeto com arroz de feijão e enchidos.
Para animação da rua, houve, durante os três dias e a toda a hora, Grupos de música, Fanfarra, Bombos e Acordeões; no palco, Grupos de Música Popular da Casa do Povo de Alpedrinha, Concerto com “Lua Nova”, Desertuna, Ranchos Folclóricos e Grupo de Cantares da Escola Secundária do Fundão; demonstração de cães de caça e de parar e Falcoaria com aves de rapina; mostra de cão da Serra da Estrela e de caça e Prova de Santo Humberto; divertimento com tiro virtual e arco, besta e zarabatana.
Do vasto programa do agrado de todos, a Caça ao Gambuzino foi a grande novidade que caiu no goto de toda a “malta”, novos e idosos que, no Largo de S. Francisco, ao verem sair detrás das barracas, dos carros e do meio do público os vinte e quatro artistas, vestidos de gambuzinos, a dançarem, encenando e recreando o imaginário gambuzino, foi um delírio.
Cheios de entusiasmo e alegria, alguns com sacos na mão, para poderem caçar um gambuzino e, ao “caçarem um”, satisfeitos ficaram.
Todos os presentes colaboraram e se divertiram, ao ponto de, em procissão, toda aquela gentinha se deslocou para a Praça e, de seguida, para a Ribeira e em direcção à Estalagem, à caça de gambuzinos. A meio do percurso, porém, preparado estava um caldeiro para o que desse e viesse e, ao pé do mesmo, uma sabida “Velha” que, com arte e engenho, explicou e contou a razão de estar ali o caldeiro e a história do GAMBUZINO.
Finda a história com muitas palmas, a caçada prosseguiu em direcção à Estalagem e local da partida inicial, onde terminou, tal e qual como se iniciou, com divertimento e alegria.
Com um até para o ano, a “Caça ao Gambuzino” e o “Concerto com os “Virgem Suta” foi o culminar de uma FESTA DA CAÇA em grande que jamais se apagará da retina e mente de todos os que a presenciaram e viveram.






"Daqui Viseu", espaço de opinião de autoria de Daniel Machado

17/06/2011

Três dias de Festa

Três dias de Festa, três dias com as ruas do Casteleiro apinhadas de gente, três dias de reencontro com amigos que quiseram marcar presença, três dias em que o habitual silêncio não se fez ouvir!
O objectivo foi mais uma vez atingido: realizar um evento atractivo, com um programa de qualidade, capaz de dinamizar a aldeia e atrair visitantes.
Este ano sob o signo do Gambuzino foi possível, com imaginação e criatividade, chegar a um patamar artístico que surpreendeu pela inovação. Uma aposta ganha que nos motiva a continuar o caminho iniciado.
A organização e logística dos três dias de Festa representou igualmente um esforço assinalável de meios humanos a quem cumpre agradecer.
Mas porque é justo, quero aqui deixar o meu reconhecimento pessoal ao Vitorino Fortuna pelo seu empenho, sem tempo nem hora, sem o qual esta Festa não teria o brilho que todos agora reconhecemos.







"Reduto", espaço de crónica semanal de autoria de António Marques

06/06/2011

Casteleiro em contra-ciclo faz a Festa da Caça

O Casteleiro foi a terra da região em que o rosa mais sobressaiu no dia 5, no acto eleitoral. Ou seja: foi aqui que se verificou a melhor votação do PS. E até uma das melhores do Norte do País. O Casteleiro e a Bendada, já agora…
Pode ter havido uma circunstância conjuntural, como digo adiante.
Mas não sei: veremos daqui a 4 anos, se não for antes.
O Casteleiro votou muito rosa.
Muito distante da Raia. Muitíssimo distante de Ruivós, uma das terras mais PSD/CDS do País, em que o CDS, inclusive, ultrapassa o PS com quase o dobro dos votos…
No geral, a minha visão é a seguinte:
- A Raia dá a vitória ao PSD e deixa o PS a vários pontos (entre 3 e 10-15 em média, até 30 pontos abaixo na Lageosa, por exemplo).
- As freguesias do Concelho do Sabugal que ficam mais próximas de Belmonte (Santo Estêvão, Moita, Casteleiro, Sortelha, Bendada) são aquelas em que o PS aparece como vencedor e mais bem cotado.
Mas é no Casteleiro que a mancha rosa se propaga com mais intensidade.
Certamente contribuiu para isso a mobilização pessoal e prestigiante por via do facto de o Casteleiro ter na lista uma cidadã de relevo concelhio e regional: Sandra Fortuna.
Isso, veremos nas próximas: se o PS se mantém em alta no Casteleiro ou não.
Mas digo-lhe já que, no Casteleiro, em 2009, foi assim: PS – 49,8%, PSD – 34,1%.
Só por curiosidade: desta vez, em ruptura de contra-ciclo, quando o País quase todo vira, na nossa terra, as posições relativas foram as seguintes, no domingo passado: PS – 48,2%, PSD – 32,3%.
Repito: a presença de uma candidata da terra pode ter vencido o contra-ciclo geral do País: é só olhar para o mapa de Portugal nos jornais do dia a seguir às eleições…
Resta acrescentar que as freguesias próximas mas do lado de Belmonte têm boas votações para o PS – mas não tão boas como na nossa terra. Para comparar, se quiser, deixo-lhe aqui a votação da Freguesia de Belmonte, no domingo passado: PS –37,6%; PSD – 31,6%.

Concluo que até do ponto de vista sócio-político, o Casteleiro tem mais afinidades com a parte Sul (ou seja: com o início da Cova da Beira) do que com a Raia.
Isso sempre foi assim.
As eleições de domingo vieram novamente confirmar-me a situação.

Vamos fazer a Festa da Caça e mostrar a todos os vizinhos que sabemos receber bem e que recebemos muito bem a todos e que todos são muito bem-vindos, claro.

Boa Festa.






"Memória", espaço de opinião de autoria de José Carlos Mendes


28/05/2011

Caça ao Gambuzino - Dia 11 de Junho, 19H

A "Bica do Imaginário", grupo responsável pela Caça ao Gambuzino, a grande novidade da Festa da Caça deste ano, acaba de divulgar o "rosto" do protagonista!

23/05/2011

Divulgação na Imprensa teve hoje início

TEXTO DE DIVULGAÇÃO

A “Caça ao Gambuzino” é a grande novidade da 2ª edição da Festa da Caça do Casteleiro, que se realiza nos próximos dias 10, 11 e 12 de Junho. Cerca de 20 artistas, actores, bailarinos e músicos vão efectuar uma performance artística em percurso rural sob o signo do gambuzino. Um espectáculo único desenvolvido pela Associação Cultural Bica do Imaginário exclusivamente para a Festa da Caça, com início previsto para as 19h de sábado, dia 11 de Junho.
Depois do êxito alcançado na primeira edição, a Junta de Freguesia aposta num programa de qualidade e diversificado, este ano alargado a três dias. O objectivo maior de dinamizar a Aldeia, numa luta contra a progressiva desertificação, é assumido nesta Festa numa valorização clara das vertentes culturais, de animação, do património e dos produtos locais.
Na área musical destaque maior para um concerto dos “Virgem Suta”, (dia 11, 22H), com entrada livre, que se realizará num espaço especialmente preparado para o momento. A programação musical conta ainda com o Grupo de Música Popular da Casa do Povo de Alpedrinha (dia 10, 16h), Fanfarra Sacabuxa (dia 10, 18h), Grupo Lua Nova (dia 10, 21.30h), Desertuna (dia 10, 23h), Ranchos Folclóricos dos Três Povos e Valverde (dia 12, 15h) e Grupo de Cantares da Escola Secundária do Fundão (dia 12, 17h). Durante os dias de Festa existirá animação de rua em permanência com acordeonistas, grupo “3kuaz4”, “O Dedo Mindinho”, grupos de bombos e um grupo de alunos da Escola Técnica e Artística de Nisa.
Os visitantes da Festa da Caça são convidados a percorrer as ruas e largos da Aldeia e a visitar cerca de 30 stands com produtos e artesanato local e da região, a efectuar passeios a cavalo e de charrette, praticar tiro com arco, besta e zarabatana, paintball, escalada, tiro virtual, demonstração de falcoaria e a deliciar-se com as maravilhas da gastronomia beirã nas tasquinhas que estarão abertas em permanência.
Nesta edição a Caça estará em foco com uma largada de perdizes (dia 10, 9h), uma Prova de Santo Huberto (dia 11, 9h), demonstração de cães de parar (dia 11, 16h), demonstração de caça com aves de rapina (dia 11, 17h), mostra de cães de caça e da Serra da Estrela (dia 12, 11h).

18/05/2011

A terra que nos viu nascer

A terra que nos viu nascer tem e terá sempre um lugar especial no nosso coração.
Quer estejamos próximos ou afastados, teremos sempre a sua marca, o seu carimbo.
Há laços que não se cortam, ficaremos eternamente enleados neles.
Até podemos estar algum tempo sem contacto físico, mas o coração pula sempre que alguma coisa nos fala desse berço que nos acolheu quando, pela primeira vez, tivemos contacto com o mundo.
A sua marca está gravada em nós.
São as nossas origens.
Renegá-las seria renegar a nossa identidade e as nossas raízes.
Sinto que faço parte da família casteleirense.
Sinto-me feliz pela evolução positiva que se tem verificado nesse bocadinho de terra aprazível e aconchegante da Beira Interior.
A Festa da Caça está a ser uma espécie de vitamina anual, que faz essa terra crescer e tornar-se mais forte.
Essa actividade – e outras igualmente mobilizadoras – é que fazem dela uma terra diferente e dinâmica.
Um exemplo a seguir.
Outras começam agora a sentir que também precisam de sair do anonimato.
A festa é uma forma de incentivo e dinâmica.
Vivam com alegria os dias que se aproximam, tirem partido de tudo e colaborem sem hesitar.
Entreguem-se à festa e a tudo o que ela oferece.
Entusiasmem-se.
Sendo assim, no ano que vem será ainda melhor.

Abraço.






Texto de autoria de Maria Dulce Martins

30/04/2011

Festa da Caça na Internet

A partir de hoje, a Festa da Caça tem um espaço próprio na Internet.

No blog casteleiroemfesta.blogspot.com, será divulgada toda a programação, dia a dia, hora a hora, e também os preparativos feitos no terreno, bem como os bastidores e também algumas curiosidades.

Não deixe de acompanhar a "construção" da que ambicionamos venha a ser a maior Festa temática da Beira Interior.

25/02/2011

Festa da Caça ao ritmo do Acordeão


Seis acordeonistas vão percorrer as ruas e largos do Casteleiro durante os três dias da Festa da Caça. A qualquer hora, para onde se desloque, encontrará sempre um acordeão que marcará o ritmo da Festa!